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	<title>Página da Beatrix &#187; Reviews</title>
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	<description>Página da Beatrix</description>
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		<title>Review &#8211; X-Ray Spex &#8211; Germfree Adolescents</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 21:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Banda]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[X-Ray Spex]]></category>

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		<description><![CDATA[Resenha do disco GERMFREE ADOLESCENTS, da banda X-Ray Spex]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eric Wanderson Nunes</p>
<hr />
X-RAY SPEX- GERMFREE ADOLESCENTS (1978)</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1128" href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/review-x-ray-spex-germfree-adolescents/x-ray-spex-adolescent/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1128" title="x-ray-spex-adolescent" src="http://www.beatrix.pro.br/imagens/x-ray-spex-adolescent-300x296.jpg" alt="" width="300" height="296" /></a></p>
<p>Todos os agrupamentos femininos conhecidos como riot grllls (bandas de mulheres com vocais gritados e temática feminista que tiveram seu início e auge na década de 90,ex. Hole, l7, babes in toyland etc.) devem muitos sutiãs queimados a esse álbum e a esse lendário quinteto londrino liderado pela vocalista Poly Styrene.<br />
Se juntaram em finais de 1976, um pouco antes da explosão do punk rock londrino engendrada pelo empresário, dono de butique e picareta máximo Malcolm Mclaren e colocada em prática em 77.<br />
A banda, tendo uma mulher figuraça no vocal e a inusitada presença de um saxofonista, lançou apenas esse álbum em 1978 e se desfez pouco depois. Mas a carreira curta(76-79) não atrapalha que esse disco esteja em quase todas as listas de melhores de todos os tempos, devido à seu caráter absurdamente original e abrasivo.</p>
<p>Apertamos o play e logo ouvimos um som de guitarra distorcida mais pesado e mais lento do que a maioria das gravações punk daquele tempo(digo NENHUMA banda dessa época e desse estilo usa esse timbre de guitarra, que chega a lembrar Black Sabbath), sendo cortada por um exótico som de sax dando um ar bem diferente à coisa toda, preparando o terreno para a entrada da voz, que já entra totalmente alucinada nas primeiras estrofes, como se corresse numa pista cheia de fogo e minas terrestres. É a música The Day the world turned dayglo.<br />
As faixas vão seguindo de forma totalmente fluida, mostrando vários clássicos (art-i-ficial;Oh bondage up yours;plastic bag; i am a clichê, identity) e notamos um monte de coisas: A gravação é alta e limpa pros padrões de época e estilo, as letras falam de forma inteligente contra o consumismo, a bateria é boa demais e vários riffs de guitarra tem aquela pegada de banda de hard rock setentona baseada em blues.</p>
<p>Mas a protagonista aqui é a vocalista Poly, uma das melhores vocais punk ,misturando classe, entrega, originalidade, energia, paixão, credibilidade, usando a voz quase como um instrumento a berrar sem nenhuma frescura; elevando tudo ao status de ARTE. “Minha vida é um saco plástico&#8230; que corresponde a todas as propagandas e suga todo esse lixo&#8230;” canta em Plastic Bag, havendo uma quebra no meio da música e ela recita como se tivesse uma epifania, o saxofone criando a paisagem sonora para que ela solte o próprio veredicto incontestável do Absoluto.<br />
Grande disco, grande banda, grande Poly.</p>
<p><strong>LISTA DE MÚSICAS DO DISCO GERMFREE ADOLESCENTS</strong></p>
<p>1. Day the world turned day-glo<br />
2. Obsessed with you<br />
3. Genetic engineering<br />
4. Identity<br />
5. I live off you<br />
6. Germ free adolescents<br />
7. Art-i-ficial<br />
8. Let&#8217;s submerge<br />
9. Warrior in woolworths<br />
10. I am a poseur<br />
11. I can&#8217;t do anything<br />
12. Highly inflammable<br />
13. Age<br />
14. Plastic bag<br />
15. I am a cliché<br />
16. Oh bondage, up yours</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/review-x-ray-spex-germfree-adolescents/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Siouxsie and the Banshees &#8211;  Juju</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/siouxsie-and-the-banshees-juju/</link>
		<comments>http://www.beatrix.pro.br/index.php/siouxsie-and-the-banshees-juju/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 23:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Biografia]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[Siouxsie and The Banshees]]></category>

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		<description><![CDATA[Siouxsie and the Banshees -  Resenha sobre o disco Juju]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Parceria com Rubens Leme da Costa</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Após o  caos                  de Kaleidoscope, os Banshees já eram uma nova unidade,                  com John McGeoch na guitarra e Budgie na bateria. Dessa  maneira,                  o quarteto se trancou para escrever as novas composições                   e lançaram aquele que é, provavelmente, o melhor                  disco do grupo, Juju. Um disco bem mais soturno e tenso  do que                  os anteriores e recheado de grandes momentos.</strong></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/siouxsie04_banda.jpg" alt="" width="356" height="250" align="left" />Após                  o grande sucesso de Kaleidoscope, Siouxsie and the  Banshees entra                  para começar as gravações do novo disco com                  grande cacife.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Utilizando aquela  que é                  considerada a formação mais clássica do grupo,                  a banda tirou um mês de férias da vida na estrada                  para gravar um novo disco.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento,  Siouxsie                  já era uma grande estrela na Inglaterra e copiada à                  exaustão pelas fãs, nos shows.</p>
<p style="text-align: justify;">Usando um cabelo  mais espetado                  e vestindo couro preto e peças de seda, Siouxsie havia                  criado um modelo copiado por 10 entre 10 meninas,  estabelecendo-se                  como uma estrela que sempre quis ser.</p>
<p style="text-align: justify;">O ano de 1981 foi  uma mudança                  grande para as bandas que haviam começado no movimento                  punk. Johnny Rotten seguia a toda com o PiL, agora como  John Lydon,                  o Clash abandonara a violência dos dois primeiros discos                   e investira mais em ritmos jamaicanos e passava a maior  parte                  do tempo na América; o Cure começava a ficar maior                  e o Joy Division havia terminado com o suicídio de Ian                  Curtis.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/siouxsie04_sioux.jpg" alt="" width="214" height="300" align="left" />Por                  isso o novo disco precisaria ser mais abrangente do que o  anterior                  e para isso, foi exaustivamente tocado em shows antes de  entrarem                  em estúdio.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não queríamos                  mais saber daquele caos do LP anterior, por isso  resolvemos escrever                  as músicas durante a excursão para que pudessem                  ficar perfeitas quando fosse a hora de gravá-las&#8221;,                  conta o baixista Severin.</p>
<p style="text-align: justify;">E <strong>Juju</strong> nasceu com a idéia de ser um álbum conceitual. Ele                  não foi planejado com antecedência, mas tão                  logo as canções eram escritas, elas ganhavam uma                  unidade e se tornavam mais sombrias.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia de usar                  uma estátua africana na capa foi usada após verem                  o objeto no Horniman Museu, em Forest Hill e ajudou  muito a construir                  o imaginário correto.</p>
<p style="text-align: justify;">As gravações                  aconteceram entre março e abril de 1981, novamente com                  a produção de Nigel Gray e o disco teve poucas  experimentações                  em estúdio, uma vez que estavam quase prontas. Segundo                  o baixista, &#8220;nós sabíamos exatamente o que                  queríamos em cada uma, como seriam os overdubs, tudo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Siouxsie conta  que, pela                  primeira vez, se sentia dentro de um grupo de verdade:  &#8220;o                  entrosamento era tão grande que quase nem falávamos                  em estúdio, não era necessário.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/siouxsie04_juju.jpg" alt="" width="200" height="200" align="left" />A                  idéia sonora do disco, segundo Severin nasceu de várias                  conversar com McGeoch e eles queriam soar psicodélicos                  como o disco <strong>Their Satanic Majesties Request</strong>,                   dos Rolling Stones ou mesmo como o Small Faces.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ser lançado em                   junho de 1981, <strong>Juju</strong> chegou ao sétimo  posto                  no Reino Unido, contra a quinta posição de Kaleidoscope                  e viu os dois compactos do álbum &#8220;Spellbound&#8221;                  e &#8220;Arabian Knights&#8221;, alcançarem a 22ª e                  32ª posições na parada de compactos, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O disco trazia as  seguintes                  faixas:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lado 1</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Spellbound&#8221;                  – 3:17<br />
2. &#8220;Into the Light&#8221; – 4:13<br />
3. &#8220;Arabian Knights&#8221; – 3:07<br />
4. &#8220;Halloween&#8221; – 3:42<br />
5. &#8220;Monitor&#8221; – 5:35</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lado 2</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Night Shift&#8221; – 6:06<br />
2. &#8220;Sin in My Heart&#8221; – 3:38<br />
3. &#8220;Head Cut&#8221; – 4:24<br />
4. &#8220;Voodoo Dolly&#8221; – 7:04</p>
<p style="text-align: justify;">Ao ser editado em 2006, em CD,  ganhou as                  seguintes faixas extras:</p>
<p style="text-align: justify;">10. &#8220;Spellbound&#8221; (12&#8243; Mix)                  (4:43)<br />
11. &#8220;Arabian Knights&#8221; (12&#8243; Vocoder Mix) (3:09)<br />
12. &#8220;Fireworks&#8221; (unreleased Nigel Gray Version) (4:15)</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/siouxsie04_top.jpg" alt="" width="429" height="280" align="left" />Sem                  singles óbvios e difíceis de serem assimilados,                  as vendagens de <strong>Juju </strong>foram mais  modestas, mas                  ajudou a sedimentar o mito do grupo, especialmente nos  shows.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a banda  odeie o                  termo &#8220;gótico&#8221; &#8211; segundo eles invenção                  da mídia para aglutinar várias bandas parecidas,                  mas não iguais &#8211; o lado B do disco é um dos maiores                  exemplos dessa estética. &#8220;Voodoo Dolly&#8221; se tornaria                  um dos maiores clássicos em shows, invariavelmente usada                   para fechar as apresentações, como está registrada                  do álbum ao vivo, <strong>Nocturne</strong>, de 1983.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente  assustadora                  é &#8220;Night Shift&#8221;, inspirada no assassino de Yorkshire,                  que aterrorizou a Inglaterra, no início dos anos 80. &#8220;Eu                   não sei se era verdade se ele era necrófilo, mas                  ele era coveiro e por isso gostava de trabalhar no turno  da noite.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/siouxsie04_onceupon.jpg" alt="" width="200" height="200" align="left" />Uma                  curiosidade é que essa foi a canção menos                  ensaiada pela banda e como &#8220;ela lembrava o clássico                  &#8216;Kashmir&#8217;, do Led Zeppelin, achamos que seria um bom  modelo e                  decidimos fazer uma &#8216;Kashmir&#8217; mais &#8216;Kashmir&#8217; que a  original&#8221;,                  conta a cantora.</p>
<p style="text-align: justify;">A estrada era o  caminho                  natural e Siouxsie se tornava mais teatral do que nunca  nas apresentações,                  aumentando cada vez mais seu carisma e sua persona.</p>
<p style="text-align: justify;">Em dezembro  daquele ano                  é lançado a primeira coletânea do grupo, <strong>Once                  Upon a Time</strong>, com texto de Paul Morley e que  encerra a                  primeira fase da banda.</p>
<p style="text-align: justify;">O disco alcançou                  a 21ª posição no Reino Unido e trazia todos                  grandes clássicos do grupo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lado 1</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Hong Kong Garden&#8221;  (Sioux/Severin/McKay/Morris)<br />
2. &#8220;Mirage&#8221; (Sioux/Severin/McKay/Morris)<br />
3. &#8220;The Staircase (Mystery)&#8221;  (Sioux/Severin/McKay/Morris)<br />
4. &#8220;Playground Twist&#8221; (Sioux/Severin/McKay/Morris)<br />
5. &#8220;Love in a Void&#8221; (Sioux/Severin/Morris/Fenton)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lado 2</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Happy House&#8221; (Sioux/Severin)<br />
2. &#8220;Christine&#8221; (Sioux/Severin)<br />
3. &#8220;Israel&#8221; (Siouxsie and the Banshees)<br />
4. &#8220;Spellbound&#8221; (Siouxsie and the Banshees)<br />
5. &#8220;Arabian Knights&#8221; (Siouxsie and the Banshees)</p>
<p style="text-align: justify;">Se 1981 foi o ano da confirmação,                   1982 seria o ano do estrelato. Mas isso é papo para  outro                  dia. Um abraço e até a próxima coluna.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Discografia</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Singles</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Hong Kong Garden&#8221; (1978)<br />
&#8220;The Staircase (Mystery)&#8221; (1978)<br />
&#8220;Playground Twist&#8221; (1979)<br />
&#8220;Mittageisen (Metal Postcard)&#8221; (1979)<br />
&#8216;Happy House&#8221; (1980)<br />
&#8220;Christine&#8221; (1980)<br />
&#8220;Israel&#8221; (1980)<br />
&#8220;Spellbound&#8221; (1981)<br />
&#8220;Arabian Knights&#8221; (1981)<br />
&#8220;Fireworks&#8221; (1982)<br />
&#8220;Slowdive&#8221; (1982)<br />
&#8220;Melt!&#8221; (1982)<br />
&#8220;Dear Prudence&#8221; (1983)<br />
&#8220;Swimming Horses&#8221; (1983)<br />
&#8220;Dazzle&#8221; (1984)<br />
&#8220;Overground&#8221; (1984)<br />
&#8220;Cities in Dust&#8221; (1985)<br />
&#8220;Candyman&#8221; (1986)<br />
&#8220;This Wheel&#8217;s on Fire&#8221; (1986)<br />
&#8220;The Passenger&#8221; (1987)<br />
&#8220;Song from the Edge of the World&#8221; (1987)<br />
&#8220;Peek-a-Boo&#8221; (1988)<br />
&#8220;The Killing Jar&#8221; (1988)<br />
&#8220;The Last Beat of My Heart&#8221; (1988)<br />
&#8220;Kiss Them for Me&#8221; (1991)<br />
&#8220;Shadowtime&#8221; (1991)<br />
&#8220;Fear (of the Unknown)&#8221; (1991)<br />
&#8220;Face to Face&#8221; (1992)<br />
&#8220;O Baby&#8221; (1995)<br />
&#8220;Stargazer&#8221; (1995)<br />
<strong>Discos e CDs</strong></p>
<p style="text-align: justify;">The Scream (1978)<br />
Join Hands (1979)<br />
Kaleidoscope (1980)<br />
Juju (1981)<br />
Once Upon a Time (1981)<br />
A Kiss In The Dream House (1982)<br />
Nocturne (1983)<br />
Hyaena (1984)<br />
Tinderbox (1986)<br />
Through The Looking Glass (1987)<br />
Peepshow (1988)<br />
Superstition (1991)<br />
Peel Sessions (1991)<br />
Twice Upon a Time (1992)<br />
Rapture (1995)<br />
The Best of Siouxsie and the Banshees (2002)<br />
Seven Year Itch (2003)<br />
Downside Up (Box, 2004)<br />
At the BBC (2009)</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/siouxsie-and-the-banshees-juju/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Siouxsie and the Banshees &#8211; The Scream</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 21:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Siouxsie and The Banshees]]></category>
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		<description><![CDATA[Siouxsie and The Banshees e o lançamento do disco The Scream - primeiro capítulo da biografia extendida da banda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Parceria com <a href="http://www.beatrix.pro.br/mofo" target="_blank">Rubens Leme da Costa</a></p>
<p style="text-align: justify;">Há algum                  tempo, fiz uma coluna sobre a banda, mas  devido à                  importância do grupo, conversei com Rubens Leme e resolvemos fazer uma                   coluna em capítulos, da mesma maneira que os Smiths,  Morrissey,                  The Cure (ainda não finalizada) e outros artistas  ganharam                  neste espaço. Assim sendo, Siouxsie and the Banshees  terá                  sua vida mais esmiuçada, começando pelo disco de                  estréia, um dos mais interessantes e particulares do  movimento                  punk e pós-punk: The Scream.</p>
<p style="text-align: justify;">
<hr style="text-align: justify;" />
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_johnny.jpg" alt="" width="208" height="300" align="left" />A                  história do grupo está intimamente ligada ao movimento                  punk, ainda em 1976. Não apenas porque o primeiro  baterista                  foi o, futuramente, baixista dos Sex Pistols, Sid  Vicious, mas                  simplesmente porque estiveram presente no primeiro  festival que                  marcou o começo de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O mundo começou                  a ser chacoalhado por uma música alta, gritada e por  jovens                  vestindo roupas rasgadas, pretas, maquiagens pesdas e os  mais                  diversos tipos de cabelos e cuspindo palavras de ordem e  ódio                  e contra o governo britânico nos meses de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias 20 e 21,  oito                  bandas subiram ao palco do 100 Club, um reduto habituado  a shows                  de jazz, na Oxford Street. O evento ficou conhecido por  100 Club                  Punk Festival e o os dois dias foram divididos pelos  seguintes                  grupos:</p>
<p style="text-align: justify;">Segunda-feira,                   20 de setembro</p>
<p style="text-align: justify;">Subway Sect<br />
Siouxsie &amp; the Banshees<br />
The Clash<br />
Sex Pistols</p>
<p style="text-align: justify;">Terça-feira, 21 de  setembro</p>
<p style="text-align: justify;">Stinky Toys<br />
Chris Spedding &amp; The Vibrators<br />
The Damned<br />
Buzzcocks</p>
<p style="text-align: justify;">O evento nasceu  quando                  Ron Watt se reuniu com o empresário dos Sex Pistols,  Malcolm                  McLaren e convidou a banda para ser o principal nome do  festival.                  Logo, o Clash e o Damned, foram convidados, e também os                  Buzzcoks, os principais nomes do novo estilo.</p>
<p style="text-align: justify;">E os Banshees?  Bem, eles                  não tinham um grupo e Siouxsie era apenas uma integrante                   do chamado Bromley Contingent, nome inventado pela  jornalista                  Caroline Coon, designando a região de Londres de onde  havia                  nascido as novas bandas. Ela se aproximou de Watt e  implorou por                  uma chance.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_siouxsie.jpg" alt="" width="225" height="250" align="left" />O                  grupo Entre eles estavam Susan Dallion (voz) e o próprio                   John Beverley (Sid Vicious que então tocava bateria),  além                  de Marco Pirroni (guitarra) e Steven Severin (baixo).</p>
<p style="text-align: justify;">A banda foi  apresentada                  como Suzie and the Banshees e fizeram uma apresentação                  sofrível, já que mal sabiam tocar e nem repertório                  tinham.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobem ao palco e  &#8220;tocam&#8221;                  um tema do programa Captain Scarlet, uma cover de &#8220;She  Loves                  You&#8221;, dos Beatles, e uma longa canção desconexa                  &#8211; a primeira versão de &#8220;Lord&#8217;s Prayer&#8221;, inserindo                  &#8216;Deutschland, Deutschland Uber Alles&#8217; e &#8216;Twist and  Shout&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um começo não                  muito animador, mas um ponto de partida importante para  Susan,                  uma jovem garota de 19 anos e que sonhava em ser  cantora, até                  porque a vida não havia sido muita feliz até aquele                  momento.</p>
<p style="text-align: justify;">Filha de uma  secretária                  bilíngüe e um técnico de laboratório,                  que morreu de alcoolismo quando ela tinha apenas 14  anos, era                  uma apaixonada pelos ícones do glam rock, como Bowie,  Marc                  Bolan e o Roxy Music.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi em um show  do ex-grupo                  de Bryan Ferry, que conheceu um rapaz de nome Steven  John Bailey,                  que se apresentava como Steven Spunker ou Steven Havoc,  até                  adotar o sobrenome Severin, tirado da canção &#8220;Venus                  in Furs&#8221;, do primeiro LP do Velvet Underground.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois seriam a  espinha                  dorsal do grupo e os grandes mentores da banda e após a                  apresentação no festival, o grupo &#8211; já batizado                  de Siouxsie and the Banshees &#8211; começa a ensaiar com Pete                   Fenton (guitarra) e Kenny Morris (bateria).</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_grundy.jpg" alt="" width="366" height="250" align="left" />Em                  dezembro, participam do famoso e controvertido programa  de televisão                  de Bill Grundy, junto com os Sex Pistols, no dia 1º de  dezembro                  de 1976.</p>
<p style="text-align: justify;">O acontecimento  causaria                  uma tremenda confusão em Londres. A banda escalada para                  aquele dia era o Queen, de Freddie Mercury, mas na  impossibilidade                  de se estarem presente no programa Today,  acabaram sendo                  chamado os Sex Pistols.</p>
<p style="text-align: justify;">Grundy não gostou                   da mudança e ficou surpreso e irritado. Ao começar                  o programa, Grundy estava alcoolizado e iniciou algumas  ofensas                  ao grupo, tentando ver até onde iriam. O grupo aceitou                  as brincadeiras e Glen Matlock (baixista original dos  Pistols)                  respondia educadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A confusão  começou                  quando Steve Jones deu uma resposta atravessada ao ser  perguntado                  o que tinham feito com as 40 mil libras esterlinas que  haviam                  recebido da gravadora. &#8220;Fuckin&#8217; spent it&#8221;. Era a  primeira                  vez que a palavra &#8220;fuck&#8221; era dita na televisão                  inglesa, ainda mais em um programa ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_jornal.jpg" alt="" width="161" height="200" align="left" />Grundy                  não se apercebeu do fato e continuou a provocar. Jones                  disse outras vezes e Johnny Rotten completou, em voz  baixa, com                  a palavra &#8220;shit&#8221; (merda). Grundy o provocou dizendo                  que ele não teria coragem de repeti-la, o que Rotten  fez,                  dessa vez aumentando o tom de sua voz.</p>
<p style="text-align: justify;">O apresentador  não                  se fez de rogado e partiu para cima de Siouxsie Sioux,  convidando                  para um programa após o final do programa.</p>
<p style="text-align: justify;">Steve Jones tomou  à                  frente e disse que ele um idiota e um velho imbecil.  Grundy o                  incitou a provocá-lo mais e Jones começou a xingá-lo                  de &#8220;dirty fucker&#8221;, para a alegria do apresentador.</p>
<p style="text-align: justify;">A entrevista  rendeu uma                  confusão dos infernos, e a Thames Television recebeu  diversos                  telefonemas de espectadores furiosos com o apresentador e  o programa.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte, o  sensacionalista                  jornal Daily Mirror aproveitou-se do ocorrido,  dando                  ampla cobertura com a manchete &#8216;THE FILTH AND THE  FURY!&#8217;, dando                  imensa publicidade gratuita para os Pistols, para a  alegria de                  McLaren. Grundy acabou suspenso por duas semanas da  emissora e                  o programa saiu do ar por dois meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_banda.jpg" alt="" width="395" height="300" align="left" />Siouxsie                  acompanharia os Sex Pistols também em um show na França,                   onde foi agredida por usar uma faixa no braço com uma  suástica                  desenhada. O incidente a marcaria para sempre e como  protesto                  escreveria duas canções: &#8220;Metal Postcard (Mittageisen)&#8221;                  e &#8220;Israel&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O incidente  acabou dando                  reputação para Siouxsie igualmente e o grupo acabou                  abrindo os shows do Johnny Thunders &amp; The  Heartbreakers, em                  Londres, no dia 24 de fevereiro de 1977.</p>
<p style="text-align: justify;">No já famoso  incidente                  do Jubileu da Rainha, em 1977, Fenton daria lugar ao  guitarrista                  John McKay.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Fenton  participaria                  da primeira demo do grupo, gravada no estúdio Riverside                  vonde gravaram &#8220;Make Up to Break Up&#8221;, uma crítica                  aos cosméticos, invertendo o titulo de um antigo sucesso                   do grupo Stylistics, &#8220;Break Up to Make Up&#8221;, lançada                  em 1973.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo adorava  estórias                  de terror e macabras, tanto que o o nome banshees fazia  referência                  a um conto de Edgar Allan Poe (Cry of The  Banshees).                  Os banshees, na mitologia céltica, são entidades                  femininas cuja voz bela e tenebrosa anuncia a  proximidade da morte).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Siouxsie,  McKay                  conseguia traduzir esses climas na guitarra, fazendo que  a banda                  deixasse se distinguisse dos grupos punks, dando um ar  mais teatral                  e artístico nas composições.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_camiseta.jpg" alt="" width="219" height="300" align="left" />Os                  Banshees começam a formar um repertório próprio                  e são convidados pelo produtor da BBC, John Walters para                   uma apresentação ao lado do Slits, no Greyhound,                  em Croydon. Walters viu potencial no grupo e que eles  estavam                  trabalhando com afinco.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira  semana de dezembro,                  aparecem no programa do legendário DJ, John Peel, ao  mesmo                  tempo em que Siouxsie é capa da revista Sounds,                   onde aparece vestindo uma camiseta com um par de seios  desenhados.                  Quase que imediatamente se torna o ícone do movimento  punk.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira  sessão                  com John Peel tocam quatro músicas: &#8220;Love in a Void&#8221;,                  &#8220;Mirage&#8221;, &#8220;Metal Postcard&#8221; e &#8220;Suburban                  Relapse&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Um segundo  programa traria                  &#8220;Hong Kong Garden&#8221;, &#8220;Overground&#8221;, &#8220;Carcass&#8221;                  e uma cover dos Beatles, &#8220;Helter Skelter&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A essa ponto, o  potencial                  da cantora era inegável, ainda que as gravadoras não                  o enxergassem para assinarem um contrato.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira a se  interessar                  foi a EMI desde que &#8220;pudesse controlar as letras&#8221;, algo                  completamente fora de questão. Depois de algum tempo  apareceu                  a Polydor &#8211; futuramente gravadora do The Cure &#8211; no exato  momento                  em que a banda estava para assinar com a BBC Records  para lançar                  um single de Hong Kong Garden.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_hong.jpg" alt="" width="195" height="200" align="left" />O                  selo acaba assinando com eles no dia 9 de junho de 1978 e  no dia                  18 de agosto é lançado o single, pela nova casa.</p>
<p style="text-align: justify;">A canção                  foi inspirada em um encontro que ela e um colega tiveram  com uma                  gangue de skinheads em um restaurante chinês de mesmo  nome                  da canção em Chislehurst. &#8220;Eles iam lá                  para aterrorizarem os chineses e eu tentei defendê-los.                  Não gosto deles, desses fascistas de direita ofendendo                  os imigrantes, só porque não são ingleses.                  Eles são extremamente desagradáveis, me senti indefesa.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, segundo  Siouxsie,                  a canção também fala do encontro de duas                  culturas, a oriental e a ocidental. &#8220;Na verdade, fala da                   cultura oriental sendo atacada e poluída pelos modos  consumistas                  e doentes do ocidente. É sempre triste vê-los sendo                  dragados por toda essa cultura Disney.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">A canção,                  com um belo arranjo e ótima produção de Steve                  Lillywhite chegou ao top 10 inglês entre os compactos,  ficando                  na sétima posição. O lado B trazia &#8220;Voices                  (On The Air)&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um compacto  nas paradas,                  o grupo prepara o primeiro LP, The Scream,  editado                  em novembro do mesmo ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_scream.jpg" alt="" width="200" height="200" align="left" />O                  título foi inspirado em um filme de 1968, chamado The                   Swimmer, estrelado por Burt Lancaster, que vive  Neddy                  Merrill, filme co-dirigido por Frank Perry e Sydney  Pollack.</p>
<p style="text-align: justify;">Na história,  Neddy                  é um homem de meia-idade em crise, que se afasta de  todos                  e reaparece quando um grupo de amigos está reunido na  piscina                  da casa de campo um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele decide  visitar todas                  as casas da região, pulando de piscina em piscina,  enquanto                  vai interagindo com as pessoas e contando sua história.                  Aos poucos, vai descobrindo mais sobre as pessoas e si  mesmo,                  numa busca solitária e desesperada.</p>
<p style="text-align: justify;">The Scream teve  uma boa                  repercussão e críticas entusiasmadas. O crítico                  Nick Kent, do New Musical Express, descreveu  como um                  cruzamento entre Velvet Underground e muito da  ingenuidade de                  Tago Mago do Can, que trazia um  resultado surpreendente.                  Para a Melody Maker, o som era abrasivo, forte,  visceral                  e constantemente inventivo, com forte ligações com                  Velvet Underground, Pere Ubu, Wire e Can.</p>
<p style="text-align: justify;">O disco chegou ao  12º                  lugar na parada e trazia as seguintes canções:</p>
<p style="text-align: justify;">Lado A</p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Pure&#8221; (McKay,                   Severin, Morris, Sioux)<br />
2. &#8220;Jigsaw Feeling&#8221; (Severin, McKay)<br />
3. &#8220;Overground&#8221; (Severin, McKay)<br />
4. &#8220;Carcass&#8221; (Severin, Sioux, Fenton)<br />
5. &#8220;Helter Skelter&#8221; (Lennon, McCartney)</p>
<p style="text-align: justify;">Lado B</p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Mirage&#8221;                  (Severin, McKay)<br />
2 . &#8220;Metal Postcard (Mittageisen)&#8221; (McKay, Sioux)<br />
3 . &#8220;Nicotine Stain&#8221; (Severin, Sioux)<br />
4 . &#8220;Suburban Relapse&#8221; (McKay, Sioux)<br />
5 . &#8220;Switch&#8221; (McKay, Sioux)</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2005, o disco  foi reeditado                  em CD trazendo vários bônus:</p>
<p style="text-align: justify;">Disco 1 &#8211;  LP Original:</p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Pure&#8221; (McKay, Severin,  Morris,                  Sioux)<br />
2. &#8220;Jigsaw Feeling&#8221; (Severin, McKay)<br />
3. &#8220;Overground&#8221; (Severin, McKay)<br />
4. &#8220;Carcass&#8221; (Severin, Sioux, Fenton)<br />
5. &#8220;Helter Skelter&#8221; (Lennon, McCartney)<br />
6. &#8220;Mirage&#8221; (Severin, McKay)<br />
7. &#8220;Metal Postcard (Mittageisen)&#8221; (McKay, Sioux)<br />
8. &#8220;Nicotine Stain&#8221; (Severin, Sioux)<br />
9. &#8220;Suburban Relapse&#8221; (McKay, Sioux)<br />
10. &#8220;Switch&#8221; (McKay, Sioux)</p>
<p style="text-align: justify;">Disco 2:</p>
<p style="text-align: justify;">1. &#8220;Make Up to Break Up&#8221;  (Riverside                  Session)<br />
2. &#8220;Love in a Void&#8221; (Peel Session 1)<br />
3. &#8220;Mirage&#8221; (Peel Session 1)<br />
4. &#8220;Metal Postcard (Mittageisen)(Peel Session 1)<br />
5. &#8220;Suburban Relapse&#8221; (Peel Session 1)<br />
6. &#8220;Hong Kong Garden&#8221; (Peel Session 2)<br />
7. &#8220;Overground&#8221; (Peel Session 2)<br />
8. &#8220;Carcass&#8221; (Peel Session 2)<br />
9. &#8220;Helter Skelter (Peel Session 2)<br />
10. &#8220;Metal Postcard&#8221; (Pathway Session)<br />
11. &#8220;Suburban Relapse&#8221; (Pathway Session)<br />
12. &#8220;The Staircase (Mystery)&#8221; (Pathway Session)<br />
13. &#8220;Mirage&#8221; (Pathway Session)<br />
14. &#8220;Nicotine Stain&#8221; (Pathway Session)<br />
15. &#8220;Hong Kong Garden&#8221; (7&#8243; Single Version)<br />
16. &#8220;The Staircase (Mystery)&#8221; (7&#8243; Single Version)</p>
<p style="text-align: justify;">O disco trouxe  grandes                  clássicos e mostrou que a banda era fã dos Beatles,                  já que regravou a polêmica &#8220;Helter Skelter&#8221;                  para o disco, fazendo o mesmo com &#8220;Dear Prudence&#8221;, em                  1983, para o álbum Hyaena.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_staircase.jpg" alt="" width="200" height="200" /><img src="http://www.beatrix.pro.br/mofo/imagens/sioux_mittagessen.jpg" alt="" width="200" height="199" /></p>
<p style="text-align: justify;">Após o  lançamento,                  mais dois singles foram editados: The                  Staircase (Mystery) e Metal Postcard  (Mittageisen).                  A segunda canção foi inspirada no incidente com                  a suástica em Paris e que quase resultou em seu estupro                  por alguns jornalistas. A inspiração para a canção                  foi a colagem feita pelo alemão Helmut Helmut Herzfeld,                  que viria anglicizar seu nome para John Hearfield  (1891-1968)                  chamada  Hurrah,  die Butter                  ist Alle! (&#8220;Hurray, The Butter is Finished!&#8221;).                  Sua luta contra o nazismo e os sentimentos  anti-britânicos                  foram uma das marcas de sua obra.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois compactos  tiveram                  entradas modestas nas patadas, ficando em 24º e 28º                  lugar, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, o caminho  para o Siouxsie                  and the Banshees já estava pavimentado e o sucesso seria                   apenas uma mera conseqüência. Mas a história                  continua outro dia. Um abraço e até a próxima                  coluna.</p>
<p style="text-align: justify;">Discografia</p>
<p style="text-align: justify;">Singles</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Hong Kong Garden&#8221; (1978)<br />
&#8220;The Staircase (Mystery)&#8221; (1978)<br />
&#8220;Playground Twist&#8221; (1979)<br />
&#8220;Mittageisen (Metal Postcard)&#8221; (1979)<br />
&#8216;Happy House&#8221; (1980)<br />
&#8220;Christine&#8221; (1980)<br />
&#8220;Israel&#8221; (1980)<br />
&#8220;Spellbound&#8221; (1981)<br />
&#8220;Arabian Knights&#8221; (1981)<br />
&#8220;Fireworks&#8221; (1982)<br />
&#8220;Slowdive&#8221; (1982)<br />
&#8220;Melt!&#8221; (1982)<br />
&#8220;Dear Prudence&#8221; (1983)<br />
&#8220;Swimming Horses&#8221; (1983)<br />
&#8220;Dazzle&#8221; (1984)<br />
&#8220;Overground&#8221; (1984)<br />
&#8220;Cities in Dust&#8221; (1985)<br />
&#8220;Candyman&#8221; (1986)<br />
&#8220;This Wheel&#8217;s on Fire&#8221; (1986)<br />
&#8220;The Passenger&#8221; (1987)<br />
&#8220;Song from the Edge of the World&#8221; (1987)<br />
&#8220;Peek-a-Boo&#8221; (1988)<br />
&#8220;The Killing Jar&#8221; (1988)<br />
&#8220;The Last Beat of My Heart&#8221; (1988)<br />
&#8220;Kiss Them for Me&#8221; (1991)<br />
&#8220;Shadowtime&#8221; (1991)<br />
&#8220;Fear (of the Unknown)&#8221; (1991)<br />
&#8220;Face to Face&#8221; (1992)<br />
&#8220;O Baby&#8221; (1995)<br />
&#8220;Stargazer&#8221; (1995)</p>
<p style="text-align: justify;">Discos e CDs</p>
<p style="text-align: justify;">The Scream (1978)<br />
Join Hands (1979)<br />
Kaleidoscope (1980)<br />
Juju (1981)<br />
Once Upon a Time (1981)<br />
A Kiss In The Dream House (1982)<br />
Nocturne (1983)<br />
Hyaena (1984)<br />
Tinderbox (1986)<br />
Through The Looking Glass (1987)<br />
Peepshow (1988)<br />
Superstition (1991)<br />
Peel Sessions (1991)<br />
Twice Upon a Time (1992)<br />
Rapture (1995)<br />
The Best of Siouxsie and the Banshees (2002)<br />
Seven Year Itch (2003)<br />
Downside Up (Box, 2004) At the BBC (2009)</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/siouxsie-and-the-banshees-the-scream/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Nick Cave and The Bad Seeds &#8211; Nocturama</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 00:01:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Biografias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Nick Cave]]></category>
		<category><![CDATA[Nocturama]]></category>
		<category><![CDATA[Review]]></category>
		<category><![CDATA[The Bad Seeds]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo sobre Nick Cave and The Bad Seeds e o album Nocturama]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img style="border: 0pt none;" src="http://www.beatrix.pro.br/imagens/nocturama.jpg" border="0" alt="Nocturama" align="left" />Existem músicos que vão envelhecendo e melhorando. Nick Cave é um exemplo fiel disso. Em mais um disco com os Bad Seeds, Cave mostra, mais uma vez, uma classe que vem rendendo discos antológicos há mais de uma década. Para ser mais justo, é difícil destacar um disco em sua extensa carreira que não mereça, no mínimo, o objetivo de bom. Nocturama (lançado em 2003) vai muito mais longe: é outra obra-prima. E para quem gosta de estatísticas, é sua sexta consecutiva.</p>
<p><span id="more-261"></span></p>
<p align="justify">
<p align="justify">O que fez de Nick Cave e os Bad Seeds serem tão bons? Uma combinação de coisas, cada vez mais rara na cena roqueira atual: excelentes letras, boas melodias, arranjos sóbrios e a voz de Nick, cada vez mais densa e madura.</p>
<p align="justify">Embora alguns o critiquem de estar acomodado e repetindo velhas fórmulas, Cave continua oferecendo a mesma qualidade, fazendo valer a velha máxima do futebol que “em time que está vencendo não se mexe”.</p>
<p align="justify">Cave continua falando de amor, de Deus, de sofrimento, de pecado. São poucos compositores atuais que sabem explorar tantos campos com tanta competência. E quem está acima deles são apenas nomes lendários como Bob Dylan, Leonard Cohen, Van Morrison e Lou Reed (que está devendo um grande disco há mais de uma década).</p>
<p align="justify">Por isso, a abertura com “Wonderful Life” nos remete aos climas de <strong>No More Shall We Part</strong>, seu disco anterior. Talvez o maior “hit” seja “Bring It On”, um dos grandes momentos. E na faixa final, “Babe, I’m On Fire”, nos faz lembrar de momentos de “Mercy Seat”, um dos seus clássicos dos anos oitenta. Em seus quase 15 minutos e cantada e tocada de maneira alucinada, tensa, violenta, Cave mostra que chegar à maturidade não significa necessariamente sentar ao seu piano e apenas contemplar o mundo complacentemente.</p>
<p align="justify">Um grande disco assim como toda sua obra. É ouvir e correr atrás dos outros discos, que ainda são encontrados por aí.</p>
<p><strong>Faixas</strong></p>
<p>1 &#8211; Wonderful Life<br />
2 – He Wants You<br />
3 – Right out of Your Hand<br />
4 – Bring It On<br />
5 – Dead Man in My Bed<br />
6 &#8211; Still in Love<br />
7 – There Is a Town<br />
8 – Rock of Gibraltar<br />
9 – She Passed by My Window<br />
10 – Babe, I’m On Fire</p>
<p>por Rubens Leme da Costa</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/nick-cave-and-the-bad-seeds-nocturama/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Filigree &amp; Shadow &#8211; This Mortal Coil</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/filigree-shadow-this-mortal-coil/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[A obra maior do This Mortal Coil seria concebida em 1986, sob o título Filigree &#038; Shadow. O projeto visual do álbum – seguindo o impecável padrão gráfico da companhia 23 Envelope, responsável pelas belas capas dos álbuns produzidos na 4AD – já espelhava a natureza inspiradora do trabalho. Na ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A obra maior do This Mortal Coil seria concebida em 1986, sob o título Filigree &#038; Shadow. O projeto visual do álbum – seguindo o impecável padrão gráfico da companhia 23 Envelope, responsável pelas belas capas dos álbuns produzidos na 4AD – já espelhava a natureza inspiradora do trabalho. Na capa, um rosto semi-escondido por uma penumbra. Noite. Na contra-capa, um olho cerrado a verter uma lágrima. Uma das músicas é “Tears”. O encarte traz várias fotos de uma mulher deitada, em expressões que sugerem um estado de torpor absoluto. Sonhos. E lençóis totalmente revolvidos o que evidencia a inspiração onírica do álbum. O This Mortal Coil explorou exaustivamente essa idéia na música “Acid, Bitter &#038; Sad”, da coletânea Lonely Is An Eyesore, lançado em CD e VHS, em 1987. O sublime vídeo dessa música é a expressão visual de todo o conceito imaginado pela 4AD para um tema recorrente no This Mortal Coil.</p>
<p><span id="more-260"></span>
<p align="justify"> <img src="imagens/ThisMortalCoilfiligreeposter.jpg" border="0" alt="Poster do disco Filigree &#038; Shadow" width="245" height="350" align="left" />Voltando à Filigree. O disco abre com “Velvet Belly”, um breve crescendo de cordas que dá a tônica do clima de encantamento que permeia a quase totalidade das músicas seguintes. Os cellos e violinos são tocados com maestria por Martin Maccarrick, músico e arranjador que trabalharia posteriormente com Siouxsie &#038; The Banshees (em Through The Looking Glass) e Gini Ball, que também participou do álbum de Siouxsie e guardava experiências anteriores com Vini Reilly no Durutti Column. Adiante, a bela “The Jeweller”, canção original do grupo Pearls Before Swine, de 1970, seguida da tristíssima “Ivy &#038; Neet”, intervenção de Simon Raymonde, baixista do Cocteau Twins. Uma melodia arrebatadora de 4 minutos e 48 segundos com piano, coro e violinos. “Meniscus” traz Alan e David Curtis, guitarristas do Dif Juz e “Tarântula” revela as maravilhosas vozes de Dominic Aplleton, do grupo Brethless e de Deirdre e Louise Rutkowsky, primores de afinação e harmonia.<br /> Os intervalos entre as músicas não são mais que breves suspiros, e elas continuam a serem derramadas, entremeadas por atmosferas que evocam sons, provavelmente presentes nos mais delirantes sonhos. Como saber? É o que parece. As recriações de músicas de autores obscuros – obsessão de Ivo Watts-Russel &#8211; são diversas. “My Father”, de Judy Collins, surge em interpretação comovente de Alison Limerick. “Come Here My Love”, de Van Morrison e uma versão celestial de “Morning Glory”, de Tim Buckley, o autor mais gravado pelo TMC: “Eu acendo a mais pura vela perto de minha janela, esperando capturar o olho de algum vagabundo que passe por ali &#8230;”. “I Want To Live” é de um certo Gary Ogan e “Alone”, outra regravação de Colin Newman (a versão original dessa música foi usada na inesquecível seqüência onde o serial killer Buffalo Bill se maquia para arrancar a pele da gordinha no filme Silêncio dos Inocentes, de Jonathan Demme). Do Talking Heads, existe a releitura de “Drugs”, escondida faixa do álbum Fear of Music, de 1979.<br /> Um disco arrebatador de um grupo que nasceu de um sonho, e que se apropriou magistralmente da linguagem dos sons para recriar canções que traduzem emoções de nossos sentimentos mais íntimos.</p>
<p>Por Leonardo Saraiva </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/filigree-shadow-this-mortal-coil/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Review dos discos Negative e Positronic &#8211; Unfactory</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/review-dos-discos-negative-e-positronic-unfactory/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Unfactory é basicamente um projeto musical que une o gótico ao eletrônico passando pelas influências do techno, ambient, industrial e sons experimentais; inspirados por bandas como Nine Inch Nails, Dead Can Dance, Sisters of Mercy, 808 State, Rammstein, Depeche Mode e Kraftwerk. Em outras palavras procuram fazer uma fusão do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Unfactory é basicamente um projeto musical que une o gótico ao eletrônico passando pelas influências do <em>techno</em>, <em>ambient</em>, industrial e sons experimentais; inspirados por bandas como Nine Inch Nails, Dead Can Dance, Sisters of Mercy, 808 State, Rammstein, Depeche Mode e Kraftwerk. Em outras palavras procuram fazer uma fusão do gótico oitentista com o pós-industrial do anos 90 e sons mais contemporâneos.</div>
<div align="justify" /><span id="more-259"></span><br /> </div>
<p align="justify">O grupo formou-se em Florianópolis em 2001 e conta com a dupla Chris Viana (guitarra, baixo e sintetizadores) e Guilherme &#8220;Deede Unfactory&#8221; (letras, composição e samples), e eventualmente a participação de outros músicos como Leo Barbi (piano), Rubi Agustin (didjeridoo) e Fabio Della (bateria), que dão um toque &#8220;orgânico&#8221; ao som da banda na execução de instrumentos acústicos.</p>
<p align="justify"><img src="imagens/unfactory_negative.jpg" border="0" alt="Negative" title="Negative" width="180" height="178" align="left" />Seu primeiro trabalho chama-se <strong>Negative</strong> e foi lançado em março de 2003. Conta com oito faixas, três das quais com vocal. Foi produzido de forma totalmente independente e alternativa. As letras falam de amores frustrados e narram seguidamente os aspectos psicológicos vivenciados durante um relacionamento malogrado.</p>
<p> Sua proposta musical alia o som de sintetizadores à guitarras distorcidas e elementos experimentais. Não faltam EBMs robóticos e muita microfonia, as vezes em excesso. As letras associadas às influências darkwave e industrial garantem um clima sombrio à maioria das faixas.</p>
<p> Curiosamente a maior parte da produção do disco foi feita na casa dos músicos com o auxílio de um computador Pentium II e um IMAC, apenas a bateria acústica contou com produção externa. Evidentemente, isso atrasou um pouco o andamento do trabalho, mas não deixa de ser interessante ver as possibilidades que o nosso &#8220;PC de cada dia&#8221; pode trazer, ainda mais se considermos que a qualidade da produção do disco não deixa furo e é realmente muito boa.</p>
<p> <img src="imagens/unfactory_christopher.jpg" border="0" alt="Chris Viana" title="Chris Viana" width="160" height="214" align="left" /><img src="imagens/unfactory_guilherme.jpg" border="0" alt="Guilherme " title="Guilherme " width="160" height="212" align="left" />Não faltam barulhinhos e paradas repentinas como a &#8220;pane&#8221; proposital da faixa &#8220;Dreams Over&#8221; de estilo ambient. &#8220;Usable&#8221; é um EBM, com vocais soturnos que lembra o Rammstein. &#8220;Theory of Constraints&#8221; começa com uma batida techno forte e contagiante quebrada logo depois pela bateria orgânica e uma sequência de samplers de texturas alternantes que segue até o final da faixa. Em &#8220;Expected&#8221; (outra faixa com vocal) comparecem guitarras e sons distorcidos, mais barulhinhos e microfonias ensurdecedoras, que em certos momentos abafam um pouco o vocal.<br /> &#8220;Answer Machine&#8221; é uma mistura de microfonias e sons de vozes pré-gravados em que retalhos de melodia e vozes robotizadas se alternam de formam enlouquecedora. &#8220;About Time&#8221; é uma experiência de texturas sonoras e bateria acústica em que densas camadas de efeitos se sobrepõem às batidas. &#8220;Not Anymore&#8221; traz o vocal abafado em terceiro plano, quase inaudível, unindo placidez e dissonância. A experimental &#8220;Dreams Over Part Two&#8221;, retoma o tema da primeira faixa de forma melancólica e desesperadora, desenvolvido em um belo solo de piano.</p>
<p> Logo após Negative o grupo produziu o disco <strong>Positronic</strong> que se trata na verdade de uma compilação de remixes das faixas de Negative, preparados por músicos alemães, norte-americanos e brasileiros, e integrantes do grupo.</p>
<p> Enfim, é bom saber que no Brasil existem boas produções para quem curte eletrônico, darkwave e EBM. Se quiserem conhecer mais sobre a dupla é só visitar o site <a class="link1" href="http://www.unfactory.com/" target="_blank"><strong>http://www.unfactory.com/</strong></a>, onde inclusive são disponibilizados arquivos MP3 para quem quiser ouvir o som do grupo que em breve deve estar produzindo seu terceiro disco.</p>
<p> <strong>Negative</strong></p>
<p align="justify"><strong>Track list:</strong></p>
<p>1. Dreams Over (part I) <br /> 2. Usable<br /> 3. Theory of Constraints<br /> a) Identification<br /> b) Subordination<br /> c) Elevation<br /> 4 . Expected<br /> 5 . Answer Machine<br /> 6 . About Time<br /> 7 . Not Anymore<br /> 8 . Dreams Over (part II)</p>
<p> <strong>Positronic</strong></p>
<p><strong>Track list:</strong></p>
<p>1. Usable (traumatize-rebellion mix) &#8211; por Sacred Complex (Alemanha)<br /> 2. Usable (wasted mix) &#8211; por Mortal Void (Germany)<br /> 3. Theory of Constraints (remixed version) &#8211; por Angel-99 (EUA)<br /> 4. Expected (derranged mix) &#8211; por Unfactory (Brasil)<br /> 5. Usable (remixed version) &#8211; por Divide by Zero (Brasil)<br /> 6. Expected (fragmented mix) &#8211; por Winterchylde (EUA)<br /> 7. Usable (abused mix) &#8211; por Mortal Void (Alemanha)<br /> 8. Answer Machine (answer that shit mix) &#8211; por Unfactory (Brasil)<br /> 9. Not Anymore (bad trip mix) &#8211; por Unfactory (Brasil)</p>
<p> </p>
<p>por Beatrix Algrave </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/review-dos-discos-negative-e-positronic-unfactory/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Morrissey &#8211; You Are the Quarry</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/morrissey-you-are-the-quarry/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Review do disco You Are the Quarry, do cantor Morrissey]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="imagens/mozz.jpg" border="0" width="170" height="169" align="left" />Condescendência é um grande mal dos artistas que já fizeram sucesso e ultrapassaram a barreira dos 40 anos. Muitos perdem a força e a contundência que os fizeram famosos em troca de um punhado de dinheiro fácil. É quando o dom vira profissão e as críticas de ontem viram lamentos tediosos. Mas há ainda gente que some, volta e rugindo mais forte do que antes. E o velho Morrissey é um deles (ou será o único?).<br /><span id="more-258"></span>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">Após sete anos sem gravar, Morrissey aceitou voltar por uma gravadora chamada Sanctuary Records, desde que ela reavivasse o logo do selo da gravadora de reggae Attack Records, que utilizava uma metralhadora. Posando com um terno bem cortado e com uma metralhadora na capa como um velho gangster, Morrissey saiu atirando para todos os lados. Não se deixe enganar com os arranjos calmos e flertando às vezes até com o moderno em excesso em algumas passagens, pois o velho desbocado está cantando mais baixo, mas não deixa ninguém fora do seu ódio. E como é bom ver alguém fazendo de seu ódio um instrumento contra a apatia e o tédio politicamente correto do mundo moderno.</p>
<p align="justify">Em 12 faixas, ele cutuca o grande irmão, os Estados Unidos, logo na faixa de abertura “America Is Not the World”, quando afirma que nunca um negro, mulher ou gay foram presidentes naquele país. Ele ainda cospe novamente na monarquia inglesa, nos partidos conservador e trabalhador na pungente “Irish Blood English Heart” e critica a Deus por ter dado a ele tanto amor em um mundo sem um pingo de sentimento “Você me odeia?” pergunta ele ao Homem de cima, quatro vezes, ao final. Afirma que o mundo está lotando de pessoas insípidas e pergunta como alguém pode saber exatamente como ele se sente. Obviamente há baladas de amor não correspondidas da mesma estirpe de “There Is A Light That Never Goes Out”, que é o caso de “Let Me Kiss You”: “Mas então você abrirá seus olhos/e você verá alguém/que você fisicamente despreza/mas meu coração está aberto/meu coração está aberto para você”. Quem ainda tem coragem de escrever algo desse teor?</p>
<p align="justify">Sua ironia cortante está presente em “All the Lazy Dykes” (Todas as Sapatonas Vagabundas). E para fechar o disco um recado aos ex-companheiros dos Smiths falando dos anos e anos em que brigaram nos tribunais por dinheiro em que ele afirma “Vocês saberiam que eu não conseguiria durar”.</p>
<p align="justify">Com uma produção impecável a cargo de Jerry Finn, que trabalhou com Green Day, Morrissey mostra uma raiva que estava encubada em seus trabalhos há anos. Seu último trabalho, <strong>Maladjusted</strong> havia sido em 1997 e nos sete anos de ausência, o mais britânico dos roqueiros até arriscou morar em Los Angeles por algum tempo, como forma de sair de cena e pode afiar os dentes e seus discursos. E a impressão que se tem ouvindo <strong>You Are the Quarry</strong> é que nem sempre é necessário sair berrando e ter guitarras afiadas e altas para se dar um recado. Morrissey voltou em 2004 e perigas de ter lançado o disco do ano e mostrado, para quem o considerava morto ou apenas uma tia velha ranzinza, que o descanso fez bem. Graças aos céus que algumas vozes não se calam. Ou como o próprio definiu em “Irish Blood English Heart” – “não há no mundo alguém que eu tema e nenhum regime pode me comprar ou vender”.</p>
<p align="justify">Morrissey, mesmo depois de tantos anos, chamou dois velhos amigos, os competentes e seguríssimos guitarristas Boz Boorer e Alain Whyte, completando o time com o baixista Gary Day, o baterista Dean Butterwoth e o pianista Roger Manning.</p>
<p align="justify">Espero que ele tenha voltado de vez e que nos brinde com algum show abaixo da linha do Equador. E rapidamente.</p>
<p><strong>Faixas</strong></p>
<p>1 – America Is Not The World<br /> 2 – Irish Blood, English Heart<br /> 3 &#8211; I Have Forgiven Jesus<br /> 4 – Come Back to Camden<br /> 5 – I’m Not Sorry<br /> 6 – The World Is Full of Crashing Bores<br /> 7 – How Can Anybody Possibly Know How I Feel?<br /> 8 – First of the Gang to Die<br /> 9 – Let Me Kiss You<br /> 10 – All the Lazy Dykes<br /> 11 – I Like You<br /> 12 – You Know I Couldn’t Last</p>
<p>por Rubens Leme da Costa  </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/morrissey-you-are-the-quarry/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Morrissey &#8211; Live at Earls Court</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="justify"><img src="imagens/mozz_live.jpg" border="0" width="170" height="170" align="left" />Se                    você pensa que Morrissey está morto, não                    canta mais nada e que seu carisma fugiu por algum ralo, tome                    cuidado ao ouvir esse CD porque levará um susto!</p>
<p align="justify">O homem mais triste do                    planeta lançou um disco ao vivo &#8211; o segundo de sua carreira-solo                    &#8211; mostrando que ainda sabe cativar uma imensa audiência.                    E, incrível!, é capaz ainda de cantar (e bem!)                    aos 44 anos. Live at Earls Court vem em um                    estojo luxuoso (capinha digipack, acabamento raro em se tratando                    de lançamento nacional) e mostra Morrissey cantando 18                    músicas de sua carreira-solo, dos tempos dos Smiths e                    até algumas covers.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p><span id="more-257"></span>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">O disco abre com a eterna                    &#8220;How Soon Is Now&#8221;, clássico de Hatful                    Of Hollow, segundo disco de sua ex-banda e do longínquo                    ano de 1984. É claro que falta Johnny Marr na guitarra                    e que bate a saudade do grande grupo daquela década,                    mas há ainda Morrissey!</p>
<p align="justify">Em seguida, é                    a vez de &#8220;First Of The Gang To Die&#8221; de You Are The                    Quarry, que é acompanhada com grande entusiasmo pelos                    17.183 fãs presentes. A temperatura esquenta com &#8220;November                    Spawned A Monster&#8221;, uma das peças mais torturadas                    já escrita pelo bardo. Após a divertida &#8220;Don&#8217;t                    Make Fun Of Daddy&#8217;s Voice&#8221;, o clima pega fogo com outro                    clássico smithniano, &#8220;Bigmouth Strikes                    Again&#8221;, onde Morrissey atualiza a letra ao cantar &#8220;&#8230;                    and her Ipod started to melt&#8221;, ao invés                    de &#8220;her walkman to melt&#8221;. </p>
<p align="justify">As homenagens começam                    com &#8220;Redondo Beach&#8221;, clássico de Horses,                    disco de estréia de Patti Smith e o favorito do cantor.                    Aliás, &#8220;Redondo Beach&#8221; foi lançado recentemente                    como single. Após &#8220;Let Me Kiss You&#8221;, Morrissey                    cita &#8220;Subway Train&#8221; dos New York Dolls na introdução                    de &#8220;Munich Air Disaster 1958&#8243; e cai em &#8220;There                    Is A Light That Never Goes Out&#8221;, arrancando lágrimas                    dos histéricos fãs. </p>
<p align="justify"> A temperatura volta                    a esquentar com a seqüência final iniciada com &#8220;I                    Have Forgiven Jesus&#8221;, e terminando com &#8220;Last Night                    I Dreamed That Somebody Loved Me&#8221;, jamais tocada ao vivo                    pelos Smiths e que encerra o CD.</p>
<p align="justify">Morrissey mostra ótima                    presença de palco e que ainda controla uma grande audiência                    apenas com seu dedo mindinho. Apesar dos anos a mais e alguns                    quilinhos extras, o velho bardo coroa a apresentação                    com uma grande apresentação escorada por uma competente                    banda de cinco músicos &#8211; os guitarristas Boz Boorer (que                    toca clarineta, congas e até faz backing vocals) e Jesse                    Thomas; o baixista Gary Day, o baterista Deano Butterworth e                    o tecladista, trumpetista Mike V. Farrell. Gravado sem overdubs                    (ou seja, sem retoques de estúdio), Live at Earls                    Court merece ser ouvido bem alto e mostra que o pedido                    ao público no encerramento do disco (&#8220;don&#8217;t forget                    me!&#8221;) tão cedo não ocorrerá. Morrissey                    continua bem vivo para seu público e para todos aqueles                    que amam a música pop. Para esquecermos essas canções,                    precisaríamos apagar boa parte de nossas vidas ou sofrermos                    uma lobotomia.</p>
<p align="justify">Faixas</p>
<p align="justify">1. How Soon Is Now <br />                   2. First Of The Gang To Die <br />                   3. November Spawned A Monster <br />                   4. Don’t Make Fun Of Daddy’s Voice <br />                   5. Bigmouth Strikes Again <br />                   6. I Like You <br />                   7. Redondo Beach <br />                   8. Let Me Kiss You <br />                   9. Munich Air Disaster 1958 <br />                   10. There Is A Light That Never Goes Out <br />                   11. The More You Ignore Me <br />                   12. Friday Mourning <br />                   13. I Have Forgiven Jesus <br />                   14. The World Is Full Of Crashing Bores <br />                   15. Shoplifters Of The World Unite <br />                   16. Irish Blood, English Heart<br />                   17. You Know I Couldn’t Last<br />                   18. Last Night I Dreamed That Somebody Loved Me</p>
<p align="justify">Por                    Rubens Leme da Costa </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/morrissey-live-at-earls-court/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Morrissey &#8211; Ringleader of the Tormentors</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 23:49:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>

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		<description><![CDATA[Está                    mais do que na hora de colocar Morrissey no trono dos grandes                   ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img src="imagens/ringleader.jpg" border="0" width="178" height="170" align="left" />Está                    mais do que na hora de colocar Morrissey no trono dos grandes                    e imortais cantores e compositores do rock. Já é                    mais do que hora de reverenciá-lo como o grande nome                    dos anos 80 (xô, Bono!) e vê-lo ao lado de Bob Dylan,                    Van Morrison, David Bowie, etc&#8230; Morrissey é grande,                    genial e, ao que parece, inegostável.</p>
<p align="justify">Ringleader of                    the Tormentors é mais uma prova do seu enorme                    talento, tanto que alcançou o número 1 das paradas                    britânicas. Há quanto tempo um verdadeiro disco                    de rock não alcançava esse mérito (xô,                    U2!)? </p>
<p align="justify"> </p>
<p><span id="more-256"></span>
<p align="justify">Classificado como o &#8220;disco                    mais rock&#8217;n&#8217; roll feito por Morrissey&#8221;, o novo trabalho                    &#8211; lançado em 3 de abril de 2006 &#8211; mostra que o bocudo                    continua afiado e com músicos igualmente afiados, que                    deram Morrissey uma sonoridade muito distante de seus pares.</p>
<p align="justify">O disco conta com algumas                    particularidades: a primeira foi ser gravado fora do eixo América-Reino                    Unido. O local para a empreitada foi Roma, capital da Itália.                    A missão de comandar os trabalhos ficou com o lendário                    produtor Tony Visconti, velho conhecido dos fãs de David                    Bowie, um dos grandes ídolos do ser mais miserável                    do planeta. Visconti entrou no projeto depois que Jeff Saltzman                    não pôde aceitar o convite. E Visconti conduziu                    Morrissey ao um tremendo disco, com forte influências                    do próprio Bowie e até de T. Rex.</p>
<p align="justify">Como todo bom polemista,                    Morrissey já deixa alguns ouvintes com o cabelo em pé                    na faixa de abertura, &#8220;I Will See You in Far-off Places&#8221;.                    Muitos acreditam que ela se refere a Osama bin Laden. Outros                    acham que ela pode ter sido dedicada a um amante (embora Morrissey                    tenha jurado mais de uma vez que jamais teve algum relacionamento                    amoroso com outro ser humano&#8230;)</p>
<p align="justify">A segunda faixa, &#8220;Dear                    God Please Help Me&#8221;, conta com um excelente arranjo de                    cordas, cortesia de Ennio Morricone, autor de várias                    trilhas-sonoras para o cinema. &#8220;You Have Killed Me&#8221;                    foi a primeira faixa a ser escolhida como single e alcançou                    a terceira posição nas paradas e traz outra das                    grandes letras de Morrissey sobre dor e rejeição.                    A mesma cita ainda o cineasta italiano Pier Paolo Pasolini e                    a cidade de Roma.</p>
<p align="justify">Tony Visconti conta que                    o disco foi feito em um clima de grande paz, alegria e camaradagem:                    &#8220;foi um dos melhores discos que já produzi. Morrissey                    é impressionante e canta com grande paixão e confiança.                    É certamente um dos melhores discos, senão o melhor,                    de sua carreira.&#8221;</p>
<p align="justify">Morrissey usou também                    um coro de vozes infantis em duas faixas &#8211; &#8220;At Last I Am                    Born&#8221; e &#8220;The Youngest Was The Most Loved&#8221; e deixou                    clara suas influências dos anos 70 nos arranjos. Ouça                    a faixa oito &#8211; &#8220;I&#8217;ll Never Be Anybody&#8217;s Hero Now&#8221;                    &#8211; e perceba um piano idêntico ao de Mike Garson, na fase                    Aladdin Sane, de Bowie.</p>
<p align="justify">Trabalhando com uma base                    de longa data &#8211; os guitarristas Alain Whyte e Box Boorer e o                    baixista Gary Day &#8211; Morrissey disse que foi o novo guitarrista                    de sua gangue &#8211; Jesse Tobias &#8211; que deu nova alma ao trabalho.</p>
<p align="justify">Com o novo disco e shows                    costumeiramente lotados, é rezar para que Morrissey apareça                    novamente por aqui e faça a alegria dos fãs. Porque                    se há um artista que soube envelhecer com dignidade e                    melhorou com o tempo, esse artista é Morrissey. </p>
<p align="justify">Ah, e xô, U2!</p>
<p align="justify">Faixas</p>
<p>1. I Will See You in Far-off Places <br />                   2. Dear God Please Help Me <br />                   3. You Have Killed Me <br />                   4. The Youngest Was the Most Loved <br />                   5. In the Future When All&#8217;s Well <br />                   6. The Father Who Must Be Killed <br />                   7. Life Is a Pigsty <br />                   8. I&#8217;ll Never Be Anybody&#8217;s Hero Now <br />                   9. On the Streets I Ran <br />                   10. To Me You Are a Work of Art <br />                   11. I Just Want to See the Boy Happy <br />                   12. At Last I Am Born </p>
<p>Por                    Rubens Leme da Costa </p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/morrissey-ringleader-of-the-tormentors/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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