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	<title>Página da Beatrix &#187; Geral</title>
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	<description>Página da Beatrix</description>
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		<title>Mais RPG e Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas referências sobre o tema RPG e Educação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem deseja fontes para pesquisar a respeito. </p>
<p style="text-align: justify;"># Anais do I Simp&oacute;sio de RPG &amp; Educa&ccedil;&atilde;o Autor(a): Maria do Carmo Zanini (org.) Editora: Devir O I Simp&oacute;sio RPG &amp; Educa&ccedil;&atilde;o representou uma primeira oportunidade para que educadores conhecessem diversos trabalhos e pesquisas acad&ecirc;micas que mostram por que e como usar o RPG em sala de aula, atrav&eacute;s de palestras, mesas-redondas e oficinas.</p>
<p style="text-align: justify;"># A Aventura da Leitura e da Escrita entre Mestres de Roleplaying Game (RPG) Autor(a): Andr&eacute;a Pav&atilde;o Editora: Devir Este livro cont&eacute;m uma vers&atilde;o revisada da disserta&ccedil;&atilde;o realizada e defendida em 1999 por Andr&eacute;a Pav&atilde;o. O objetivo desta pesquisa concentra-se no estudo emp&iacute;rico das pr&aacute;ticas de leitura e escrita de mestres de role-playing game (RPG) bem como de suas trajet&oacute;rias como leitores e escritores. </p>
<p style="text-align: justify;"># Roleplaying Game e a Pedagogia da Imagina&ccedil;&atilde;o no Brasil Autor(a): Sonia Rodrigues Editora: Betrand Brasil Pioneira nos estudos acad&ecirc;micos sobre o tema, defendeu tese de doutorado em literatura na PUC/RJ em 1997 sobre o role-playing game, fic&ccedil;&atilde;o e jogo. Este &eacute; um estudo que registra a forma como os mestres de RPG se apropriam de personagens e tramas liter&aacute;rias, procurando recompor estes elementos e contar uma nova hist&oacute;ria e fazendo um paralelo com o processo narrativo de Monteiro Lobato.</p>
<p style="text-align: justify;"># Saindo do Quadro (capa) Autor(a): Alfeu Marcatto Editora: do Autor Este livro prop&otilde;e uma t&eacute;cnica que derruba alguns mitos da educa&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e foge completamente da monotonia dos manuais pedag&oacute;gicos. A metodologia baseada no RPG oferece subs&iacute;dios para que professores de qualquer grau e disciplina transformem suas aulas em atividades animadas, interativas e produtivas.</p>
<p style="text-align: justify;"># Simples &ndash; Manual para o Uso do &quot;RPG&quot; na Educa&ccedil;&atilde;o Autor(a): Marcos Tanaka Riyis Editora: do Autor Este livro auxilia o professor a utilizar jogos cooperativos de representa&ccedil;&atilde;o e role-playing games como estrat&eacute;gia de ensino. Respostas para as perguntas mais comuns do professor s&atilde;o respondidas nesse livro, que serve como refer&ecirc;ncia para o uso de uma atividade que &eacute; divertida para o educando, permite o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, habilidades e conte&uacute;dos e ainda desenvolve a consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia da coopera&ccedil;&atilde;o para o mundo moderno. </p>
<p style="text-align: justify;"># Livro das Lendas &#8211; Aventuras Did&aacute;ticas Autor(a): Gustavo Cesar Marcondes Editora: Zouk Uma obra de introdu&ccedil;&atilde;o ao RPG, proporciona aos professores a utiliza&ccedil;&atilde;o desse jogo como t&eacute;cnica de ensino em suas disciplinas atrav&eacute;s de aventuras criativas. </p>
<p style="text-align: justify;">#&nbsp; Brincando de Matar Monstros Autor(a): Gerard Jones Editora: Conrad Explica a pais e m&atilde;es qual o papel da viol&ecirc;ncia no imagin&aacute;rio infantil para o desenvolvimento dos filhos. Este livro aborda a influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias na forma&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. Em vez de desqualificar o papel dos super-her&oacute;is e do videogame, o autor convida pais, professores e todos aqueles que se preocupam com as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es a tentarem entender o enorme apelo dessas formas de entretenimento e a grande ajuda que podem proporcionar ao desenvolvimento infantil, de um modo saud&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;"># The Fantasy Roleplaying Gamer&#39;s Bible Autor(a): Sean Patrick Fannon Editora: Obsidian Studios Escrito numa linguagem acess&iacute;vel, o livro traz uma s&eacute;rie de informa&ccedil;&otilde;es sobre a origem do RPG e como jog&aacute;-lo. Apresenta uma an&aacute;lise do desenvolvimento do RPG at&eacute; o ano 2000. Inclui uma breve descri&ccedil;&atilde;o dos principais t&iacute;tulos de RPG publicados nos EUA. </p>
<p style="text-align: justify;"># Heroic Worlds Autor(a): Lawrence Schick Editora: Prometheus Book Guia enciclop&eacute;dico de RPGs publicados nos EUA at&eacute; meados da d&eacute;cada de 1990. Abrange informa&ccedil;&otilde;es de aproximadamente 250 t&iacute;tulos. Apresenta, tamb&eacute;m, um breve hist&oacute;rico do surgimento do RPG e sua influ&ecirc;ncia no mundo dos jogos, das artes e da literatura. </p>
<p style="text-align: justify;"># The Fantasy Role-playing Game: A New Performing Art Autor(a): Daniel Mackay Editora: McFarland .</p>
<p style="text-align: justify;">#The Complete Guide to Role-playing Games Autor(a): Rick Swan Editora: St. Martin&#39;s Press * Role-playing Mastery Autor(a): Gary Gygax Editora: Perigee Books Fonte: <a href="http://www.rpgeduc.com" target="_blank" title="http://www.rpgeduc.com">http://www.rpgeduc.com</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/mais-rpg-e-educacao/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista com Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 22:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[É com prazer que volto novamente a disponibilizar o link para o arquivo da entrevista que Clarice Lispector concedeu ao programa Panorama, na TV Cultura, em fevereiro de 1977, ano de sua morte.
Sempre que assisto me dá um certo desconforto, pois a presença de Clarice na tela, a forma como ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com prazer que volto novamente a disponibilizar o link para o arquivo da entrevista que Clarice Lispector concedeu ao programa Panorama, na TV Cultura, em fevereiro de 1977, ano de sua morte.<br />
Sempre que assisto me dá um certo desconforto, pois a presença de Clarice na tela, a forma como ela responde as perguntas do entrevistador são desconcertantes. O final então é indescritível.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/55181631/50154350/clarice_entrevista_1977.html">Link Entrevista Clarice Lispector</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/entrevista-com-clarice-lispector/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Cocteau Twins ao vivo</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 14:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizem que o Cocteau Twins não é tão bom ao vivo quanto em estúdio. Eu nunca tive o prazer de conferir um show deles para poder fazer uma comparação. Mas essa apresentação aqui está realmente ótima. Tudo bem que não é exatamente um show ao vivo mas sim uma apresentação ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que o Cocteau Twins não é tão bom ao vivo quanto em estúdio. Eu nunca tive o prazer de conferir um show deles para poder fazer uma comparação. Mas essa apresentação aqui está realmente ótima. Tudo bem que não é exatamente um show ao vivo mas sim uma apresentação em um programa de TV. Contudo imagino que em um local mais intimista com uma boa estrutura de som ia ficar muito bom.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/N7ZqPaLcEQs&#038;hl=en"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/N7ZqPaLcEQs&#038;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/cocteau-twins-ao-vivo/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Mais Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Tue, 20 May 2008 16:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;Minha alegria &#233; &#225;spera e eficaz, e n&#227;o se compraz em si mesma, &#233; revolucion&#225;ria. Todas as pessoas poderiam ter essa alegria, mas est&#227;o ocupadas demais em ser cordeiros de Deuses.&#34;
Em breve vou estar disponibilizando novamente os v&#237;deos da entrevista com a Clarice.
 Print  PDF ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&quot;Minha alegria &eacute; &aacute;spera e eficaz, e n&atilde;o se compraz em si mesma, &eacute; revolucion&aacute;ria. Todas as pessoas poderiam ter essa alegria, mas est&atilde;o ocupadas demais em ser cordeiros de Deuses.&quot;</p>
<p>Em breve vou estar disponibilizando novamente os v&iacute;deos da entrevista com a Clarice.</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/mais-clarice-lispector/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Vídeo &#8211; Morrissey &#8211; &quot;The Youngest Was The Most Loved&quot;</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jul 2006 21:40:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Morrissey]]></category>
		<category><![CDATA[You are the Quarry]]></category>

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		<description><![CDATA[Morrissey - "The Youngest Was The Most Loved"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os chatos, cricris da RIA, Hollywood e companhia n&atilde;o entopem o Youtube de processos aproveito para curtir os v&iacute;deos legais do novo disco do Morrissey. Esse t&ecirc;m umas cenas muito divertidas do Morrissey algemado e sendo fotografado. Parece at&eacute; que ele &eacute; algum serial killer.</p>
<p><span class="youtube">
<object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ITN95xHRBn8&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" />
<param name="allowFullScreen" value="true" />
<embed wmode="transparent" src="http://www.youtube.com/v/ITN95xHRBn8&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed>
<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ITN95xHRBn8">www.youtube.com/watch?v=ITN95xHRBn8</a></p></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/video-morrissey-the-youngest-was-the-most-loved/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vídeo com entrevista de Clarice Lispector</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/video-com-entrevista-de-clarice-lispector/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2006 16:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunidade no orkut disponibiliza vídeos com entrevista realizada com a escritora Clarice Lipsector em 1977.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço ao internauta Marcos Vinicius por ter disponibilizado na internet algo que eu queria há muito tempo. A famosa última entrevista que a escritora Clarice Lispector deu à televisão.<br />
Consegui esses links em uma comunidade dedicada a Clarice, e disponibilizo aqui para quem tiver interesse.<br />
Esse programa foi ao ar na semana do dia internacional da mulher, março de 2005, exibindo, além da entrevista, trechos de debates entre o apresentador Gastão Moreira e a escritora Nadia Gotlieb, depoimentos da cineasta Suzana Amaral (autora da adaptação de &#8220;A hora da estrela&#8221; para o cinema) e a cantora Maria Bethânia declamando poesias de Clarice.<br />
Confesso a vocês que essas partes acrescentadas à entrevista foram puladas por mim sem remorso.</p>
<p><a href="http://rapidshare.de/files/12415635/entrevista_-_clarice_lispector__parte_001_.wmv.html">parte 01</a></p>
<p><a href="http://rapidshare.de/files/13159926/entrevista_-_clarice_lispector__parte_002_.wmv.html">parte 02</a></p>
<p><a href="http://rapidshare.de/files/13158984/entrevista_-_clarice_lispector__parte_003_.wmv.html">parte 03</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/video-com-entrevista-de-clarice-lispector/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sobre os terços profanos</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/sobre-os-tercos-profanos/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jun 2006 16:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Materia sobre a artista Márcia X e a proibição de exibição de suas obras que usam terços para compor desenhos eróticos. Originalmente publicada na revista Carcasse.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre os terços profanos &#8211; texto publicado na <a href="http://www.carcasse.com">revista eletrônica Carcasse </a>.<br />
Autoria de Shirley Massapust</p>
<p>&#8220;Em julho de 2005, logo que estourou o escândalo do mensalão, ficamos a saber que a verba de publicidade do Centro Cultural Banco do Brasil ia para a DNA, a agência de propaganda do Marcos Valério (tesouraria dos assuntos ilícitos da bancada evangélica da Igreja Universal do Reino de Deus – instituição notória, entre outras coisas, pelo empenho infatigável de boicotar e comprar cinemas com o intuito de transformá-los em igrejas ou revendê-los para particulares que façam ali qualquer coisa, menos exibição de filmes). Posteriormente, vimos a intolerante coibição da interatividade do público na instalação audiovisual apresentada na exposição da artista Dora Longo Bahia durante os últimos meses. Essas atitudes marcam uma lastimável mudança na relação de cordialidade e no acompanhamento do CCBB com a classe artística, expressa no não-cumprimento das funções primeiras da instituição perante a população e a própria criação contemporânea.</p>
<p>O caso dos terços profanos<br />
<img src='http://www.beatrix.pro.br/blog/imagens/tercos.jpg'/><br />
As mais antigas cruzes conhecidas foram gravadas em pinturas ruprestes que datam de dez mil anos a.C. Aparentemente, elas estariam ligadas a uma espécie de culto da fertilidade. Terços também são utilizados por povos orientais (não são exclusivos da fé cristã) e sua invenção sequer é devida à espécie homo sapiens, visto que achados de um determinado sítio arqueológico revelaram que um grupo de homo erectus, de quinhentos mil anos atrás, chegou a confeccionar colares de contas. Por tudo isso, não deveria haver espanto perante o trabalho da artista plástica brasileira Márcia Pinheiro de Oliveira (1959-2005), mais conhecida como Márcia X.</p>
<p>Márcia X. na Casa Petrópolis (jul. 2002) Ela não trabalhava exclusivamente, mas principalmente com terços. Márcia X desenvolveu seu padrão iconográfico nas modalidades “performance” e “fotograma”. Na performance, como desenvolvimento da proposta “desenhando com terços”, usava os objetos para realizar desenhos de pênis no chão, ocupando um grande espaço físico. O público acompanhava o desenvolvimento do trabalho, que poderia consumir vários dias (até um mês) para ser executado. A extensão do desenho evidenciaria a abstração resultante da trama dos terços e o caráter obsessivo do processo. Já no fotograma – cuja técnica, Rayograph, inventada por Man Ray no início do século XX, não produz negativos – utilizava-se uma ou poucas peças. Os desenhos de pênis são realizados com terços diretamente sobre o papel fotográfico e revelados.</p>
<p>Em abril de 2006, sua obra Desenhando com terços foi retirada da exposição Erótica – Os sentidos da arte, promovida pelo Centro Cultural Banco do Brasil, após denúncia do empresário Carlos Dias Filho, que registrou uma queixa-crime no 1º Distrito Policial do Rio, por entender que a obra ofende o catolicismo. Houve uma manifestação indignada de artistas, que organizaram um protesto no CCBB. A mídia deu ampla cobertura ao caso – inclusive em jornais como O Globo, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo – e o próprio ministro Gilberto Gil publicou uma nota no site do Ministério da Cultura contra a retirada do fotograma. Porém, o cardeal-arcebispo, Dom Eusébio Scheid, ficou indignado ao tomar conhecimento do conteúdo da mostra e, como a Igreja manda mais que o Ministério Público, o conselho diretor do Banco do Brasil, em Brasília, informou que preferiu retirar a obra, não tendo a intenção de ferir a religião católica ou de atingir a Igreja com a exposição. Por fim, a direção do Banco decidiu cancelar toda a mostra – com obras de 53 artistas brasileiros e estrangeiros, vindas de diversos países e confeccionadas em diferentes épocas da história –, por apresentar ameaças à marca e aos negócios (alguns manifestantes ameaçaram retirar suas contas, como se a programação do CCBB devesse ser desenvolvida para agradar àqueles que possuem aplicações financeiras no Banco do Brasil). Com esse tipo de atitude, e sendo o Banco do Brasil um órgão federal, presenciamos a implementação tácita no país de uma arte oficial, nos moldes da moral cristã.</p>
<p>Epílogo</p>
<p>Tadeu Chiarelli, curador da exposição, será ouvido pelo delegado Marcus Drucker, da 1ª DP (Praça Mauá), que investiga o caso. As imagens do circuito interno de TV do CCBB ainda devem ser entregues ao delegado. Com isso, será possível verificar se crianças compareceram à exposição nas últimas semanas (como se o curador devesse ser imputado pela falta de responsáveis que levam suas crianças a uma mostra de arte erótica). Ele poderá vir a responder por vilipêndio público de objeto de culto religioso (art. 208 do Código Penal) e exposição de objeto obsceno (art. 234 do mesmo código). Se for condenado, tal homem será sujeitado a até meio ano de prisão, cumulado com multa, – fato que implicará na perda de seu emprego público. Tudo por ser um livre pensador amante das artes, acima de qualquer preconceito. &#8221;</p>
<p>Mais informações sobre a obra de Márcia X visite o site pessoal da artista<a href="http://marciax.uol.com.br/mxText.asp?sMenu=1&#038;sText=47">http://marciax.uol.com.br/mxText.asp?sMenu=1&#038;sText=47</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/sobre-os-tercos-profanos/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Clarice Lispector</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/clarice-lispector-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Dec 2004 13:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Frase de Clarice Lispector]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="http://www.beatrix.pro.br/blog/imagens/clarice.jpg" alt="Clarice Lispector" align=left> Infelizmente só tenho em casa quatro livros da Clarice Lispector:  &#8220;A hora da Estrela &#8220;, &#8220;A paixão segundo G. H.&#8221;,  &#8220;Laços de Família&#8221; e &#8220;A Via Crucis do Corpo&#8221;. Pode parecer muito, mas queria na verdade ter todos. Ela é sem dúvida a escritora que eu mais admiro. Podem afirmar o contrário, mas na minha modesta opinião  prefiro mil vezes ela à Virginia Woolf .  Clarice não tem medo nem pudor de levar seus personagens até as últimas consequências, enquanto a Virginia Woolf  tem medo, ou melhor seus personagens tem medo e desistem mesmo antes de tentar. Os personagens da Clarice mesmo tendo medo vão em frente e seguem até o fim, e ela vai até o fim com eles. Não que Clarice  seja cruel, mas é a própria humanidade que traz em si essa característica. Ninguém é inocente, nos textos da Clarice tudo é nú e cru, ou nem tanto, pois o mal habita as entrelinhas&#8230;E é nas entrelinhas onde na verdade ela mais se revela.<br />
 Há uma frase da Clarice Lispector que exprime bem o que ando sentindo ultimamente:</p>
<blockquote><p>Às vezes me dá enjôo de gente. Depois passa e fico de novo toda curiosa e atenta. E é só.</p></blockquote>
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		<title>O poder das palavras II</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2004 00:38:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Os abusos perpetrados contra a nossa língua pátria, vernácula, salve, salve!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align=justify>
<p>Uma coisa é a famosa &#8220;Questão dos Universais&#8221;, e a maneira inteiramente mística como os pensadores medievais lidavam com as palavras e seu poder; agora outra totalmente diferente mas que denota uma mistificação do mesmo modo, é a maneira como certos profissionais lidam com o vocabulário específico da sua área. Esses abusos são mais sentidos em certas áreas como Economia, Administração, Jornalismo e Publicidade (ou Marketing como eles preferem).
</p>
<p>
O que me levou a escrever sobre isso é que mesmo não pertencendo a nenhuma dessas áreas sou constantemente bombardeada com expressões cunhadas por tais profissionais, que em vez de facilitar a comunicação e mesmo a compreensão em torno de algo, só servem para mostrar pedantismo e até desrespeito pela língua portuguesa.</p>
<p>
Uma das mais detestáveis que estou ouvindo muito ultimamente é &#8220;stand by&#8221;. Você marcou uma reunião com uma pessoa, chegou no horário. Então, assim que você chega na portaria a secretária te informa: &#8220;A senhora terá que ficar em <i>stand by</i> enquanto o senhor fulano termina de atender a um cliente.&#8221;<br />
Após ouvir isso me senti uma torradeira elétrica, um forno de micro-ondas. Não seria mais simples e educado  dizer &#8220;aguarde um momento&#8221;?<br />
Os profissionais do ramo da administração são campeões desse tipo de aberração, transformam Central de Atendimento em &#8220;Call Center&#8221;, como se a simples troca de termos tornasse o segundo mais eficiente que o primeiro. Há um culto quase místico em torno dessas expressões estrangeiras e termos daí advindos.
<p>
Uma famosa revista de informática insiste em afirmar que as impressoras &#8220;printam&#8221;. Se a minha imprimir eu fico mais que satisfeita&#8230;</p>
<p>
Será que um empresário com formação em Administração,  MBA em &#8220;business não sei das quantas&#8221;,  realmente acredita que um sujeito que recebeu um  bilhete informando que seu cargo foi descontinuado vai ficar menos infeliz do que um que recebeu outro bilhete afirmando que foi demitido? Acredito que para o senhorio a quem ele deve o aluguel não vai fazer a menor diferença se ele foi demitido ou descontinuado&#8230;</p>
</p>
</p>
</div>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/o-poder-das-palavras-ii/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>O poder das palavras</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2004 22:04:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[Resenha sobre o filme "O nome da rosa"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align=justify>
<blockquote>&#8220;A morte e a vida estão no poder da língua, e aquele que a ama comerá do seu fruto&#8221;.</p></blockquote>
</div>
<p></p>
<blockquote><div align=justify>&#8220;&#8230;no princípio era o verbo&#8230;&#8221;</div>
</blockquote>
<div align=justify>
<p>
O título deste texto faz alusão a chamada Questão dos Universais &#8211; que implica na grande questão medieval &#8211; qual a relação entre as palavras e as coisas?</p>
<p>
Sobre esse assunto gostaria de comentar sobre um filme que aborda não só esse aspecto mais também o contexto histórico da Baixa Idade Média de maneira impecável: &#8220;O nome da Rosa&#8221; (Jean-Jacques Annaud, Der Name Der Rose, 1986).</p>
<p>
<img src="http://www.beatrix.pro.br/blog/imagens/eco.jpg" alt="Umberto Eco" align=left> Já tive o prazer de comentar anteriormente sobre um bom filme que aborda o período da Baixa Idade Média chamado &#8220;Em nome de Deus&#8221;. Seria injustiça não dar a mesma atenção a &#8220;O nome da Rosa&#8221;, que inspirado no premiado livro de Umberto Eco é um dos raros filmes que consegue competir em pé de igualdade com a qualidade do livro em que se inspirou. Claro que o filme não é tão detalhista como o romance, e não haveria como sê-lo, pois certas idéias que funcionam bem no livro não encontram uma acolhida comparável em um filme de apenas 130 minutos. A obra de Annaud é sem dúvida um triller de suspense que prende a atenção do espectador, merecem destaque o apuro histórico, a ambientação e a excelente atuação de Sean Connery como Guilherme de Baskerville.</p>
<p>
<img src="http://www.beatrix.pro.br/blog/imagens/nomedarosa.jpg" alt="Guilherme de Baskerville e Bernardo Gui" ><br />
A expressão &#8220;O nome da Rosa&#8221; vem de um antigo poema medieval que faz alusão ao infinito poder das palavras. Da rosa subsiste seu nome, apenas; mesmo que não esteja presente e nem sequer exista mais o objeto. A &#8221; rosa de então&#8221; , centro real desse romance, é a antiga biblioteca de um convento beneditino, na qual estavam guardados, em grande número, códigos preciosos: parte importante da sabedoria grega e latina que os monges conservaram através dos séculos.</p>
<p>
<img src="http://www.beatrix.pro.br/blog/imagens/nome-da-rosa-poster.jpg" alt="Poster do filme"  align=left> <i>&#8220;Em &#8216;O nome da Rosa&#8217; estranhas mortes começam a ocorrer num mosteiro beneditino medieval localizado na Itália, onde as vítimas aparecem sempre com os dedos e a língua roxos. O mosteiro guarda uma imensa biblioteca, onde poucos monges tem acesso às publicações sacras e profanas. A chegada de um monge franciscano (Sean Conery), incumbido de investigar os casos, irá mostrar o verdadeiro motivo dos crimes, resultando na instalação do tribunal da santa inquisição.</i></p>
<p><i>A Baixa Idade Média (século XI ao XV) é marcada pela desintegração do feudalismo e formação do capitalismo na Europa Ocidental. Ocorrem assim, nesse período, transformações na esfera econômica (crescimento do comércio monetário), social (projeção da burguesia e sua aliança com o rei), política (formação das monarquias nacionais representadas pelos reis absolutistas) e até religiosas, que culminarão com o cisma do ocidente, através do protestantismo iniciado por Martinho Lutero na Alemanha em 1517.</i></p>
<p><i>Culturalmente, destaca-se o movimento renascentista que surgiu em Florença no século XIV e se propagou pela Itália e Europa, entre os séculos XV e XVI. O renascimento, enquanto movimento cultural, resgatou da antigüidade greco-romana os valores antropocêntricos e racionais, que adaptados ao período, entraram em choque com o teocentrismo e dogmatismo medievais sustentados pela Igreja.</i></p>
<p><i>No filme, o monge franciscano representa o intelectual renascentista, que com uma postura humanista e racional, consegue desvendar a verdade por trás dos crimes cometidos no mosteiro.&#8221;</i><br />
fonte: <a href="http://www.colegioanchieta-ba.com.br/profs/roberto_carlos/filmes/onomedarosa.htm">Anchieta</a>
<p>
Muitos consideram a Idade Média como a &#8220;Noite dos mil anos&#8221;, &#8220;Idade das trevas&#8221; e outros epitetos não muito elogiosos que afloram em nossos livros de História, e que refletem uma concepção muitas vezes errônea sobre esse controverso período histórico.</p>
<p>
É importante destacar que mesmo o termo Idade Média é uma invenção surgida somente no século XVII, e que procurava expressar a idéia de que entre esta época e a Antiguidade Clássica (Grego e Romana) tinha havido uma obscura fase intermediária. Assim os humanistas ressaltaram apenas os aspectos negativos do período, marcado pelo obscurantismo, pela Inquisição em oposição aos valores da antiguidade clássica que teriam lugar novamente apenas no Renascimento.</p>
<p>
No entanto, entre 500 e 1500, datas que aproximadamente marcam o início e o fim da Idade Média, ocorreram vários fatos importantes tanto no nível socio-político econômico, quanto nas artes e na literatura. Trata-se portanto de uma visão simplista e homogênea que não corresponde a complexidade do período englobado.</p>
<p>
A Idade Média teve escritores como Dante e Petrarca, pintores como Giotto, e pensadores como Santo Anselmo, Pedro Abelardo, Roger Bacon e Guillherme de Occam.<br />
Nesse período o gênero lírico se desenvolveu através do trovadorismo. Na arquitetura, a arte bizantina, românica e gótica mostram um grande desenvolvimento e apuro estético. O mesmo pode-se dizer da pintura e da escultura. Durante a Idade Média muito da arte e da cultura greco-romanas permaneceram vivas durante o Império de Bizâncio e mesmo através da presença da influência árabe na Europa.</p>
<p>
Sobre o conceito de renascimento o historiador François Chatelet já afirmou:</p>
<blockquote><p>&#8220;Com efeito, aquilo a que chamamos ‘Renascimento’ é apenas a radicalização brutal de uma série de progressos consumados ao longo dos séculos anteriores. De uma só vez, todos esses progressos, que, por razões e causas múltiplas, se tinham acumulado de maneira bastante secreta e sem entrarem em contacto uns com os outros, começam a interagir subitamente. Isso cria o acontecimento de primeira grandeza a que é costume dar-se o nome de ‘Renascimento’. Talvez fosse mais justo chamar-lhe ‘aparecimento’ ou ‘afloramento’  da modernidade. Porque antes não era o sono. Havia uma vida intensa, de onde resultou, por cristalização brusca, essa forma particularmente original e reveladora.”</p></blockquote>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</div>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/poder-palavras/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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