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	<title>Página da Beatrix &#187; Links</title>
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	<description>Página da Beatrix</description>
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		<title>Blood Mary</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 12:39:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links]]></category>
		<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[bloody mary]]></category>
		<category><![CDATA[coqueteis]]></category>
		<category><![CDATA[drinks]]></category>

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		<description><![CDATA[Receita do drink Blood Mary]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img border="0" src="http://www.beatrix.pro.br/imagens/bloody.mary.large.jpg" alt="" /></p>
<p>Bloody Mary (em ingl&ecirc;s &quot;Maria, a sanguin&aacute;ria&quot;, em refer&ecirc;ncia &agrave; rainha Maria I de Inglaterra), &eacute; um coquetel feito com vodka, suco de tomate, suco de lim&atilde;o, sal, molho ingl&ecirc;s, tabasco e pimenta.</p>
<table style="width: 100%;">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-top-style: solid; border-top-width: 2px;" colspan="2">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="componentheading">Ingredientes:</div>
<p>- 50 ml de vodka</p>
<p>            &#8211; 100 ml de suco de tomate</p>
<p>            &#8211; uma colher de ketchup</p>
<p>            &#8211; molho Worchestershire (molho ingl&ecirc;s)</p>
<p align="\&quot;left\&quot;">- sal</p>
<p align="\&quot;left\&quot;">- 3 gotas de molho de Tabasco</p>
<p align="\&quot;left\&quot;">- pimenta em&nbsp; p&oacute; (pimenta do reino)</p>
<p align="\&quot;left\&quot;">- 1 ml de suco de lim&atilde;o</p>
<p align="\&quot;left\&quot;"><strong>Decora&ccedil;&atilde;o </strong></p>
<p>- um ramo de aipo ou sals&atilde;o, ou ainda uma rodela de lim&atilde;o</p>
<p>&nbsp;</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="border-top-style: solid; border-top-width: 2px;" colspan="2">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div class="componentheading">Prepara&ccedil;&atilde;o:</div>
<p align="left">- coloque quatro cubos de gelo em uma coqueteleira e acrescente a vodka e o suco de tomate</p>
<p align="left">- adicione o ketchup, uma pitada de molho ingl&ecirc;s e de Tabasco e um pouco de sal</p>
<p align="left">- misture bem e coloque em um copo alto(<em>tipo old fashioned</em>.)</p>
<p align="left">- sirva decorado com o ramo de aipo, sals&atilde;o ou uma rodela de lim&atilde;o</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/blood-mary/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Sugarcubes</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/sugarcubes/</link>
		<comments>http://www.beatrix.pro.br/index.php/sugarcubes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 03:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Links]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://beatrix1.tempsite.ws/site/?p=240</guid>
		<description><![CDATA[ 
Muito                    antes de Björk virar a musa da música eletrônica                    e alternativa, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p align="justify">Muito                    antes de Björk virar a musa da música eletrônica                    e alternativa, ela já tinha feito coisas bem legais.                    Entre todas elas, foi essa curiosa e fantástica banda                    formado em sua Islândia natal, o Sugarcubes. Formada em                    1986, o grupo fez um imenso sucesso com o disco Life&#8217;s Too Good,                    e com clássicos do quilate de &#8220;Deus&#8221;, &#8220;Motorcrash&#8221;                    e &#8220;Birthday&#8221;, primeiro single e que até hoje                    procuro em uma edição para lá de curiosa:                    um remix feito pelos irmãos Reid, do The Jesus and Mary                    Chain. Depois disso, fizeram um fraco segundo disco e mais alguns                    trabalhos até Björk resolver seguir uma carreira-solo.                    Mas deixaram seu nome na virada dos anos 80 e 90, e alguns punhados                    de melodias inesquecíveis.</p>
<p> </p>
<p><span id="more-240"></span>
<p> </p>
<hr width="90%" />
<p><strong>P</strong><strong>or Rubens Leme da Costa</strong> </p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes.jpg" border="0" width="322" height="200" align="left" />De                    vez em quando, o pop internacional é invadido por bandas                    &#8220;exóticas&#8221;, que cantam em inglês, mas                    que nada tem a ver com os Estados Unidos ou o Reino Unido. Nos                    anos 70, os suecos do ABBA fizeram tanto sucesso que viraram                    ícones. Nos anos 80, as meninas ficavam histérias                    com o trio gelado da Noruega, A-ha e nos anos 90, a Suécia                    voltou a ser notícia com o Roxette e o Cardigans. Mas                    houve uma outra grande banda, vindo de um lugar ainda mais improvável,                    a Islândia: o Sugarcubes.</p>
<p align="justify">Se você desconhece                    a banda, saiba que nela cantou uma pequena menina, com cara                    de esquimó e que hoje é uma das musas da cena                    eletrônica, Björk. E o Sugarcubes apareceu fazendo                    um som totalmente diferente do convencional, graças,                    em parte, aos vocais da cantora e aos instrumentos pouco convencionais                    no pop, como o trumpete.</p>
<p align="justify">E todos os integrantes                    da banda já eram veteranos quando o grupo explodiu em                    1988, com a canção &#8220;Birthday&#8221;. Vamos                    traçar a origem desses islandeses.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes06.jpg" border="0" width="265" height="150" align="left" />Reza                    a lenda que a banda nasceu no dia 8 de junho de 1986, quando                    nasceu o primeiro filho de Björk (seu nome completo é                    Björk Gundmundsdottir). Para celebrar o acontecimento,                    vários amigos formaram o Sugarcubes. </p>
<p align="justify">Björk contava com                    20 anos (nasceu em 21 de novembro, em Reikjavik, capital da                    Islândia) e já era uma veterana dos palcos. Aos                    11 anos havia gravado um disco infantil e, em sua adolescência,                    havia passado pelas bandas Tappi Tikarrass (com quem lançou                    dois discos) e pelo K.U.K.L., que fazia um som pós-punk                    bem ruidoso e lançou vários compactos pelo selo                    independente britânico Crass.</p>
<p align="justify">O baterista Siggi Baldursson                    (nome completo: Sigtryggur Baldursson, era membro do þeyr                    (conhecido como Theyr), que teve um momento de glória                    ao gravarem, em 1982, com dois membros originais do Killing                    Joke, o cantor Jaz Coleman e o baixista (e futuro produtor de                    renome) Youth. Nessa mesma época, Einar Benediktsson                    e Bragi Olafesson formaram um grupo punk chamado Purrkur Pillnikk,                    que lançaram alguns discos por um selo próprio.                    Em 1984, Björk, Benediktsson e Baldursson resolveram juntar                    forças e montar o K.U.K.L., com o tecladista Einar Mellax,                    que significa bruxa, em islandês. </p>
<p align="justify">Em 1986, com a adição                    do marido de Björk, Thor Eldon (guitarra) e Bragi Olafesson                    (baixo), formaram o Sugarcubes. No início, a banda não                    era a prioridade dos músicos, já que todos tinham                    um segundo emprego. De acordo com o baterista Siggi, eles dedicavam                    apenas 15% de seu tempo ao grupo, ficando os outros 85% para                    uma profissão mais rentável. </p>
<p align="justify">Mas o grupo já                    tinha uma identidade sonora muito particular e um grande apelo                    visual, especialmente de Björk. No final de 1987, a banda                    já era assediada por várias gravadoras inglesas,                    e acabaram assinando com a pequena One Little Indian, no Reino                    Unido e com a Elektra, na América. </p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes_life.jpg" border="0" alt="capa do disco Life's Too Good" width="170" height="170" align="left" />Em                    outubro de 1987, lançam o compacto Birthday, que fez                    um enorme sucesso e puxou as vendagens do primeiro disco, Life&#8217;s                    Too Good, lançado em abril do ano seguinte.</p>
<p align="justify">&#8220;Birthday&#8221;                    foi um dos grandes lançamentos de 1988. Com seu andamento                    estranho, uma letra esquisita e com a voz incomum de Björk                    em primeiro plano, fez subir aos primeiros lugares da parada                    independente e normal inglesa. A canção foi eleita                    o single da semana pelo esnobe semanário New Musical                    Express.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes02.jpg" border="0" width="223" height="200" align="left" />&#8220;Nós                    não esperávamos o sucesso dessa maneira. Na verdade,                    o Sugarcubes era apenas mais uma banda para diversão                    do que de profissão. Ficamos surpresos quando começamos                    a ter tanta manchete&#8221;, confessa a cantora, dona de um timbre                    incomum, e que se assemelha, nessa característica, com                    Elizabeth Fraser, do Cocteau Twins.</p>
<p align="justify">O disco teve vários                    remixes, sendo o mais curioso deles dos irmãos Jim e                    William Reid, do Jesus and Mary Chain, chamado The Christmas                    Day Mix. A edição americana do disco,                    teve ainda uma exótica capa laranja ao invés da                    cor verde (essa é a minha cópia, que ganhei de                    minha irmã quando ela morava nos Estados Unidos, em 1988).</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes07.jpg" border="0" width="336" height="180" align="left" />Quando                    o grupo fez fama, a Islândia colocou-os quase num pedestal.                    Afinal, a Islândia nunca teve muita fama internacional,                    já que os islandeses são conhecidos como um povo                    triste e quieto. A futura tecladista Magga, aliás, adora                    recitar a famosa frase de Oscar Wilde: &#8220;os islandeses são                    a raça mais inteligente da Europa, porque foram os primeiros                    descobridores da América, mas não contaram o fato                    a ninguém.&#8221;</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><img src="imagens/<br />
sugarcubes_bjork.jpg" border="0" width="312" height="200" align="left" />Björk                    lembra bem como foi lidar com a fama em seu país: &#8220;minha                    família havia se mudado para Londres no meio da década                    de 80 e eu fui para uma escola para aprender a língua                    inglesa. Em uma aula, o professor pediu que fizéssemos                    desenhos de minha casa na Islândia e eu desenhei o iglu                    em que eu vivi. Ninguém conhecia a Islândia, pois                    o islandês mais famoso até então era Magnus                    Magnusson, um professor da Universidade de Edimburgo, e que                    havia se mudado para o Reino Unido ainda criança. Na                    época do Sugarcubes, estava novamente morando em Londres                    e fiquei surpresa quando descobri que até minhas tias                    sabiam quem era o Sugarcubes. Uma das coisas mais estranhas                    era ver os jornalistas estrangeiros entrevistando outros músicos                    locais, tentando descobrir mais sobre a gente.&#8221;</p>
<p align="justify">E a banda tinha uma vida                    paralela na Islândia, mesmo com o sucesso. &#8220;A Islândia                    é um país terrivelmente caro para se viver e é                    muito comum cada um ter dois empregos&#8221;, conta Einar, que                    também vivia como DJ local, embora odiasse ser chamado                    dessa forma: &#8220;eu toco música e converso com as pessoas.&#8221;                    Björk também tinha um emprego em um loja de antiguidades.</p>
<p align="justify">Nesse momento, o grupo                    começou a apresentar alguns rachas internos, particularmente                    entre a cantora e o trumpetista e ocasional cantor, Einar, e                    também entre a cantora com seu marido, Thor.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes04.jpg" border="0" width="283" height="194" align="left" />Em                    abril de 1988, o grupo lança outro três compactos:                    Coldsweat, Deus e Motorcrash.                    Björk era considerado uma musa por seus fãs e o                    Sugarcubes mostrava um forte conotação sexual,                    embora não fosse apelativo: &#8220;na Islândia o                    sexo é visto como algo normal, sem todo essa tabu que                    existe no resto do mundo. Dizem que sou muito sensual no palco,                    mas na verdade, eu sempre cantei e fui dessa maneira&#8221;,                    explica Björk.</p>
<p>                                                                                               </p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes08.jpg" border="0" width="249" height="200" align="left" />Em                    1989, em meio às gravações do segundo disco,                    Björk e Thor se separam e o guitarrista casa com Magga                    Ornolfsdottir, que ironicamente seria a nova tecladista da banda.                    E, para aumentar ainda mais o horror do mundo conservador, Olafesson                    deixa sua mulher para casar com Einar, na primeira união                    gay oficial do mundo pop. Foi nesse clima que o grupo lançou                    o disco Here Today, Tomorrow Next Week!, bem                    menos inspirado do que o disco anterior. A grande canção                    do álbum era &#8220;Regina&#8221;, mas o resto do disco                    não era lá muito bom.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes_here.jpg" border="0" alt="capa do disco Here Today, Tomorrow Next Week!" width="170" height="170" align="left" />Uma                    curiosidade: apenas de Björk ser grande fã de música                    brasileira, Elis Regina e Milton Nascimento, especialmente,                    &#8220;Regina&#8221; nada tem a ver com a cantora brasileira,                    que foi homenageada, anos depois, em &#8220;Isobel&#8221;.</p>
<p align="justify">Para comemorar o segundo                    disco, o grupo saiu em sua primeira turnê mundial, indo                    para a América com ninguém menos do que o New                    Order e o P.I.L. Björk disse que adorou cada minuto dessa                    excursão: &#8220;enquanto nós tocávamos                    e passeávamos em paz, víamos o desespero de John                    Lydon sendo cercado pelos jornalistas, sedentos por ouvir histórias                    sobre os Sex Pistols. Eu o vi várias vezes vomitando                    em cima deles. E o New Order também já tinha um                    grande número de fãs.&#8221;</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes03.jpg" border="0" width="211" height="200" align="left" />Mas,                    após o final da excursão, em 1990, os membros                    do grupo resolveram dar um descanso para que cada um pudesse                    cuidar de seus projetos pessoais. O grupo tinha conquistado                    coisas demais para seus próprios padrões. &#8220;Você                    sabia que em 1990, o presidente François Mitterand veio                    até a Islândia com o seu ministro da Cultura, Jacques                    Lang, e trocou um tedioso jantar oficial por um show nosso?                    É verdade! Quando ele soube que Lang ia nos assistir                    ao invés de cumprir o protocolo oficial, ele disse &#8216;foda-se,                    eu também quero ver o Sugarcubes. E ele adorou!&#8221;,                    conta Einar.</p>
<p align="justify">Essa parada serviu para                    esfriar os ânimos acirrados entre os integrantes e para                    que cada um pudesse curtir um pouco da fama.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes_stick.jpg" border="0" alt="capa do disco Stick Around For Joy" width="169" height="170" /><img src="imagens/sugarcubes_its.jpg" border="0" alt="capa do disco It's-It" width="171" height="170" /></p>
<p align="justify">A banda só voltou                    à cena em 1992, com dois discos: o bom Stick                    Around For Joy e o disco de remixes.                    Mas os dois álbuns fracassaram na tentativa de dar um                    grande sucesso ao Sugarcubes. E It&#8217;s-It foi                    um projeto grandioso. A edição em vinil era dupla,                    contendo os seguintes remixes:  It&#8217;s-It</p>
<p align="justify"> Lado A:<br />                   01. Birthday (07:32) Justin Robertson 12&#8243; Mix<br />                   02. Leash Called Love (06:27) Tony Humphries Mix<br />                   03. Blue Eyed Pop (06:39) S1000 Mix</p>
<p>Lado B:<br />                   04. Motorcrash (06:49) Justin Robertson Mix<br />                   05. Planet (04:42) Graham Massey Planet Suite Pt 2<br />                   06. Gold (06:10) Todd Terry Mix</p>
<p>Lado C:<br />                   07. Water (04:13) Bryan &#8216;Chuck&#8217; New Mix<br />                   08. Regina (05:12) Sugarcubes Mix *<br />                   09. Mama (05:09) Mark Saunders Mix<br />                   10. Pump (04:30) Marius de Vries Mix</p>
<p> Lado D:<br />                   11. Hit (07:10) Tony Humphries Sweet &#038; Low Mix<br />                   12. Birthday (06:42) Tommy D Mix<br />                   13. Coldsweat (04:12) DB/BP Mix</p>
<p align="justify"><img src="imagens/sugarcubes05.jpg" border="0" width="302" height="200" align="left" />O                    grupo ainda saiu em uma última excursão, mas a                    banda já não conseguia mais mostrar entusiasmo.                    O resultado foi a dissolução do Sugarcubes logo                    após os shows. Com isso, Björk acabaria se tornando                    o maior nome, ao lançar em 1993, o primeiro disco-solo,<br />
                   Debut, aclamado mundialmente, e conseguindo                    um sucesso ainda maior, com o segundo disco, Post,                    de 1995 e que continha o megahit, &#8220;It&#8217;s Oh So Quiet&#8221;.</p>
<p align="justify">Vários lançamentos                    póstumos de todos os projetos pré-Sugarcubes foram                    jogados no mercado, na tentativa de ganhar sempre algum dinheiro                    a mais. Mas o que ficará na memória serão                    sempre as canções de Life&#8217;s Too Good                    e a vida que os gelados habitantes islandeses proporcionaram                    ao universo pop. Deixo vocês com a discografia da banda.                    Um abraço e até a próxima coluna.</p>
<p align="justify"> <strong>Discografia                    </strong> </p>
<p>Life&#8217;s Too Good (1988)<br />                   Here Today, Tomorrow Next Week! (1989) <br />                   Stick Around For Joy (1992)<br />                   It&#8217;s-It (1992)</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/sugarcubes/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Morphine</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/morphine/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 00:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa é uma banda totalmente sui generis. Primeiro pela formação: baixo, bateria e saxofone. Depois, pelo líder, Mark Sandman, tê-la formado com quase 40 anos, após outros projetos e até ter morado alguns anos no Rio de Janeiro. E ainda mais por tocar um baixo de apenas duas cordas construído ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma banda totalmente <em>sui generis</em>. Primeiro pela formação: baixo, bateria e saxofone. Depois, pelo líder, Mark Sandman, tê-la formado com quase 40 anos, após outros projetos e até ter morado alguns anos no Rio de Janeiro. E ainda mais por tocar um baixo de apenas duas cordas construído por ele mesmo e de sua morte ter acontecido em meio a uma apresentação, em 1999, na Itália, vitimado por um fulminante ataque cardíaco. Um fim trágico para um dos artistas do meio alternativo e de vanguarda mais bacanas surgidos nos últimos 15 anos e, que apesar do nome tétrico do grupo, fazia um som, que senão era particularmente dançável e cheio de refrões, era extremamente interessante e nem por isso, mórbido. Um homem que deixou como herança uma fundação para estimular e ensinar crianças a adentrar no mundo da música e que era uma das poucas almas reconhecidamente belas nesse meio lotado de egoísmo, ganância e idolatria. Com vocês, Mark Sandman e sua grande banda, Morphine.</p>
<p><span id="more-68"></span>
<p> </p>
<p align="justify">&#8220;From Boston, Massachusetts; we are MORPHINE, at your service&#8221;. Era assim que Mark sempre abria os show de sua banda, que de convencional tinha muito pouco, quase nada mesmo.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Mark1.jpg" border="0" alt="Mark Sandman" width="250" height="192" align="left" />Nascido em 1952, na pequena Newton, Mark sempre foi uma pessoa extremamente discreta, apesar de várias experiências inusitadas. Após estudar na prestigiosa Universidade de Boston, foi trabalhar em barcos pesqueiros em Washington. Cansado desta vida, voltou para Boston no meio da década de 80 e formou uma banda especializada em blues, o Treat Her Right. Era então o guitarrista e vocalista, ao lado de David Champagne (que tinha as mesmas funções de Mark), o baterista Billy Conway (que se encontrariam no Morphine mais tarde) e Jim Fitting, na harmônica. Lançaram três bons discos: Treat Her Right (1986), Tied to the Tracks (1989) e What&#8217;s Good for You (1991) e acabaram.</p>
<p align="justify">Paralelo ao grupo, envolveu-se em outras bandas e projetos como um chamado pomposamente de Supergroup, incluindo Chris Ballew (que depois faria parte do Presidents of United States), Treat Her Orange (ao lado de Jimmy Ryan, do Blood Oranges) e um grupo de metais mais voltando ao funk, Hypnosonics. E, entre tudo isso, ainda arranjou um tempinho para morar no Brasil, país que amou e prometeu voltar.</p>
<p align="justify">Depois de tantas aventuras, Mark resolveu montar uma banda totalmente diferente e na qual marcaria a cena independente: o Morphine. Com o baterista Jerome Deupree e o saxofonista Dana Colley, Mark assumiu o baixo, além de vários outros instrumentos ocasionais. Seu baixo, aliás, merece um destaque, por ser um slide de apenas duas cordas, feito por ele mesmo e usando apenas as cordas mais graves. A idéia era criar uma banda que unisse o rock com o jazz e que servisse como trilha sonora para seus poemas, influenciados pela literatura beat de Jack Kerouac.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Good.jpg" border="0" alt="Good" width="200" height="197" align="left" />A estréia aconteceu em 1992, com Good, um disco que chamou atenção pela proposta inovadora e os belos poemas de Mark, que também se mostrava um excelente músico. O disco foi lançado pela pequena gravadora Accurate/Distortion.</p>
<p align="justify">Já no segundo disco, Cure for Pain, a banda atinge uma maturidade impressionante. O disco marca a transição entre Jerome e o Billy Conway, antigo colega de Mark e o novo baterista da banda. Billy já havia participado em duas faixas no disco anterior, “You Speak My Language” e “You Look Like Rain”. Com canções como “Buena”, “In Spite of Me” e “Let’s Take a Trip Together”, fez a alegria da gravadora Rykodisc (novo selo do grupo), por vender mais de 300 mil cópias e ser maciçamente tocando nas famosas college radios. O amigo Jimmy Ryan toca seu bandolim na canção “In Spite of Me”. O grupo conquistava um séquito imenso de fãs, apaixonado pela sonoridade única do grupo. A última faixa, chamada de “Miles Davis’ funeral” era uma homenagem a um mestre espiritual de todos, que havia morrido no dia 28 de setembro de 1991 e fecha com chave-de-ouro um dos discos clássicos dos anos 90.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20banda.jpg" border="0" alt="da esq. Para a dir.: Mark, Dana e Billi) e Morphine Cure" align="left" />Letras como a de “I’m Free Now (eu estou livre agora para dirigir um filme ou cantar uma música ou escrever um livro sobre sua verdade que me interessa tanto&#8230;”) mostravam uma liberdade e ironia pouco comuns. Na canção-título, Mark pergunta “onde está o ritual, onde está o sabor, onde está o sacrifício, onde está a fé; um dia haverá cura para a dor e quando isso acontecer jogarei fora todos meus remédios”).</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Cure.jpg" border="0" alt="Cure for Pain" width="200" height="197" align="left" />Mark já era um homem com mais de 40 anos, cheio de experiências e falando de crises existenciais que, embora boa parte do seu público mais jovem não tivesse contato ainda, vinha de encontro a outros medos. O grupo virou uma sensação ao ter cinco canções do disco na trilha sonora do filme Spanking the Monkey, que venceu o prêmio de público do mais importante festival de cinema independente americano, o Sundance Festival. Até no desenho Beavis and Butt-head, da MTV, foram mostrados. O Morphine era elogiado por todos, e a Rolling Stone elegeu o grupo como a banda underground de maior sucesso de 1994.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Dana2.jpg" border="0" align="left" />Um grande destaque do grupo era a sonoridade dos saxes de Dana Colley. Jazzista inveterado, Dana tocava com competência sax barítono e tenor, que formavam uma bela combinação com as letras reflexivas e livres de Mark. E Dana, assim como Mark inovaria mais ainda no soberbo Yes, próximo trabalho do grupo, tocando um sax duplo, instrumento em que tocava com as duas mãos e com apenas uma boquilha em um dos saxs que era ligado ao outro por um tubo.</p>
<p align="justify">O disco alavancou ainda mais a carreira do trio, agora um dos grandes destaques da cena alternativa norte-americana. O grupo fazia seguidas apresentações pela América e pela Europa, recebendo elogios da crítica especializada. O disco abre com uma de suas canções mais fortes e poderosas, “Honey White”. Veja a letra&#8230;</p>
<p align="justify">Honey white (x3)<br /> Made a deal for some angel food<br /> Honey white (x2)<br /> Everybody told her it was sweet and good yea<br /> Oh honey (x4)<br /> She said you&#8217;ll see me later yea you&#8217;ll see me later<br /> Will you see me later seemed all too soon<br /> And then he smiles he knows honey&#8217;s coming back<br /> Honey&#8217;s going to want some more angel food<br /> Devil made of honey (x4)<br /> She said you&#8217;ll get me when I&#8217;m old and wizened<br /> And not a day before that<br /> The devil said honey it won&#8217;t be that long<br /> Besides I like to see a little more fat<br /> Yea I like to see a little more fat<br /> You know I like to see a little more fat<br /> Honey white (x4)<br /> Uh tell me how is your angel food<br /> Honey white oh honey white<br /> She says it&#8217;s sweet and good<br /> Honey white honey white uh honey white<br /> The sweetness starts to fade<br /> Honey white (x2)<br /> Thought you could get away<br /> Poor honey (x4)</p>
<p align="justify">O disco trazia alguns dos maiores clássicos do grupo, como “Scratch”, “Sharks”, que mostravam o medo e a insegurança do homem moderno e tratavam de temas como o sexo em “Super Sex” ou em “Free Love” (o que é isso? onde posso conseguir algum?). Além das letras, mais uma vez Mark cuidava da produção e das fotos do encarte.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Like.jpg" border="0" alt="Like Swimming" width="200" height="190"<br />
 align="left" />O grupo chamou atenção da Dreamworks, que os contratou, apostando que com um esquema maior de divulgação poderiam se tornar a next big thing do rock americano. E em 1997 sai o quarto disco do grupo Like Swimming, talvez o mais fraco de todos. A liberdade ainda está intacta, com Mark e Paul Q. Kolderie dividindo a produção do mesmo, e com vários convidados nas faixas, mas o Morphine parecia estar sentindo a obrigação de ter assinado com um grande selo. Ainda assim partem para uma turnê imensa pelo mundo, sendo destaque em festivais com mais de 50 mil pessoas e a atração principal em um concerto chamado Central Park Summerstage, em Nova York. A gravadora pressionava o grupo a tocar em espaços grandes, mas o grupo não aceitava a imposição, preferindo agendar suas apresentações em locais menores, aconchegantes, onde Mark alegava ser o palco ideal do grupo. “Nossa música é mais intimista, as pessoas se sentem mais confortável ouvindo em pequenos teatros ou bares. E eu também.”</p>
<p align="justify">Como parte de uma obrigação contratual, lançam, ainda em 1997, o B-Sides &#038; Otherwise, pela Rykodisc. Esse disco vale a pena por algumas curiosidades: primeiro, por conter a faixa “Kerouac”, que fez parte de um cd tributo ao escritor beat, Kerouac – Kicks for Darkness e por conter, nas edições brasileiras e japonesas, duas faixas exclusivas, “Anita” e “Mary Won’t Call My Name?”.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Night.jpg" border="0" alt="The Night" width="200" height="200" align="left" />Mark também trabalhava em sua casa em Cambridge, naquele que seria o disco mais ousado e bem acabado do grupo, The Night. Durante dois anos, Mark planejou criteriosamente o disco, gravando-o em seu estúdio particular, o Hi-N-Dry, de oito e dezesseis canais. O Hi-N-Dry era o local onde todos os outros discos anteriores tinham sido concebidos, mas desta vez apenas ele assinaria como produtor.</p>
<p align="justify">O trabalho foi envolvido em um clima de grande alegria. Mark, Dana e Billy tiveram a companhia de Jane Scarpatoni (cello), Mike Rivard (baixo) e Joseph Keller (violino). A idéia era criar um álbum mais soturno. O antigo baterista, Jerome Deupree, também foi convidado, participando de todas as faixas. Mark tocou uma infinidade de instrumentos, entre eles, pianos, órgão, guitarra acústica e trombone. Dana inovou com seu sax baixo e contribuiu com seus arranjos para que o disco fosse ainda mais minimalista do que os trabalhos anteriores. A idéia era que o conceito rock intimista fosse levado às últimas conseqüências.</p>
<p align="justify">Mark usa um convencional baixo de quatro cordas e na faixa “Rope on Fire”, dedilha um belo violão, sob uma letra muito triste e desesperada. Com dois bateristas trabalhando em conjunto e um belo backing vocal feminino de várias amigas de Mark, todas de Boston, The Night era classificado pelo mesmo, como um passo novo e totalmente diferente na carreira do grupo.</p>
<p align="justify">Talvez a letra mais intrigante do disco seja mesmo a de “Rope on Fire”&#8230;</p>
<p align="justify">Hand over hand up the lifeline, luckily the knots stay tight.<br /> Silhouettes of the two of us climbing, climbing up a rope on fire.<br /> Climbing up a rope on fire.</p>
<p align="justify">Trapped in a room in a fortress, running outta air to breathe.<br /> Only seconds to go and we&#8217;ll break free, I didn&#8217;t think that we would reach.</p>
<p align="justify">Only the two of us can disconnect the bomb.<br /> And save ourselves before the oxygen is gone.<br /> I&#8217;ll call for backup, you start to scream.<br /> It&#8217;s not the first time we&#8217;ve been in this dream.</p>
<p align="justify">She ripped the wings right off my back.<br /> She whispered deep, keep it on the track.<br /> She said you&#8217;re no angel, no angel anymore.</p>
<p align="justify">All the wheels are coming loose. Close-up shot of a burning fuse.<br /> The sky is filled with question marks. Will the chains come apart?<br /> These few seconds that I&#8217;ve left to go. Flames and chaos down below.<br /> And the earth opens wide. Got to climb a rope on fire.</p>
<p align="justify">Look at the clock. Look at the clock.<br /> Make it to the car but the car won&#8217;t start.<br /> Me try to move the car but there&#8217;s no more time.<br /> We&#8217;ll have to climb a rope on fire.</p>
<p align="justify">Hand over hand up the lifeline, luckily the knots stay tight.<br /> Silhouettes of the two of us climbing, climbing up a rope on fire.<br /> Climbing up a rope on fire. Climbing up a rope on fire.</p>
<p align="justify">Only the two of us can disconnect the bomb.<br /> Then save ourselves before the oxygen is gone.<br /> I&#8217;ll call for backup. You start to scream.<br /> It&#8217;s not the first time we&#8217;ve been in this dream</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Mark3.jpg" border="0" width="300" height="197" align="left" />Foi esse projeto que Mark entregou à Dreamworks, no começo de julho de 1999 para ser lançado no ano seguinte. O grupo voou então para a Europa, onde estava com a agenda lotada. No dia 3 de julho, em Palestrina, o grupo estava realizando seu show.</p>
<p> Mark já tinha dito o seu famoso discurso de boas-vindas (&#8220;From Boston, Massachusetts; we are MORPHINE, at your service&#8221;). E começa o show. No meio dele, Mark pára e fala: “Obrigado Palestrina. É uma linda noite. É ótimo estar aqui e quero dedicar uma canção super-sexy a todos vocês&#8230;”. Não houve tempo para mais nada. Mark acabou sofrendo um enfarte fulminante e morreu, ali mesmo, no palco. </p>
<p align="justify">Chocados com a morte do amigo e mentor, o grupo se desfez, e The Night acabou sendo o último registro oficial da banda. Dana e Billy ainda prestaram uma homenagem ao amigo montando o Morphine Project, que tinha a intenção de divulgar algumas músicas do finado trabalho. O grupo ainda voltou à mesma cidade onde tocaram pela derradeira vez, mas só conseguiram tocar seis músicas, pois o show teve de ser cancelado por ter começado muito tarde. Também perceberam que sem Mark, não haveria o menor sentido. Ou nas palavras de Dana: “Mark era um homem abençoado, uma dessas pessoas que você encontra raramente na vida. Extremamente simpático, adorava compartilhar suas experiências e emoções com os amigos, com os fãs. Tinha uma bondade incrível e uma sabedoria que nunca mais vi em nenhuma outra pessoa. Sempre conseguia ver o lado positivo nos problemas, e, embora, muitos considerem nossa música como depressiva ou triste, pela sonoridade, as letras deles eram cheias de vida e otimistas.”.</p>
<p align="justify">Ainda em 2000, sai Bootleg Detroit – live, gravado em uma fita por Mark durante a turnê promocional de Cure for Pain. Apesar de não possuir uma qualidade sonora excelente, serve como amostra do carisma e competência do grupo em suas apresentações.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/Morphine%20Twinemen.jpg" border="0" alt="Twinemen" width="200" height="180" align="left" />Colley e Conway formaram depois o Twinemen ao lado de Laurie Sargent, e em 2002, lançaram o disco de estréia apenas com o nome da banda, pelo selo que leva o nome do estúdio Hi-N-Dry, uma mistura de jazz, blues, rock, trance, além de dois discos gravados ao vivo em dias consecutivos, Madison, Wi 01.02.03 e Chicago, IL 02.02.03, fechando com músicas de Sandman.</p>
<p align="justify">Mark deixou alguns projetos inacabados, entre eles, uma excursão pelo Brasil, onde tinha vários amigos e os visitava com alguma regularidade e sua fundação para difundir a música entre as crianças. Quem quiser saber mais ou colaborar com a mesma, basta escrever para: Mark Sandman Music Education Fund, PO Box 380644<br /> Cambridge, MA 02238, USA. Se o telefone não mudou, continua sendo 617.441.0197.</p>
<p align="justify">Infelizmente Mark não pode cumprir à risca um de seus poemas musicados, “French Fries with Pepper”, em que dizia: “&#8230;em 9-9-99 espero estar sentando em uma varanda bebendo vinho tinto e cantando ‘oh, batata frita com pimenta’”. Tudo bem, Mark, a partir de 9-9-04 farei isso religiosamente por ti, todo ano, e de<br />
preferência com um Morphine como som de fundo.</p>
<p>Um abraço a todos e até a próxima coluna!</p>
<p><strong>Discografia</strong></p>
<p>Good (1992)<br /> Cure for Pain (1993)<br /> Yes (1995)<br /> Like Swimming (1997) <br /> B-Sides &#038; Otherwise (1997)<br /> The Night (2000) <br /> Bootleg Detroit &#8211; live (2000)<br /> The Best of Morphine: 1992-1995 (2003)</p>
<p>por Rubens Leme da Costa  </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/morphine/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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