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	<title>Página da Beatrix &#187; RPG</title>
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	<description>Página da Beatrix</description>
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		<title>Personagem &#8211; Satsuki, a guerreira</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 16:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre a personagem Satsuki, a guerreira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Satsuki era a caçula e a única filha mulher em uma família de cinco irmãos. E como tal estava destinada a ter uma vida pacata de esposa e mãe. Inclusive já havia um pretendente destinado a desposá-la. Entretanto, mesmo contra a vontade do pai, a jovem criou gosto pelas artes da esgrima e da luta, e tanto aborrecia seus irmãos que estes acabavam cedendo a vontade da jovem e ensinavam-lhe as artes marciais. Nesse momento a moça largava rapidamente o tear, a caligrafia ou os bordados que tanto a enfastiavam e pegava uma espada para lutar com os irmãos. Se no início tratava-se mais de uma brincadeira, depois a jovem foi ficando cada vez mais habilidosa, chegando a superar seus irmãos com sua técnica.<br />
Infelizmente, a paz na família de Satsuki duraria pouco, pois sendo uma importante família de guerreiros, seu pai e depois seus irmãos, passaram a ser constantemente desafiados por aqueles que desejavam granjear fama e fortuna e tornar-se guardiões do feudo onde a família da moça morava. Os irmãos de Satsuki enfrentavam a todos esses usurpadores com honra e coragem.</p>
<p>Mas nem todos os desafiantes eram igualmente honrados. Assim, um dia um grupo de mercenários cujo pai do líder havia morrido ao perder uma luta contra o pai de Satsuki resolveu vingar-se de forma desonrosa. Preparou uma armadilha para os quatro irmãos de Satsuki.<br />
Convidou-os para um duelo em meio a floresta, em que desafiaria supostamente um a um para vingar a morte de seu pai. Só que em vez disso preparou uma emboscada em que 50 homens atacaram covardemente os irmãos de Satsuki e os assassinaram, não antes é claro de muita resistência. Apesar do número covarde, os irmãos da jovem lutaram bravamente, mas infelizmente não puderam resistir e acabaram mortos.</p>
<p>O pai de Satsuki mesmo não sendo mais o jovem de outrora resolveu que vingaria a morte dos seus filhos mesmo que fosse a última coisa que fizesse em vida.</p>
<p>E desafiou o líder dos mercenários para um duelo na praça principal do vilarejo. Mostrou assim grande nobreza ao propôr ao jovem temerário uma disputa honrosa, bem diferente da que foi oferecida a seus filhos.<br />
O desafio foi aceito, mas infelizmente o pai de Satsuki foi derrotado e morreu em combate, pois já não era mais o guerreiro de tempos atrás.</p>
<p>O jovem mercenário com a morte do pai de Satsuki proclamou que como não restara mais ninguém da família para desafiá-lo, tomaria as propriedade da família da moça, tornaria a mãe de Satsuki uma criada e tomaria a moça como sua concubina.</p>
<p>Diante disso a moça levantou-se e propós um desafio. Ela, Satsuki contra o líder dos mercenários. Se ela perdesse ele poderia matá-la e fazer o que quisesse com sua mãe e as propriedades. Mas se ele perdesse, ela lhe tiraria a vida e todos os seus mercenários deveriam deixar o feudo e nunca mais retornar.</p>
<p>Certo de sua vitória, o líder dos mercenários aceitou o desafio. Após uma luta renhida, Satsuki o derrotou, matando-o, garantindo a posse das propriedades, sua liberdade e a da mãe.<br />
Os mercenários que tentaram quebrar o pacto foram massacrados pelos homens do vilarejo, fartos de tanta injustiça e desonra. Os que sobreviveram nunca mais quiseram ver o feudo nem Satsuki.<br />
Depois de pouco tempo, a mãe de Satsuki morreu e a moça decidiu que não deveria permanecer no feudo. Deixou as propriedades aos cuidados das esposas viúvas de seus irmãos e partiu em busca de aventuras e conhecimento, tornando-se uma guerreira cada vez mais respeitada, procurando mestres no intuito de aprimorar sua técnica na esgrima e nas artes marciais. Além da excelência nas armas, Satsuki procura também combater as injustiça que encontra em seu caminho.</p>
<p>Nessas viagens acabou por encontrar Lúcio o andarilho, discipulo do mestre Fuelen. Tornou-se a princípio sua discipula, aprendendo com ele várias técnicas no manejo da espada. Depois tornou-se sua amiga. Até que as andanças novamente os separaram.<br />
Agora quis o destino que seus caminhos mais uma vez venham a se cruzar na estranha cidade de Morrendo.</p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/personagem-satsuki-a-guerreira/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Personagem &#8211; Cassandra, a voz de Iria</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 16:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre a personagem Cassandra, A Voz de Iria, criada para D&#038;D]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antes de descobrir-se como alma favorecida da deusa Meshkenet e de Iria, Cassandra morava na cidade de Hollow Hills, de onde foi expulsa e quase linchada. Mas isso é claro foi depois que ela foi expulsa também de sua cidade natal, Silent Hedges.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecemos por contar o que aconteceu em Silent Hedges.</p>
<p style="text-align: justify;">Cassandra vivia com seus pais e uma irmã mais velha, chamada Adriana, a quem seus pais pareciam dar muito mais atenção e carinho. Cassandra às vezes parecia mais uma serviçal da irmã que outra coisa. O primeiro sonho nefasto que Cassandra teve, logo aos treze anos foi a morte de sua irmã Adriana. Cassandra em sua inocência contou o fato aos pais, que acharam aquilo uma tolice sem sentido. Mas dentro de pouco mais de uma semana o sonho de Cassandra se realizou e sua irmã foi encontrada morta, afogada em um lago. Depois daquilo os pais da Cassandra começaram a acreditar que tinha sido um demônio que havia possuído o corpo da menina pra dar-lhe tal sonho, ou mesmo a desconfiar que havia sido Cassandra a autora da morte. O próprio pai de Cassandra expulsou-a de casa, e não encontrando acolhida em nenhum lugar da cidade ela resolveu deixar Silent Hedges antes que a população a acusasse de bruxaria ou assassinato e a condenassem à morrer na fogueira.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sem família e sem amigos e com pouco mais que uma trouxa de roupas e nenhum dinheiro, Cassandra tomou a estrada para perambular pelo mundo. No caminho foi abordada por um grupo de bandidos mercenários e feita prisioneira. Depois de abusarem da moça venderam-na como escrava para um bordel na cidade de Hollow Hills, onde Cassandra foi obrigada a se prostituir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sendo tantas vezes abandonada e magoada, Cassandra foi se tornando cada vez mais cética e pessimista em relação às pessoas. Entretanto, o dom que a fez ser rejeitada e expulsa de casa pela família não a abandonara, pelo contrário, os sonhos de Cassandra foram se tornando cada vez mais freqüentes e terríveis, parecendo funcionar apenas para coisas funestas. Mesmo amargurada, Cassandra ainda tentava ajudar aqueles que eram objeto de seus sonhos.Uma vez contou a um dos clientes do bordel que seu pai seria assassinado. O rapaz zombou de Cassandra e fez pouco caso do que ela disse, mas quando o fato se concretizou, ele ficou furioso e retornou ao bordel disposto a espancá-la e matá-la e só não o fez porque o dono do bordel não permitiu, pois não deixaria que ninguém estragasse uma &#8220;mercadoria&#8221; sua.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por causa desse e de outros acontecimentos similares, os homens que freqüentavam o bordel passaram a evitar Cassandra, e mesmo as outras moças que lá trabalhavam começaram a evitar a sua companhia. Todos a viam como portadora de alguma maldição, uma figura nefasta e soturna da qual era melhor não se aproximar. Já nesse tempo ela começou a ser conhecida como &#8220;A voz de Iria&#8221;. Desse modo Cassandra foi se tornando ainda mais solitária. Apesar de ser a princípio um alívio, a recusa dos clientes trouxe graves problemas à Cassandra, pois o dono do bordel ficou muito insatisfeito. Afinal, porque alimentá-la, vesti-la e abrigá-la se ela não trazia lucro?</p>
<p style="text-align: justify;">Os poucos homens a quem Cassandra servia eram forasteiros, que uma vez desconhecendo a fama de Cassandra, eram cativados pela beleza da estranha moça.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos na cidade sem exceção conheciam a fama de Cassandra e mesmo desprezando-a não eram poucos os que começaram a procurá-la às escondidas, para que ela lhes lesse a sorte, coisa que Cassandra passou a fazer por dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O problema é que as pessoas na maioria das vezes não querem ouvir a verdade, especialmente no que diz respeito ao futuro, e Cassandra passou a mentir para agradar as pessoas e começou a ganhar muito dinheiro com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Assim, as coisas pareciam melhorar, e com o dinheiro que ganhava vendo a sorte, ela conseguiu até pagar o que devia ao dono do bordel. Este, percebeu que Cassandra tinha um talento muito melhor a ser explorado e já não a perturbava mais obrigando-a a se deitar com nenhum cliente. Ele começou a ganhar muito dinheiro e Cassandra também.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Entretanto, um sonho funesto mudaria de vez o destino de Cassandra. Ela previu sofrimento e morte através de uma peste terrível que viria do mar. Tentando ajudar as pessoas e evitar o pior, Cassandra resolveu revelar seu sonho e tentar de algum modo salvar a cidade. Mas como sempre, foi em vão. Ridicularizaram sua premonição e zombaram de Cassandra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">- Quem essa prostituta pensa que é? O sacerdote da cidade não disse nada sobre peste nenhuma, nem nossos maiores magos e adivinhos. Acaso ela se julga superior a eles? Acaso os deuses falariam com uma meretriz e não com homens santos? Todos eles vêem bons presságios para a cidade, apenas ela, essa mulher soturna e agourenta vê catástrofes por toda parte.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas em pouco tempo, a peste veio. Conforme Cassandra previra, ela veio do mar, através de um grupo de mercadores que chegaram de longe, vindo pelo mar, e que depois de uma longa viagem vieram trazer a peste à cidade de Hollow Hills.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando homens e animais começaram a cair como moscas,todo o ódio da população e a culpa pelo mal que assolava a cidade veio recair sobre Cassandra. Uma multidão enfurecida se juntou diante do bordel exigindo que Cassandra fosse entregue. O dono do bordel não teve escolha a não ser entregar a moça nas mãos de seus algozes. Assim, Cassandra foi arrastada pela multidão enfurecida, teve os cabelos cortados e as vestes rasgadas, teve mãos e pés atados, sendo levada para fora da cidade, onde seria apedrejada até a morte pelo povo de Hollow Hills.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, algo aconteceu antes do apedrejamento. Enquanto homens e mulheres juntavam enormes pedras do chão para atirar na moça, um forte terremoto se fez sentir, e uma enorme fenda rasgou o chão tragando parte da multidão que desejava destruir Cassandra. Diante destes acontecimentos os habitantes de Hollow Hills fugiram abandonando sua presa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Cassandra não sabia se lamentava ou agradecia o fato de ainda estar viva, quando viu se aproximar a figura de uma velha decrépita e corcunda que vinha em sua direção, apoiada em um cajado de madeira. A velha com um toque de seu cajado desamarrou Cassandra, curou parte de seus graves ferimentos e conduziu a moça até a caverna onde morava, onde tratou dela e a alimentou.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A velha mostrou a Cassandra o quanto seu dom era especial para desperdiçá-lo com pessoas tolas e sem escrúpulos. Aos poucos Cassandra foi descobrindo que tinha outras capacidades além de prever o futuro. Assim, durante o tempo em que viveu com a misteriosa anciã da caverna, Cassandra aprendeu a se conhecer melhor e aos dons que lhe foram concedidos pela deusa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Um dia a velha simplesmente desapareceu, Cassandra a procurou por toda a planície de Hollow Hills e nem sinal dela, ela parecia ter evaporado tão misteriosamente como quando apareceu. Cassandra descobriu que tanto a cidade de Hollow Hills quanto Silent Hedges eram agora apenas ruínas e pó, totalmente devastadas pela peste.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, Cassandra passou a vagar de cidade em cidade, aprendeu a fazer itens mágicos para poder sobreviver e às vezes quando procurada fazia o trabalho de vidente, mas eram poucos os que queriam ver o futuro pelos lábios da “Voz de Iria”.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de tudo o que passou, Cassandra acredita que seu dom existe por uma razão especial, desejando conhecer mais sobre isso ela acabou se dedicando a Meshkenet, deusa do destino e a Iria, aquela que favoreceu a sua alma com tais dons.</p>
<p style="text-align: justify;">Cassandra às vezes se pergunta se a praga que assolou as cidades e as destruiu seria obra do destino realmente, ou se não seria fruto do seu ódio, por todos os males que sofreu nesses lugares e o desprezo que recebeu de seus habitantes. Será que Cassandra de fato prevê o futuro, ou os sonhos que tem provêm de seu desejo de vingança contra os que lhe causaram mal, e que por algum poder funesto se tornariam realidade?</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Cassandra, A voz de Iria" src="http://www.beatrix.pro.br/wp-content/gallery/arte-3d/cassandra_br.jpg" alt="Cassandra, A voz de Iria" width="464" height="467" /></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/personagem-cassandra-a-voz-de-iria/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Personagem &#8211; Arielle, a barda</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 15:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre a personagem Arielle, a barda. Criada para um jogo de D&#038;D tradicional]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Arielle a barda a seu dispor. Posso lhe dar a honra de apreciar a boa música e a verdadeira dança. Sim, eu sou muito orgulhosa de minha arte e ciente do meu talento, e não apenas disso. Sei que quando toco ou danço, Liria a deusa da beleza fala por mim seja através de meu corpo ou de minha voz. É a ela que devo minha arte e o que sou, mas não apenas a ela é claro. Também tenho profunda gratidão pelo mago que cuidou de mim quando criança. Ele foi gentil, paciente até demais. Deu a mim o carinho e a atenção que não recebi de meus pais. Porque eles me abandonaram? Eu não faço idéia, mas às vezes eu suponho. Provavelmente eu devo ter sido motivo de vergonha, de uma elfa que se apaixonou por um humano, ou quem sabe de uma humana que sucumbiu aos encantos de algum elfo salafrário. Seja lá o que aconteceu, eu não os perdôo. Um dia eu vou encontrá-los e eles se arrependerão amargamente do que fizeram. Deixar uma criança indefesa, ainda por cima tão bela em uma estrada. Eu poderia ter sido devorada por lobos, ou por qualquer outra fera. Mas o mago me achou e me levou para o orfanato onde fui criada entre outras crianças iguais a mim, mas apenas na sorte.</p>
<p style="text-align: justify;">É lógico que nenhuma delas tinha a mesma inspiração que eu, ou a minha beleza. Foi Liria, é claro que guiou o mago para me encontrar. Ela não poderia permitir que a minha beleza se perdesse no estômago de alguma fera da floresta. Eu sou especial, e um dia aqueles malditos reconhecerão isso. Eu não só criarei as elegias mais célebres mas outros bardos criarão poesias para enaltecer as qualidades da minha arte, e muitos virão de longe para me ver dançar.Quem sabe entre esses não estarão meus pais?</p>
<p style="text-align: justify;">Lembro das humilhações que passei por causa deles. O mago é claro, era bem intencionado, mas eu merecia algo melhor. Belas roupas, jóias, criados&#8230;e não as roupas pobres de orfã, e além disso ter que fazer as pequenas tarefas que cabiam a cada um no orfanato. Eu era uma orquídea em meio a um pântano.E meus irmãos eram de origem tão variadas. Havia é claro humanos e elfos, mas para ambos eu era vista com estranheza. O que ela é afinal? Alguns deles perguntavam ao mago. Os elfos não me entendiam, e nem mesmo os humanos.Os humanos faziam troça das minhas orelhas pontudas, e os elfos das minhas formas, por eu não ser tão frágil e delicada como as elfas, e por minhas orelhas serem tão curtas. Um tipo de beleza exótica sem dúvida, alguns diziam. Minha beleza é especial, assim como minha arte. Isso que eles precisavam entender.</p>
<p style="text-align: justify;">Não admitia esses insultos, quando o que eu deveria receber era admiração, embevecimento. Eu tinha que me defender é claro. Como não era forte como alguns dos meus irmãos, nem tão rápida como outros deles aprendi a me defender com palavras. Sim, eu sei que palavras podem ferir, às vezes mais que facas. Antes que me criticassem eu criticava. Antes que apontassem meus defeitos eu expunha os deles, muito piores que os meus é claro. E caso isso não bastasse e ainda quisessem me agredir, eu sempre conseguia atrair alguém mais forte para o meu lado, não com o veneno da língua, mas com o mel que eu também aprendi a destilar. E anos de mágoa, também me fizeram ser paciente, saber esperar a hora certa para aquela vingança. Não esquecer jamais de quem me feriu, e garantir que o troco venha no momento certo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o que eu digo pode parecer cruel, tente imaginar-se no meu lugar. Saída de um orfanato com uma roupa humilde, e apenas o essencial para sobreviver, tendo que buscar praticamente sozinha o reconhecimento que eu tanto merecia. É claro que nessa jornada eu muito aprendi. A primeira lição foi bem dura por sinal. Tentei estabelecer-me em uma cidade elfica, a mais próxima do lugar em que fui encontrada, imaginando quem sabe encontrar lá minhas origens. O professor a quem eu deveria me apresentar com uma carta de recomendação nem sequer quis me receber. Provavelmente ele deve ter pensado que uma humana não poderia chegar aos pés da sua profunda arte élfica. E os olhares que me dedicavam nas ruas eram um misto de desprezo e curiosidade. Apenas fiquei um único dia, na hospedaria mais barata que encontrei na cidade. Passei a noite acordada chorando pela humilhação. Na manhã seguinte parti. Quase fui assaltada na estrada mas ao ver os meus andrajos os bandidos desistiram. Eles evidentemente poderiam ter feito algo pior, abusado de mim, ou me vendido como escrava mas, felizmente ainda tinham um pouco de decência, e ainda me deixaram na cidade seguinte, depois que os destraí no trajeto contando algumas histórias que tanto gostava de inventar. Foi nesse momento que realmente senti o poder do meu talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de alguma dificuldade consegui chegar a uma cidade de humanos, próximo ao local onde o mago me localizou. Não sei até hoje se foi nessa cidade que nasci ou na outra. Ás vezes olhava as pessoas na rua, tentando notar alguma semelhança, mas nada. Meu pai ou minha mãe humana deveriam ser dotados de rara beleza, assim nenhum daqueles ali poderiam ser meus pais. Talvez um viajante. A cidade de fato recebia vários. Essa idéia só me angustiava e ainda angustia. Mas o fato é que ainda não consegui desvendar o segredo das minhas origens. O professor humano que me orientou soube reconhecer meu talento e dedicação. Foi um verdadeiro mestre, e de fato minha dedicação foi exemplar. Além dele é claro tive outros. Ele soube quando não havia mais nada a me ensinar e assim evoluí, e assim procurei outros mestres.<br />
Hoje considero-me uma verdadeira barda, e minha arte é incomparável, mas claro ainda posso aprender mais, me aprimorar mais, a perfeição não tem limite, e por isso creio que também a deusa deve estar feliz e orgulhosa por ter me escolhido e salvo minha vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, viajo de volta as minhas origens, por mais que muitas vezes odeie essa mesma origem não tenho como apagá-la. Então, irei visitar o mago que me criou, e quem sabe não encontre também alguns dos meus irmãos avoados. Apesar de tudo, às vezes sinto saudades deles. Mas é claro que eles também devem sentir saudades de mim. Eu sou especial, e com certeza inesquecível. Ficarão surpresos em ver que me tornei ainda mais bela, e que canto e danço ainda melhor. Despertarei inveja é claro, mas paciência, nem todos podem ser eu.</p>
<p><a href="http://www.beatrix.pro.br/imagens/ariella_cenario.png"><img title="Arielle" src="http://www.beatrix.pro.br/imagens/ariella_cenario-300x225.png" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/personagem-arielle-a-barda/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Personagem &#8211; Eve</title>
		<link>http://www.beatrix.pro.br/index.php/personagem-eve/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 00:52:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Personagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Sobre Eve Dancourt]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ninguém jamais saberá tudo sobre Eve. Isso porque talvez ela seja uma das mais notórias mentirosas que existem. Ao que Eve responderia sorrindo. “O divertido é improvisar, para isso que temos a imaginação, é triste quando uma história fica para sempre igual”.</p>
<p style="text-align: justify;">Eve gostava de improvisar principalmente nos palcos e fazê-lo com maestria, ao ponto de ter sido, em vida, chamada várias vezes de a Sarah Bernhardt britânica, enquanto ascendia meteoricamente nos palcos. A vida de Eve, entretanto, não teve nada de improvisação, tudo foi na verdade friamente planejado seja por ela seja pelos outros que a rodeavam.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde seu início na vida social como cortesã de luxo até sua triunfante estréia no teatro tudo foi muito bem planejado.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas claro que entre uma coisa e outra há uma história a ser contada, e talvez a única pessoa que a conheça em detalhes seja a própria Eve. Mas vamos aos detalhes sórdidos que de fato é aquilo que nos interessa, pois é uma inverdade achar que buscamos somente a grandeza na história dos grandes homens e grandes mulheres. Nosso fascínio é principalmente pelas coisas sórdidas, pelo indigno e vil que há por trás das pessoas chamadas de grandes, pois isso facilita digerirmos sua grandeza, descê-las dos pedestais e compará-las a nós mesmos com nossos fracassos e defeitos. Por isso as pessoas se deleitavam com as intrigas e fofocas palacianas e é isso que alimenta os paparazzi e a indústria das revistas e jornais que bisbilhotam a vida das celebridades nos dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltemos a Eve. Mesmo constando em sua biografia oficial que ela seria filha bastarda de um nobre falido e uma jovem atriz que teria feito muito sucesso caso não tivesse morrido tuberculosa, a verdade é que Eve era filha de uma atriz fracassada que vivia da prostituição e de um marinheiro irlandês que foi assassinado por dívidas de jogo e nem sequer conheceu Eve.  Alguns especulam ainda que a própria mãe de Eve o teria assassinado, mas enfim, tudo névoa, tudo fantasmagoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Eve, porém, cresceu bem longe da mãe e passou a infância e a adolescência em um colégio interno de freiras freqüentado apenas pela elite inglesa. Eve não sabia ao certo como a mãe vivia, e tecia mil fantasias sobre sua origem e seu verdadeiro pai, o que explicaria sua tendência em fantasiar suas origens.</p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia, a mãe de Eve resolveu que era hora da filha lhe restituir o investimento feito em uma educação primorosa e cara. Tirou-a do convento e arrastou-a consigo para Londres.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, com apenas 14 anos, a mãe de Eve introduziu-a no mundo das cortesãs de luxo em Londres. Para Eve isso foi um duro choque de realidade, e as coisas que sua mãe exigia que ela fizesse feriam todos os princípios que ela aprendera no convento.</p>
<p style="text-align: justify;">Praticamente a força, Eve (graças a alguns contatos de sua mãe) começou a integrar um famoso salão de cortesãs de Londres.  Aos poucos, Eve acabou por perceber nisso algumas enormes vantagens. Ao participar da intensa vida social da cidade, ela começou a freqüentar teatros e casas de ópera e começou a se deslumbrar com o que via. Se esse início não foi planejado por Eve como podemos perceber, foi planejado por sua mãe, que esperava que ela conseguisse e conquistasse tudo que ela própria não havia alcançado.</p>
<p style="text-align: justify;">O salão do qual Eve participava era freqüentado por várias figuras da elite inglesa. Foi através dos contatos do salão, que Eve conseguiu acesso a famosa Royal School of Theatre onde iniciaria a sua formação como atriz.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta escola dava aulas uma grande dama do teatro internacional, Lady Mary Baylis. Ela se afeiçoou a Eve e passou a estimular-lhe o talento. Eve passou a ser sua protegida, e muito abusou dessa proteção e do estímulo recebido. Ao ter alguém que valorizava seu talento, ela passou a se superestimar e considerar-se a melhor de todas. Claro que isso passou a despertar ciúme e inveja no competitivo meio teatral.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, a protetora de Eve viria a falecer e o diretor da Royal School não era nada tolerante com Eve e sua atitude caprichosa e desdenhosa com as demais alunas. Na verdade ele por este motivo passou a odiar a garota, chegando a persegui-la. Eve acabou sendo vítima de uma armadilha e foi acusada de roubo. Encontraram jóias de uma das alunas nos pertences de Eve e ela foi expulsa da escola. Isso foi terrível para Eve, foi como se seu mundo tivesse desabado. Para não acabar presa, ela abandonou Londres deixando sua mãe para traz e fugindo para Paris, onde esperava encontrar mais oportunidades de sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá passou a freqüentar também os salões de cortesãs de Paris. Entretanto, a maior aspiração de Eve ainda eram os palcos. Infelizmente no meio competitivo de Paris, nada foi tão fácil quanto o principio de Eve em Londres. Mas quem achava que ela com seu rosto angelical e voz suave era uma mocinha ingênua e frágil estaria muito enganado. Ela desde cedo aprendeu com sua mãe a afiar suas garras, mas antes não estava pronta para usá-las, só que agora seria diferente.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, derrubando quem se interpusesse em seu caminho, Eve acabou conquistando um papel em uma peça importante que seria apresentada no Palais Garnier, ainda que fosse como atriz substituta da estrela principal, Isabelle de Gouges.</p>
<p style="text-align: justify;">Eve é claro não podia se contentar com tão pouco, ela almejava uma chance de mostrar ao público todo o seu talento. Ao menos uma chance para mostrar o que poderia fazer. Assim ela formulou um plano aproveitando que a estrela principal passaria uma temporada antes da estréia em uma casa de campo nos arredores de Lyon. Antes da viagem Eve já vinha se encontrando com um dos empregados da atriz principal, e assim o subornou para que ele simulasse um pequeno acidente na estrada que fizesse com que ela se atrasasse na viagem de volta para Paris e assim perdesse a estréia.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, o que aconteceu foi que o acidente acabou sendo mais grave do que Eve previra. A carruagem virou e a atriz ficou gravemente ferida. Enquanto a estrela principal da peça jazia em um leito à beira da morte, Eve estreava no teatro em grande estilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido à consternação provocada pelo acidente, as críticas em todos os jornais foram elogiosas, mas discretas quanto ao excelente desempenho de Eve, o que a deixou aborrecida. Contudo, um crítico chamado Jules Dancourt deu amplo destaque a essa estréia de Eve, tecendo altos elogios ao seu desempenho.</p>
<p style="text-align: justify;">Inebriada com o sucesso em sua primeira grande interpretação, Eve nem se importou com a posterior morte da atriz principal. Houve é claro um enterro com muita pompa, mas o assunto logo a seguir foi esquecido. Nada foi provado quanto ao acidente e todos escaparam ilesos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desse primeiro triunfo Eve ainda não se satisfez, ela queria mais e mais sucesso. E logo estava rondando um grande diretor de teatro muito festejado em Paris, para que a chamasse para a sua próxima peça. Afinal, o público esquece facilmente grandes êxitos que se seguem de silêncios. Ela fez de tudo para que ele a escolhesse para suas peças, tentou seduzi-lo, mas em vão. Então, ela resolveu pesquisar a vida privada do diretor e ao descobrir que ele tinha um caso com um rapaz de uma importante família da nobreza de Paris, passou a chantegeá-lo até que ele cedesse a sua pressão e lhe garantisse o papel que desejava.</p>
<p style="text-align: justify;">Querendo evitar um escândalo ele atendeu ao pedido de Eve. E assim, mais um sucesso seria levedo aos palcos com Eve representando o papel de destaque. Na segunda noite da peça ela teve um desmaio ao pensar ver na platéia a figura de Isabelle de Gouges, a estrela que ela assassinara, mas provavelmente deve ter sido o nervosismo natural dos palcos, e esse evento não tornaria a se repetir por muito tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse ano Eve receberia o prêmio revelação do teatro francês, aclamada por público e crítica. Ao fazer seu discurso ela teve novamente a impressão de ter visto Isabelle, o que a levou a suar frio e ficar pálida, mas todos acharam que era apenas nervosismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na festa da entrega do prêmio ela finalmente conheceu o crítico Jules Dancourt que tanto elogiara seu desempenho nos palcos. Na verdade Jules era o principal articulador para que Eve recebesse o prêmio, mas disso ela não sabia. Futuramente ela descobriria isso e muito mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois desse primeiro encontro, eles acabaram se tornando bastante íntimos, o que agradou Eve, pois assim ela teria a voz de um importante crítico do teatro francês a promovê-la. Além disso, Jules parecia ser tão maquiavélico quanto Eve, e não só a promovia como plantava todo tipo de boato sórdido sobre as outras atrizes que poderiam concorrer com Eve ou superá-la em talento, arrasando muitas carreiras promissoras.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi assim com Catherine Trouvé, a quem Eve arrasou não só a reputação, mas a própria vida. Ela seduziu Aristide, o noivo de Catherine fazendo com que ele a abandonasse. Catherine estava grávida e desesperada, então cometeu suicídio. Após a morte da rival Eve desprezou Aristide deixando-o praticamente enlouquecido.</p>
<p style="text-align: justify;">O ato seguinte de Eve seria conseguir que um dos grandes escritores da época criasse uma peça exclusivamente para ela, e dessa forma a imortalizasse. Não foi difícil com as suas amizades do círculo de cortesãs fazer tais contatos. Assim, logo ela se tornaria amante de um famoso escritor francês, que uma vez envolvido começou a escrever a peça que ela tanto desejava. Enquanto escrevia a peça, o escritor acabou se apaixonando realmente por Eve, e ela resolveu se aproveitar desse sentimento e o levou a largar a esposa e os filhos para ficar apenas com ela, dedicar-se apenas a ela. Escrever-lhe peças, poemas e até mesmo quem sabe um romance inteiro dedicado à sua pessoa.  Assim, ela o iludiu prometeu que eles viveriam juntos e de que talvez até mesmo fosse deixar os palcos.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que ao representar tão bem esse papel da amante dedicada ela conseguiu convencer até mesmo Jules.  Ao descobrir os planos de Eve e imaginar-se traído, Jules ficou furioso e começou a ameaçá-la. Disse que contaria tudo sobre ela, e que todos ficariam sabendo que ela não passava de uma cortesã, ladra assassina e vigarista. Eve ficou transtornada ao descobrir que Jules sabia toda a verdade sobre ela, inclusive do seu passado em Londres. Assim, ela contou a Jules que tudo não passava de um plano e que em breve assim que obtivesse o que desejava ela voltaria a ser só dele. De fato dali a um ano quando Eve conseguiu a notoriedade que queria através das peças do seu amante escritor, que trabalhava exaustivamente para agradar a exigente Eve, ela simulou um escândalo, acusando o escritor de espancá-la. Era a desculpa para abandoná-lo. E é claro que enquanto esteve em companhia do escritor, Eve não deixou de ver Jules nem nenhum dos seus amantes menos importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem sua família, enganado e abandonado, depois de perder tudo que lhe era caro e importante, o escritor tornou-se um alcoólatra, e vivia bêbado pelas gares de Paris, até finalmente morrer atropelado por uma carroça.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos camarotes do teatro era mais um fantasma que passou a assistir as peças de Eve. Ela agora já completamente enlouquecida pela fama e o sucesso, nem ligava para esses espectadores mórbidos. Quando agradecia as palmas ao término do espetáculo olhava para esses intrusos com o olhar duro e frio do desprezo. Afinal que culpa tinha Eve se eles eram fracos e ela era forte. Sim ela que nascera com mão dura e sem nojo da dor, e que por isso desprezava os fracos, os que se dobram.</p>
<p style="text-align: justify;">Eve entretanto, sabia que sua carreira não era eterna, ela queria ser lembrada por todos ainda no auge da sua beleza, juventude e talento, e não como uma estrela decadente arrastando-se pelos palcos à mercê da piedade alheia. Assim, o próximo ato de Eve, seria conquistar o amor de um homem bastante rico que com ela se cassasse. Sim, o bom e velho golpe do baú, mas não se pode ser criativo em tudo, essa é a verdade. Claro que Eve não teve dificuldades nessa conquista, e mais uma vez convenceu Jules de que essa seria como tantas outras, uma aventura passageira, apenas para alcançar seus objetivos. Mas Eve tencionava mesmo casar-se com o milionário e abandonar definitivamente os palcos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas seu plano não estaria completo se Jules pudesse a qualquer momento atrapalhar Eve, revelando os segredos do seu passado, chantageando-a para que ela estivesse sempre a mercê da sua vontade. A verdade é que ao saber dos segredos de Eve, Jules a tinha em suas mãos.  Assim, ela começou a planejar o assassinato de Jules que ela perpetraria logo que tivesse oportunidade. Acontece, que se Jules sabia quase tudo sobre Eve, esta na realidade não sabia nada sobre o crítico de teatro e teria uma terrível surpresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dali a uma semana, Eve mostrava-se totalmente voltada para Jules, parecia querer sempre agradá-lo e convidou-o para tomar um vinho soberbo em companhia dela. Ao vinho de Jules seria acrescentado um veneno especial que Eve havia encomendado a um herborista italiano. O veneno não poderia ser facilmente detectado e uma vez ingerido produziria um efeito semelhante a um enfarte, sendo confundido portanto com morte natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa noite Eve estava ainda mais carinhosa e sorridente para Jules, e este segurou a taça que Eve oferecia sem demonstrar sequer imaginar o que se passava. Entretanto, ao tomar o primeiro gole, a expressão dele pareceu se alterar por um breve momento. A seguir ele ingeriu o líquido e sorriu para a amante. A noite continuou calma até que perto da meia-noite Jules começou a passar mal. Estava sofrendo um enfarte. Enquanto ele parecia morrer, Eve passou a provocá-lo, jogando na cara dele o quanto ele tinha sido louco em ameaçá-la e que agora ela seria livre para ficar com quem bem entendesse, que ela já era uma estrela e não precisava dele.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse momento Jules para de fingir e começa a rir mostrando que tudo não passava de uma farsa. Depois ele fica muito sério, e a encara com um olhar que a faz quase desmaiar na poltrona.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, era assim que ela agradecia a tudo que ele havia feito por ela? Tentando assassiná-lo? Criatura tola e imbecil é o que ela era. Contudo, Jules não mudaria os planos dele, e gostasse ou não ele conservaria o talento de Eve para sempre, ainda que ela não o merecesse.</p>
<p style="text-align: justify;">- Como uma pessoa tão cruel como você pode ter sido abençoada com tanto talento? Você não precisaria fazer nada disso que fez, mesmo assim admiro a sua iniciativa e ambição. Ficar comigo para sempre Eve, esse será o seu castigo. E seus caprichos não mudarão isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela já não entendia mais nada. Sem que ela possa se mover, Jules se aproxima de Eve e ela sente seu rosto junto ao dela, e logo a seguir sente os lábios dele encostando-se em seu pescoço. Tal toque delicado e quase imperceptível segue-se da dor provocada pelos dentes de Jules que lhe perfuram a pele. A seguir o sangue flui, e a vida de Eve se esvai até que ela não sente mais nada, não ouve mais nada, apenas silêncio e escuridão. Mas não era simplesmente matá-la o que Jules desejava. Então, Eve sente o sangue dele escorrer por sua boca, e uma dor intensa toma conta de seu corpo de suas entranhas despertando-a novamente. Tudo se torna claro e ruidoso outra vez e Eve parece voltar à vida, mas não a vida a qual ela estava acostumada a ter, isso ela aprenderia depois.</p>
<p style="text-align: justify;">E foi assim que nossa estrela dos teatros sumiu dos palcos e nunca mais foi vista. Dizem que ela se casou com o crítico de teatro e foi morar em alguma terra exótica e distante. Quem vai saber? É por isso que eu continuo a insistir, que ninguém na verdade sabe nada sobre Eve, e provavelmente ninguém nunca irá saber.</p>
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		<title>Personagens &#8211; Clepsidra</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 23:40:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Personagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Personagens de jogo de RPG - A História de Clepsidra - A clériga de Obladi-Obladá]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Clepsidra &#8211; A clériga de Obladi-Obladá</strong></p>
<p>Clepsidra viveu a maior parte de sua vida no templo de Obladi-Obladá, onde foi criada desde criança. No templo aprendeu a fazer poções e mais tarde conseguiu ser aceita como clériga. O que Clepsidra mais gosta são as poções. Ela passa horas admirando os vidros, materiais e utensílios. Considera isso uma verdadeira arte. Tudo tem que estar perfeito, cada ingrediente meticulosamente preparado. Devido ao seu capricho quanto ao trabalho, a clériga se tornou muito boa naquilo que faz, apesar de às vezes deixar seus companheiros malucos com sua mania de perfeição e limpeza. Cheira as coisas para ver se não estão passadas e vive mandando os outros tomarem banho, literalmente. Fora isso é uma boa pessoa e muito amiga e companheira.</p>
<p>Apesar de se dar bem com todas as raças, incluindo humanos, Clepsidra tem certa aversão a elfos, pois os acha muito metidos e esnobes. Isso vem desde o dia em que foi destratada por um mago elfo que veio comprar algumas de suas poções e botou defeito na rolha da poção. Como Clepsidra é bastante rigorosa e perfeccionista ficou chateada e nunca mais vendeu poções a elfos. Mesmo com essa restrição normalmente a clériga costuma ser atenciosa e educada com aqueles que vêm ao templo para as orações e em busca de poções, mas os elfos ele procura evitar contato. O templo de Obladi-Obladá fica na grande cidade de Tanith na costa leste. Uma cidade à beira mar com muitos mercadores e movimento, por isso há a presença de várias raças, até mesmo orcs. As ruas de Tanith às vezes são perigosas e cheias de ladrões, o que pode ser uma ameaça para uma pequena halfling de apenas 90  centímetros.</p>
<p>O que mais aborrece os habitantes é o tributo anual que eles tem que pagar à Tyon, clérigo de Chasterchesterchister, depois que ele invadiu e dominou Tanith. Todos odeiam esse jugo, mas preferem pagar impostos do que se rebelarem e ser atirados ao fosso de cobras ou ter algum destino pior, como o que aconteceu aos rebeldes cabeças de prego, que passaram a ser chamados assim depois que tiveram suas cabeças miniaturizadas.</p>
<p>Com esse jugo terrível, todos temem que a qualquer momento Tyon ameace o culto a Obladi-Obladá e feche o templo. Na verdade isso é apenas questão de tempo. Os habitantes ainda não sabem que no próximo tributo ele pretende destruir o templo e fazer uma grande estalagem de veraneio para os turistas ogros que virão da cidade de Stulat.</p>
<p>Tyon ultimamente não tem visitado a cidade, o que na verdade é um alívio a todos, pois além de tirano, ele é cruel e desagradável. Contudo Tyon deixou seu representante na cidade, o nauseabundo Narserallah que não toma banho há anos.</p>
<p>Os clérigos do templo de Obladi-Obladá estão cada vez mais preocupados, pois têm recebido auspícios terríveis.</p>
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		<title>Mais RPG e Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 16:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>

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		<description><![CDATA[Algumas referências sobre o tema RPG e Educação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem deseja fontes para pesquisar a respeito. </p>
<p style="text-align: justify;"># Anais do I Simp&oacute;sio de RPG &amp; Educa&ccedil;&atilde;o Autor(a): Maria do Carmo Zanini (org.) Editora: Devir O I Simp&oacute;sio RPG &amp; Educa&ccedil;&atilde;o representou uma primeira oportunidade para que educadores conhecessem diversos trabalhos e pesquisas acad&ecirc;micas que mostram por que e como usar o RPG em sala de aula, atrav&eacute;s de palestras, mesas-redondas e oficinas.</p>
<p style="text-align: justify;"># A Aventura da Leitura e da Escrita entre Mestres de Roleplaying Game (RPG) Autor(a): Andr&eacute;a Pav&atilde;o Editora: Devir Este livro cont&eacute;m uma vers&atilde;o revisada da disserta&ccedil;&atilde;o realizada e defendida em 1999 por Andr&eacute;a Pav&atilde;o. O objetivo desta pesquisa concentra-se no estudo emp&iacute;rico das pr&aacute;ticas de leitura e escrita de mestres de role-playing game (RPG) bem como de suas trajet&oacute;rias como leitores e escritores. </p>
<p style="text-align: justify;"># Roleplaying Game e a Pedagogia da Imagina&ccedil;&atilde;o no Brasil Autor(a): Sonia Rodrigues Editora: Betrand Brasil Pioneira nos estudos acad&ecirc;micos sobre o tema, defendeu tese de doutorado em literatura na PUC/RJ em 1997 sobre o role-playing game, fic&ccedil;&atilde;o e jogo. Este &eacute; um estudo que registra a forma como os mestres de RPG se apropriam de personagens e tramas liter&aacute;rias, procurando recompor estes elementos e contar uma nova hist&oacute;ria e fazendo um paralelo com o processo narrativo de Monteiro Lobato.</p>
<p style="text-align: justify;"># Saindo do Quadro (capa) Autor(a): Alfeu Marcatto Editora: do Autor Este livro prop&otilde;e uma t&eacute;cnica que derruba alguns mitos da educa&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica e foge completamente da monotonia dos manuais pedag&oacute;gicos. A metodologia baseada no RPG oferece subs&iacute;dios para que professores de qualquer grau e disciplina transformem suas aulas em atividades animadas, interativas e produtivas.</p>
<p style="text-align: justify;"># Simples &ndash; Manual para o Uso do &quot;RPG&quot; na Educa&ccedil;&atilde;o Autor(a): Marcos Tanaka Riyis Editora: do Autor Este livro auxilia o professor a utilizar jogos cooperativos de representa&ccedil;&atilde;o e role-playing games como estrat&eacute;gia de ensino. Respostas para as perguntas mais comuns do professor s&atilde;o respondidas nesse livro, que serve como refer&ecirc;ncia para o uso de uma atividade que &eacute; divertida para o educando, permite o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, habilidades e conte&uacute;dos e ainda desenvolve a consci&ecirc;ncia da import&acirc;ncia da coopera&ccedil;&atilde;o para o mundo moderno. </p>
<p style="text-align: justify;"># Livro das Lendas &#8211; Aventuras Did&aacute;ticas Autor(a): Gustavo Cesar Marcondes Editora: Zouk Uma obra de introdu&ccedil;&atilde;o ao RPG, proporciona aos professores a utiliza&ccedil;&atilde;o desse jogo como t&eacute;cnica de ensino em suas disciplinas atrav&eacute;s de aventuras criativas. </p>
<p style="text-align: justify;">#&nbsp; Brincando de Matar Monstros Autor(a): Gerard Jones Editora: Conrad Explica a pais e m&atilde;es qual o papel da viol&ecirc;ncia no imagin&aacute;rio infantil para o desenvolvimento dos filhos. Este livro aborda a influ&ecirc;ncia das m&iacute;dias na forma&ccedil;&atilde;o das crian&ccedil;as. Em vez de desqualificar o papel dos super-her&oacute;is e do videogame, o autor convida pais, professores e todos aqueles que se preocupam com as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es a tentarem entender o enorme apelo dessas formas de entretenimento e a grande ajuda que podem proporcionar ao desenvolvimento infantil, de um modo saud&aacute;vel.</p>
<p style="text-align: justify;"># The Fantasy Roleplaying Gamer&#39;s Bible Autor(a): Sean Patrick Fannon Editora: Obsidian Studios Escrito numa linguagem acess&iacute;vel, o livro traz uma s&eacute;rie de informa&ccedil;&otilde;es sobre a origem do RPG e como jog&aacute;-lo. Apresenta uma an&aacute;lise do desenvolvimento do RPG at&eacute; o ano 2000. Inclui uma breve descri&ccedil;&atilde;o dos principais t&iacute;tulos de RPG publicados nos EUA. </p>
<p style="text-align: justify;"># Heroic Worlds Autor(a): Lawrence Schick Editora: Prometheus Book Guia enciclop&eacute;dico de RPGs publicados nos EUA at&eacute; meados da d&eacute;cada de 1990. Abrange informa&ccedil;&otilde;es de aproximadamente 250 t&iacute;tulos. Apresenta, tamb&eacute;m, um breve hist&oacute;rico do surgimento do RPG e sua influ&ecirc;ncia no mundo dos jogos, das artes e da literatura. </p>
<p style="text-align: justify;"># The Fantasy Role-playing Game: A New Performing Art Autor(a): Daniel Mackay Editora: McFarland .</p>
<p style="text-align: justify;">#The Complete Guide to Role-playing Games Autor(a): Rick Swan Editora: St. Martin&#39;s Press * Role-playing Mastery Autor(a): Gary Gygax Editora: Perigee Books Fonte: <a href="http://www.rpgeduc.com" target="_blank" title="http://www.rpgeduc.com">http://www.rpgeduc.com</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/mais-rpg-e-educacao/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>RPG e Educação</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 02:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beatrix</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[RPG]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;Quem n&#227;o me conhece bem talvez estranhe esse meu novo post, pois todo est&#227;o acostumados a ver mais posts sobre m&#250;sica, literatura e desconhecem esse meu gosto particular por RPG. Atualmente eu narro uma campanha de RPG baseada no Sistema Storyteller &#34;Vampiro: A M&#225;scara&#34; e em breve talvez narre outra. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&nbsp;Quem n&atilde;o me conhece bem talvez estranhe esse meu novo post, pois todo est&atilde;o acostumados a ver mais posts sobre m&uacute;sica, literatura e desconhecem esse meu gosto particular por RPG. Atualmente eu narro uma campanha de RPG baseada no Sistema Storyteller &quot;Vampiro: A M&aacute;scara&quot; e em breve talvez narre outra. Muitas pessoas tem preconceito com o RPG mais por ignor&acirc;ncia e desconhecimento, e gra&ccedil;as tamb&eacute;m &agrave; imagem err&ocirc;nea que a m&iacute;dia passa. Mas que a m&iacute;dia distorce as coisas, creio que n&atilde;o seja segredo para ningu&eacute;m. &Eacute; mais f&aacute;cil colocar a culpa pelos problemas graves de nossa sociedade e pela nossa crise de valores em coisas como TV, gibis, Jogos de videogame e RPG do que analisar as coisas com profundidade e responsabilidade. Falando do RPG em especial h&aacute; v&aacute;rios projetos interessantes sobre o uso educacional do jogo, pois ele pode constituir um importante meio para desenvolver a criatividade,a intera&ccedil;&atilde;o,a coopera&ccedil;&atilde;o e a interdisciplinaridade. Para quem tiver interesse, h&aacute; v&aacute;rias comunidades sobre esse tema no Orkut e na internet, al&eacute;m de relatos de professores que desenvolveram e desenvolvem esse tipo de trabalho em sala de aula. Tamb&eacute;m j&aacute; existem alguns trabalhos publicados, simp&oacute;sios e livros com propostas a essa aplica&ccedil;&atilde;o do RPG na educa&ccedil;&atilde;o. Entre as refer&ecirc;ncias na internet h&aacute; o excelente trabalho da equipe do <a href="http://www.ludusculturalis.org.br/">Ludus Culturalis</a> e tamb&eacute;m do grupo <a href="http://www.historias.interativas.nom.br/educ/">Hist&oacute;rias Interativas</a></p>
<div id="pfButton"><a href="http://www.beatrix.pro.br/index.php/rpg-e-educacao/?pfstyle=wp" title="Print an optimized version of this web page" style="text-decoration: none;"><img id="printfriendly" style="border:none; padding:0;" src="http://cdn.printfriendly.com/pf-print-icon.gif" alt="Print"/><span style="font-size: 12px; color: #55750c;"> Print <img src="http://cdn.printfriendly.com/pf-pdf-icon.gif" alt="Get a PDF version of this webpage" /> PDF </span></a></div>]]></content:encoded>
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