Fernando Pessoa

Fernando Pessoa Fernando António Nogueira Pessoa (1888-1935) nasceu em Lisboa, partindo, após o falecimento do pai e o segundo casamento da mãe, para África do Sul. Frequentou várias escolas, recebendo uma educação inglesa. Regressa a Portugal em 1905 fixando-se em Lisboa, onde inicia uma intensa actividade literária. Simpatizante da Renascença Portuguesa, corta com ela e em 1915, com Mário de Sá-Carneiro, Almada Negreiros e outros, esforça-se por renovar a literatura portuguesa através da criação da revista Orpheu, veículo de novas ideias e novas estéticas. Devido à sua capacidade de «outrar-se», cria vários heterónimos (Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Bernardo Soares, etc.), assinando as suas obras de acordo com a personalidade de cada heterónimo.

Colabora em várias revistas, publica em livro os seus poemas escritos em inglês e, em 1934, ganha o concurso literário promovido pelo Secretariado de Propaganda Nacional, categoria B, com a obra Mensagem, que publica no mesmo ano. Faleceu prematuramente em 1935, deixando grande parte da sua obra ainda inédita. É considerado um dos maiores poetas portugueses, e considerado uma das figuras mais singulares e complexas da literatura portuguesa.
Fernando Pessoa foi o principal escritor do Modernismo português e um dos maiores poetas portugueses de todos os tempos.
Aos cinco anos, ficou orfão de pai, sua mãe casou-se, dois anos depois, com um militar que, nomeado cônsul na África do Sul, levou para lá a família. Pessoa permaneceu dez anos em contato íntimo com a cultura inglesa, dominando a língua inglesa tanto quanto a materna. Lá, cursou o primário e o secundário. De volta a Lisboa, matriculou-se no curso de Letras, mas não o concluiu. Vivendo com a avó paterna e as tias, e na década de 10, participou de algumas revistas, como A Águia, e entrou em contato com a vanguarda européia. Em 1914, publicou poemas na revista A Renascença.
Sua versatilidade levou-o à criação dos heterônimos de Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, dos quais inventou biografias distintas e cujas poesias são, na forma e no conteúdo, outras vozes de que se valeu para transmitir a heterogeneidade de sua riqueza interior.
Fernando Pessoa “ele mesmo” é lírico, melancólico, angustiado e transcendente; Alberto Caeiro é rude, simples, humilde; Ricardo Reis é clássico, conciso, abstrato; Álvaro Campos é sensacionalista, entusiástico, exaltador da modernidade.


CRONOLOGIA

1888
Nasce Fernando Antônio Nogueira Pessoa, em 13 de junho, no Largo de São Carlos, em Lisboa.

1893
O pai morre de tuberculose. A família é obrigada a leiloar parte de seus bens.

1894
Fernando Pessoa cria seu primeiro heterônimo, Chevalier de Pas.

1895
Escreve o seu primeiro poema, intitulado À Minha Querida Mamã. A mãe casa por procuração com o comandante João Miguel Rosa, cônsul de Portugal em Durban.

1896
Parte com a mãe e um tio-avô para Durban.
1897
Faz o curso primário na escola de freiras irlandesas da West Street. No mesmo instituto, faz a primeira comunhão.

1899
Ingressa na Durban High School, onde permanecerá durante três anos e será um dos primeiros alunos da turma. Cria o heterônimo Alexander Search.

1901
É aprovado com distinção no seu primeiro exame. Escreve os primeiros poemas em inglês. Parte com a família para Portugal.

1902
A família retorna a Lisboa em junho. Em setembro, Pessoa volta sozinho para a África do Sul. Tenta escrever romances em inglês.

1903
Submete-se ao exame de admissão à Universidade do Cabo da Boa Esperança. Não obtém uma boa classificação, mas tira a melhor nota entre os 899 candidatos no ensaio de estilo inglês.

1904
Termina seus estudos na África do Sul.

1905
Vai de vez para Lisboa, onde passa a viver com uma tia. Continua a escrever poemas em inglês.

1906
Matricula-se no Curso Superior de Letras. A mãe e o padrasto retornam a Lisboa e Pessoa volta a morar com eles.

1907
A família retorna mais uma vez a Durban. Pessoa passa a morar com a avó. Desiste do Curso de Letras. Em agosto a avó morre e lhe deixa uma pequena herança.

1908
Começa a trabalhar como correspondente estrangeiro em escritórios comerciais.

1910
Escreve poesia e prosa em português, inglês e francês.

1912
Pessoa estréia como crítico literário, provocando polêmicas junto à intelectualidade portuguesa.
1913
Intensa produção literária. Escreve O Marinheiro.

1914
Cria os heterônimos Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. Escreve os poemas de O Guardador de Rebanhos e também O Livro do Desassossego.
1915
Sai em março o primeiro número de Orpheu.

1918
Pessoa publica poemas em inglês, resenhados com destaque no “Times”.

1920
Conhece Ophélia Queiroz. Sua mãe e seus irmãos voltam para Portugal. Em outubro, atravessa uma grande depressão, que o leva a pensar em internar-se numa casa de sáude. Rompe com Ophélia.

1921
Funda a editora Olisipo, onde publica poemas em inglês.

1925
Morre em Lisboa a mãe do poeta, em 17 de março.

1929
Volta a se relacionar com Ophélia

1931
Rompe novamente com Ophélia.

1934
Publica Mensagem.

1935
Em 29 de novembro, é internado com o diagnóstico de cólica hepática. A sua última frase, escrita em inglês, diz: “I know not what tomorrow will bring”. Morre no dia 30.

Curiosidade:

Fernando Pessoa é reconhecido pela sua criação literária, mas não é nesta perspectiva que vamos abordar o escritor, ainda que enriquecedora e legítima de exploração. É o seu lado oculto que estamos interessados em analisar.

Desde tenra idade, Fernando Pessoa sentiu um apelo muito forte pelo lado espiritual e na adolescência começou a aprofundar os diversos campos do ocultismo. A sua imaturidade ainda não lhe permitia encarar o ocultismo como uma relação com ordem do Universo. Foi a partir da leitura de algumas obras teosóficas, que ficou encarregue de traduzir, que Fernando Pessoa começou a assumir a possibilidade de um conhecimento espiritual completo e verdadeiro. O seu interesse levou-o a explorar também a Cabala, a Maçonaria, os Templários, etc. A sua primeira experiência espiritual foi através do Oculto. Só mais tarde o escritor assumiu uma posição crítica em relação ao mediunismo: foram inúmeras as consultas que fez aos espíritos, por um lado com o intuito de ficar a saber sobre coisas triviais, como o amor e o dinheiro, mas essencialmente para descobrir sua missão enquanto indivíduo.

A partir de 1917/18, Pessoa escreve o seu já conhecido relatório “Um caso de mediunidade”, que fala dele próprio e do seu afastamento de tais práticas, para se abrir a um invísivel, que desconhecemos o que é, mas sabemos não ser controlado pela vontade.

Numa carta enviada à sua tia Anica, Pessoa conta as suas vivências espirituais, referindo-se a experiências como a escrita automática e a aura magnética, que o escritor consegue reconhecer não só nas pessoas mas também em si próprio. Essas visões não o incomodavam e despertam-lhe a curiosidade. Tinha já profundos conhecimentos da Teosofia e acreditava que estava a ser guiado por um mestre desconhecido, numa iniciação aos seus sentidos superiores.

A dúvida poderá levar-nos a perguntar se espiritualismo pessoano não se tratava apenas de uma mistificação. Apenas podemos afirmar que Fernando Pessoa assumiu o caminho espiritual desde muito cedo inspirando-o até á sua morte. A sua missão na sociedade portuguesa da altura, atrasada e materialista, foi a de um escritor que tenta quebrar a estagnação do meio, abrir sensibilidades e sugerir melhores formas de vida.

Fonte: http://astrologia.sapo.pt/


OBRAS

Poesia

À Emissora Nacional
Antônio de Oliveira Salazar
Autopsicografia
Elegia na Sombra
Liberdade
Mensagem
O Menino da sua Mãe
Poemas para Lili
Solemnemente

Prosa

Pessoa e o Fado: um depoimento de 1929
Páginas de Estética e de Teoria e Crítica Literárias
Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação
Fausto – Tragédia Subjectiva

Correspondência

Carta a Adolfo Casais Monteiro
Carta a Armando Côrtes-Rodrigues
Carta a Júlio/Saul Dias
Carta a Miguel Torga

Heterônimos

Alberto Caeiro

O Guardador de Rebanhos
Poemas Inconjuntos

Álvaro de Campos

Adiamento
Aniversário
Apontamento
«Esta velha angustia…»
Insônia
Lisbon Revisited (1923)
Lisbon Revisited (1926)
Magnificat
Ode Marítima
Paragem, Zona
Poema em Linha Recta
Tabacaria
«Todas as cartas de amor são ridículas…»

Bernardo Soares

O Livro do Desassossego

Ricardo Reis

Ao longe os montes têm neve ao sol…
Para ser grande, sê inteiro…
Sábio é o que se contenta com o espectáculo do mundo…
Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio…


FONTES

Bibliografia

ALCÂNTARA, Maria Beatriz Rosário de – Fernando Pessoa e o Momento Futurista de Álvaro de Campos. Brasília, Thesaurus, 1985.
ALMEIDA, Lindinalvo A. de – Fernando Pessoa – Estudos Críticos. João Pessoa, Associação de Estudos Portugueses Hernâni Cidade/Universidade Federal da Paraíba, 1985 .
AMADO, Teresa – Sinceridade e ‘Fingimento’ em Fernando Pessoa. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura”, n.º 15, 1969, pp. 105-116 .
ANDRADE, Sónia Maria Viegas – A Experiência do Absoluto em Fernando Pessoa. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, “Boletim do Centro de Estudos Portugueses da Faculdade de Letras da UFMG”, ano I, n.º 1, Jun. 1979, pp. 21-47.
ANDRADE, Sónia Maria Viegas de – Fernando Pessoa e a Consciência Infeliz. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, “Boletim do Centro de Estudos Portugueses da Faculdade de Letras da UFMG”, Ano II, n.º 4, Nov. 1980, pp. 27-45.
AZEVEDO, Murilo Nunes de – Fernando Pessoa, o Teósofo, in A Voz do Silêncio e Outros Fragmentos Extraídos do Livro dos Preceitos Áureos, pp. 9-40. Rio de Janeiro, Ed. Civilização Brasileira, 1969.
BARATA, Fernando de Carvalho – Traços Anacreônticos na Poesia de Ricardo Reis. In Segundo Simpósio de Língua e Literatura Portuguesa. Rio de Janeiro, Ed. Gernasa, 1969, pp. 133-153.
BÉLKIOR, Silva – Fontes Latinas de Fernando Pessoa e Correções ao Texto das Odes de Ricardo Reis. Rio de Janeiro, C.B.A.G., 1983.
BÉLKIOR, Silva – Horácio e Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, Companhia Brasileira de Artes Gráficas, 197-, 91 p.
BERARDINELLI, Cleonice – A Polissémica Felicidade Pessoana. Rio de Janeiro, “Revista Brasileira de Língua e de Literatura” vol. VII, n.º 14, 1986, pp. 3-6.
BERARDINELLI, Cleonice – Estudos sobre Fernando Pessoa,. Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, “Cadernos da PUC” n.º 1, Ago. 1969, pp. 5-39.
BERARDINELLI, Cleonice – Observações sobre a Língua Portuguesa de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “Ibérida” n.º 1, 1959.
BERARDINELLI, Cleonice – Poesia e Poética de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, 1958.
BERNARDES, Diana – Alberto Caeiro. Subsídios para um Estudo Estilístico da Sintaxe em seus Poemas. Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, “Cadernos da PUC” n.º 1, Ago. 1969, pp. 41-60.
BERNARDES, Diana – Notas sobre Numerologia e Esoterismo em «Mensagem». Brasília, “Revista de Poesia e Crítica” n.º 11, Set. 1985, pp. 15-22.
BIDERMANN, Sol – Mount Abiegnos and the Masks. A Study of Occult Imagery in W. B. Yeats and Fernando Pessoa. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Alfa” vol. X, pp. 37-56, 1966.
BRÉCHON, Robert – Estranho Estrangeiro. Uma Biografia de Fernando Pessoa. Trad. Maria Abreu, Pedro Tamen. Rio de Janeiro, Editora Record, 1999, 598 p. – Tít. orig. Étrange Étranger. Une Biographie de Fernando Pessoa.
BRUCHARD, Dorothée de – Ulysses-Pessoa. Onde o Mito Passa. Universidade Federal de Santa Catarina, “Teias” n.os 44-48, 1989.
CARDOSO, Lúcio – Uma ‘explicação’ de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “A Manhã – Sup. Literário”, 10 Dez. 1950.
CARPEAUX, Otto Maria – Os heterônimos de Fernando Pessoa, in Otto Maria Carpeaux, «Presenças», p. 147. Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro, 1958.
CARPEAUX, Otto Maria – Os heterônimos de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “A Manhã – Sup. Literário”, 16 Abr. 1950.
CARVALHO, João de – Prêmio Centenário Fernando Pessoa. Fernando Persona. São Paulo, Casa de Portugal, 1993, 166 p.
CASTRO, E. M. de Melo e – O Próprio Poético. São Paulo, Ed. Quíron, 1973, pp. 44-46, 117-120 e outras.
CIDADE, Hernâni – Portugal Histórico-Cultural Através de Alguns dos seus Maiores Escritores: Fernão Lopes, Camões, Mendes Pinto, Pe. António Vieira, Antero de Quental, Teixeira de Pascoais e Fernando Pessoa. Salvador, Livraria Progresso Ed., 1958, pp. 229-245.
COELHO, Jacinto do Prado – À Margem das Ideias Estéticas de Fernando Pessoa. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura”, Dez. 1966, pp. 60-71
COELHO, Jacinto do Prado – Modernismo. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura”, Dez. 1966, pp. 14-20.
COELHO, Joaquim-Francisco – Fernando Pessoa (e outros) nas «cacholetas» do Cadastro. Belo Horizonte, “Minas Gerais”, 11 Set. 1976.
COELHO, Joaquim-Francisco – Fernando Pessoa e o Final da “Tabacaria”. Recife, Pirata, 1981.
COELHO, Joaquim-Francisco – Um Documento Hospitalar para a Biografia de Fernando Pessoa. Belém, Universidade do Pará, “Minerações”, 1975, pp. 101-118.
COELHO, Nelly Novaes – Fernando Pessoa, a dialéctica de Ser em Poesia, in Fernando Pessoa. Obra Poética. 8.ª ed., Rio de Janeiro, Ed. Nova Aguilar, 1983, pp. XXV.
COELHO, Nelly Novaes – Recensão crítica de: Eduardo Lourenço – Pessoa Revisitado. Leitura Estruturante do Drama em Gente. Belo Horizonte, “Minas Gerais”, 30 Nov. 1974, pp. 12.
COELHO, Nelly Novaes – Recensão crítica de: Jacinto do Prado Coelho – Diversidade e Unidade em Fernando Pessoa. Belo Horizonte, “Minas Gerais”, 29 Ago. 1970, pp. 6.
COSTA, Dalila Pereira da – A Mensagem – Mito Cosmogónico e Soteriológico Português. São Paulo, “U.S.P.”, pp. 320-321.
CUNHA, Helena Parente – Leitura de Fernando Pessoa na Chave Teosófica. Rio de Janeiro “Revista Brasileira de Língua e Literatura”, Ano I, n.º 2, 2.º semestre, 1979, pp. 19-23.
D’ALGE, Carlos – Consciência-Inconsciência em Fernando Pessoa, in Carlos d’Alge, «O Exílio Imaginário». Fortaleza, Universidade Federal do Ceará, 1983, pp. 113-121
DÉCIO, João – A Tabacaria, in Notas sobre a poesia de Álvaro de Campos. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marilia, “Alfa” n.º 13-14, pp. 237-241, 1968.
DÉCIO, João – Algumas notas em torno de «Seja o que for que esteja no centro do mundo», de Alberto Caeiro. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Didáctica” n.º 5-6, 1968-1969, pp. 203-207.
DÉCIO, João – Algumas observações em torno de «Aniversário», in Notas sobre a poesia de Álvaro de Campos. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marilia, “Alfa” n.º 13-14, 1968, pp. 245-248.
DÉCIO, João – Aspectos da poesia de Fernando Pessoa. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Alfa” n ° 7/8, , Mar.-Set. 1965, pp. 199-206.
DÉCIO, João – O Heterónimo Álvaro de Campos. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Didáctica” n.º 5-6, 1968-1969, pp. 195-202.
DÉCIO, João – O Heterónimo Ricardo Reis. Marília (S. Paulo) Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Didáctica” n .os 5-6, 1968-1969, pp. 189-193.
DÉCIO, João – O Mar na Poesia de Fernando Pessoa. In Problemas de Literatura Portuguesa, pp. 5-40. Ceará, Faculdade de Filosofia do Crato, 1967.
DÉCIO, João – O Mar na Poesia de Fernando Pessoa. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Alfa” n.º 5-6, pp. 57-88, Mar. 1964.
DIAS, Maria Heloísa Martins – Os 35 Sonnets de Fernando Pessoa. Três Instâncias de um Operar Metafísico numa Composição Linguística Móvel e Diversificada. S. Paulo, Universidade de S. Paulo, “Boletim Informativo do Centro de Estudos Portugueses da Universidade de S. Paulo”, n.ª 6, Jan.-Dez. 1978, pp. 10-30.
DONAIO, Eliana M.S. – Perspectiva Cultural de um Texto Literário Genuinamente português: Mensagem. Campinas (S. Paulo), Universidade Estadual de Campinas, “Estudos Portugueses e Africanos” n° 1, Mar. 1983.
DUARTE, José Afrânio Moreira – Fernando Pessoa e os Caminhos da Solidão. Belo Horizonte, Imprensa Oficial, 1968.
DUARTE, José Afrânio Moreira – Fernando Pessoa e os Caminhos da Solidäo. Rio de Janeiro, José Olympio Ed., 1985. (Prémio Pandiá Calógeras da Secretaria de Educação do Estado de Minas Gerais).
Ensaios Pessoanos. Niterói, Universidade Federal Fluminense, Instituto de Letras, 1985
FELDMANN, Catarina Tereza – A Metáfora na Poesia Inglesa de Fernando Pessoa. S. Paulo, Universidade de S. Paulo, “Língua e Literatura” Vol. 4, 1975, pp. 59-75.
Fernando Pessoa. Estudos Críticos. Org. Vilson Brunel Meller e Sérgio de Castro Pinto. João Pessoa (Paraíba), Associação de Estudos Portugueses Hernâni Cidade, 1985, 197 p.
Fernando Pessoa: Ensaios. Fundação Cultural Brasil-Portugal, 1989. (Contém: Ulysses e a heteronímia: a afirmação do imaginário / Márcia Maria de Arruda Franco. Fernando Pessoa e Cesário Verde: modernidade e antecipação / Diana Bernardes. Fernando Pessoa: viagens, viagem/Jamilson Elias Coelho).
FONSECA, Cristina – Pensamento vivo de Fernando Pessoa. Säo Paulo, Martin Claret, 1988.
Brasil – FREEMAN, Michael – Mar Português, Mar Pessoano. S. Paulo, “U.S.P.”, pp. 125-128.
GALHOZ, Maria Aliete – Fernando Pessoa, Encontro de Poesia. Introdução e notas de Maria Aliete Galhoz, Rio de Janeiro, Aguilar, 2.ª ed., 1965.
GARCEZ, Maria Helena Nery – Do Desconcerto e do Conserto do Mundo. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 11 Jun. 1988.
GARCEZ, Maria Helena Nery – Trilhas em Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro: coletâneas de artigos e ensaios. S. Paulo, Moraes/Editora da Universidade de São Paulo, 1989.
GOMES, Álvaro Cardoso – O Mestre da Placidez (Ricardo Reis). S. Paulo, Universidade de S. Paulo, “Boletim Informativo do Centro de Estudas Portugueses da Universidade de S. Paulo”, 2.ª série, n.º 6, Jan.-Dez. 1978, pp. 3-9.
GONÇALVES, Adelto – Fernando Pessoa: a voz de Deus. S. Paulo, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santos/Universidade Santa Cecília, 1997.
GONÇALVES, Robson Pereira – Alberto Caeiro ou a Matriz Poético-Ontológica em Fernando Pessoa. Santa Maria, Universidade Federal de Santa Maria, “Revista do Centro de Artes e Letras” Vol. 2, n.º 1, Jan.-Jun. 1980, pp. 55-65.
GOTLIB, Nádia Battella – Poesia/Geometria: «Chuva Oblíqua» de Fernando Pessoa. S. Paulo, Universidade de São Paulo, “Língua e Literatura”, 1976, pp. 321-333.
GOTLIB, Maurília Galati – Álvaro de Campos – Poeta Sensacionista. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Alfa” n.º 16, 1970, pp. 293-316
HERRON, Robert – Nótula acerca. de «O que em mim (sente) s‘tá pensando. Marília (S. Paulo), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Marília, “Alfa” n.º 13-14, 1968, pp. 215-219.
HESSEL, Lothar – O Teatral e o Poético em «O Marinheiro», de Fernando Pessoa. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura” n.º 6, Dez. 1966, pp. 72-81
IANNONE, Carlos Alberto – Bibliografia de Fernando Pessoa. S. Paulo, Edições Quiron/Instituto Nacional do Livro, 1975.
IGLÉSIAS, Francisco – Pensamento Político de Fernando Pessoa, in História e Ideologia. S. Paulo, Ed. Perspectivas, 1971, pp. 235-299.
JAKOBSON, Roman – Les Oxymores Dialectiques de Fernando Pessoa, in Linguística, Poética, Cinema. S. Paulo, 1970.
JENNINGS, Hubert Dudley – Alguns aspectos da Vida de Fernando Pessoa na África do Sul. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo” (suplemento literário), 2 Jun. 1974.
KOPSCHITZ, Maria Helena – O Romantismo Inglês e a «Ode à Noite», de Fernando Pessoa. Uma Leitura Intertextual. Rio de Janeiro, Centro de Estudos do Real Gabinete Português de Leitura, “Convergência Lusíada” n ° 6, Jan.-Jun. 1979, pp. 59-69.
KUJAWSKI, Gilberto de Melo – Fernando Pessoa, o Outro. Petrópolis, Editora Vozes, 3.ª ed. 1979, 92 p.
KUJAWSKI, Gilberto de Melo – Fernando Pessoa, o Outro. São Paulo, Conselho Estadual de Cultura – Comissão de Literatura, 1967.
KUJAWSKI, Gilberto de Melo – Fernando Pessoa, o Uno e o Múltiplo. S. Paulo, “Convivium”, ano I, vol. I, n.os 4 e 5, 1962.
KUJAWSKI, Gilberto de Melo – Fernando Pessoa, o Uno e o Múltiplo. S. Paulo, Escolas Prof. Salesianas, 1962.
LIND, Georg Rudolf – A Iniciação do Poeta e o seu Caminho Alquímico. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura” n.º 15, 1969, pp. 135-164.
LINHARES FILHO – A Outra Coisa na Poesia de Fernando Pessoa. Fortaleza, Universidade Federal do Ceará, 1982.
LISBOA, Henriqueta – Fernando Pessoa. Belo Horizonte, “Convívio Poético”, 1955
LOPES, Teresa Rita – Fernando Pessoa et le Drame Symboliste. São Paulo, 1975
LOURENÇO, Eduardo – Pessoa, uma Obra em Discussão. Um Homem e Vários Poetas (entrevista). S. Paulo, “Folha de S. Paulo”, 19 Set. 1985.
LYRA, Pedro – O Envolvimento Político de Camões e Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 10 Jun. 1978.
LYRA, Pedro – O Envolvimento Político de Camões e Fernando Pessoa, in O Real no Poético. Rio de Janeiro, Livraria Ed. Cátedra, 1980, pp. 137-142.
MATOS, Maria Vitalina Leal de – A Inquietação. Um Motivo Fundamental da Vivência do Tempo em Fernando Pessoa. Porto Alegre, “Boletim do Gabinete Português de Leitura” n.º 15, 1969, pp. 117-134.
MCBRIDE, Maria Odília Leal – Três Personagens à Procura do Eu. Belo Horizonte, “Minas Gerais – Suplemento Lititerário”, 21 Jun. 1975, pp. 6.
MEIRELES, Cecília – Poetas Novos de Portugal. Rio de Janeiro, Ed. Dois Mundos, 1944, pp. 38-47.
MEIRELES, Cecília; MENDES, Murilo; CARDOSO, Lúcio – Três poetas brasileiros apaixonados por Fernando Pessoa. Apres. Edson Nery da Fonseca. Recife, Fundação Joaquim Nabuco/Editora Massangano, 1985.
MENDONÇA, Fernando – «Os Lusíadas» de Luís de Camões e a «Mensagem» de Fernando Pessoa, in 4.º Congresso Brasileiro de Língua e Literatura (Conferências e Comunicações), pp. 191-208. Rio de Janeiro, 1973.
MENDONÇA, Fernando – O Mestre de Fernando Pessoa [Caeiro]. S. Paulo, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Assis, “Revista de Letras” vol. 12, 1969, pp. 45-55.
MIRANDA, Raquel Marques Villardi – Fernando Pessoa – Mensagem. Rio de Janeiro, “Revista Brasileira de Língua e Literatura” n.º 14, 1° e 2° semestres 1986, pp. 41-46.
MOISÉS, Carlos Felipe – O Mundo de Alberto Caeiro. S. Paulo, “A Multiplicação do Real”, 1970, pp. 25-38.
MOISÉS, Massaud – A Emoção na Poesia de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “Convergência” n.º 2, Jan.-Jun. 1977.
MOISÉS, Massaud – Fernando Antônio Nogueira Pessoa, in Literatura Portuguesa Moderna. S. Paulo, Ed. Gultrix, 1973, pp.
MOISÉS, Massaud – Fernando Pessoa – Aspectos da sua Problemática. S. Paulo, Instituto de Estudos Portugueses da Universidade de S. Paulo, 1958.
MOISÉS, Massaud – O Orfismo, in A Literatura Portuguesa. S. Paulo, Ed. Cultrix, 3.ª ed., 1965, pp. 342-344.
MONTEIRO, Adolfo Casais – A Poesia da «Presença». Rio de Janeiro, Ministério Educação e Cultura, 1959.
MONTEIRO, Adolfo Casais – Estudos sobre a Poesia de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, Livraria Agir, 1958.
MONTEIRO, Adolfo Casais – Fernando Pessoa e Ezra Pound. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, n.º 32, 25 Mai. 1957.
MONTEIRO, Adolfo Casais – Fernando Pessoa e o Orpheu. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 2 Set. 1972.
MONTEIRO, Adolfo Casais – Fernando Pessoa e o Orpheu. Rio de Janeiro, “República”, 17 Mai. 1973.
MONTEIRO, Adolfo Casais – Três Artigos sobre as Obras Completas (I – Mais inéditos de Pessoa; II-Fernando Pessoa, vítima da rotina editorial; III – Novos Inéditos de Fernando Pessoa). S. Paulo, “O Estado de São Paulo”, 19 Jan. e 25 Jun. 1957
MONTEIRO, Adolfo Casais – Um Grande Poeta Quase Inédito: Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “O Jornal”, 2 Nov. 1940.
MOURÃO, António Augusto de Botelho – Outra vez Fernando Pessoa, in As Folhas Soltas de S. Bento e Outras, n.os 2 e 3, publicadas por Agostinho da Silva. Rio de Janeiro, Mai. e Out. 1965.
NEMÉSIO, Jorge – A Obra Poética de Fernando Pessoa. Estrutura das Futuras Edições. Salvador, Livraria Progresso, 1958.
NEMÉSIO, Jorge – A Obra Poética de Fernando Pessoa. Estrutura das Futuras Edições. Salvador, Publicações da Universidade, 1985.
NEVES, João Alves das – Antologia Moderna: Fernando Pessoa, Introdução e Selecção de Textos. S. Paulo, 1961.
NEVES, João Alves das – Fernando Pessoa e o Nacionalismo. S. Paulo, “Anhembi” n.º 44, Set. 1961, pp. 65-76.
Brasil – NEVES, João Alves das – Fernando Pessoa, o Poeta Singular e Plural. S. Paulo, Expressão, 1985.
NEVES, João Alves das – Para a História da Mensagem de Fernando Pessoa. S. Paulo. “O Estado de São Paulo”, 24 Jan. 1986.
NOVA, Vera Lúcia Carvalho Casa – Álvaro de Campos – O da Mansarda. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, “Boletim do Centro de Estudos Portugueses” Ano I, n.º 2, Nov. 1979, pp. 10-14.
NUNES, Benedito – A Prosa de Fernando Pessoa. S. Paulo, “O Dorso do Tigre”, 1969, pp. 255-262.
NUNES, Benedito – Fernando Pessoa, in 50 Anos de Literatura Portuguesa (Vários Autores). Recife, 1974.
NUNES, Benedito – Fernando Pessoa, Poeta Metafísico. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 16 Set. 1956.
NUNES, Benedito – O Ocultismo na Poesia de Fernando Pessoa. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 22 Out. 1966.
NUNES, Benedito – Páginas Intimas de Pessoa. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 11 Jan. 1967.
ORDOÑEZ, Andrés – Fernando Pessoa, um Místico sem Fé. Uma Aproximação ao Pensamento Heteronímico. Rio de Janeiro, Editora Nova Fronteira, 1994. Tít. orig.: Fernando Pessoa un mistico sin fe: una aproximacion al pensamiento heteronimico.
PADILHA, Laura Cavalcante – O Alquímico Mar Português, in Ensaios Pessoanos. Niterói, Universidade Federal Fluminense – Instituto de Letras, 1985, pp. 53-62.
PEDRÓN, Olívio – Apresentação de Fernando Pessoa. Santa Catarina. Fundação Universidade Regional de Blumenau, “Revista do I Simpósio de Língua e Literatura”, 1970, pp. 131-156.
Pensamento Vivo de Fernando Pessoa. Coord. ed. Martin Claret, org. Cristina Fonseca. S. Paulo, Martin Claret, 1988.
PEREIRA, Kleide Ferreira do Amaral – A Obsessão da Música na Poesia de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1988.
PERRONE-MOISÉS, Leila – Fernando Pessoa – Aquém do Eu, Além do Outro. S. Paulo, Livraria Martins Fontes Editor, 1982.
PERRONE-MOISÉS, Leila – Fernando Pessoa – Aquém do Eu, Além do Outro. Säo Paulo, Livraria Martins Fontes Editor, 2001, 318 p.
PETROV, Peter Dimitrov – Fernando Pessoa. Estudos Críticos. João Pessoa, Associação de Estudos Portugueses Hernâni Cidade, Universidade Federal da Paraíba, 1985, pp. 169-177.
PONTES, Mário – Fernando Pessoa. O Génio que a História Marcou. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 29 Nov. 1975.
PONTES, Mário – Navegador no Nevoeiro. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 29 Nov. 1975.
QUADROS, António – 1932-1935. Os Últimos Anos do Poeta. S. Paulo, “O Estado de São Paulo”, 24 Nov. 1985.
QUESADO, José Clécio Basílio – O Constelado Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, Imago, 1976.
RAMALHO, Américo da Costa – Sobre o ‘Mostrengo’ de Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, “Littera”, n.º 15, Jan.-Jun., 1976, pp. 50-54.
RÉGIO, José – Da Geração Modernista. Rio de Janeiro, “Jornal do Brasil”, 7 Jul. 1957.
ROSA, Pradelino – Camões-Pessoa. Curitiba, Universidade Federal do Paraná, “Arquivos” n.º 6, Dez. 1972, pp. 73-124.
ROSA, Pradelino – Uma Interpretação de Fernando Pessoa. Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1969.
SÁFADY, Naief – A Poesia de Fernando Pessoa. Belo Horizonte, Universidade Federal de Minas Gerais, “Revista da UFMG” n.º 15, Dez. 1965, pp. 89-101.
SANTOS, Rui Assis e – Fernando Pessoa, uno na diversidade. São Paulo, Grafikor, 1986.
SCHMIDT, Simone Pereira; BELLINE, Ana Helena Cizotto; GONÇALVES, Adelto – Estudos sobre Fernando Pessoa. Rio de Janeiro, Fundação Cultural Brasil-Portugal, 1986.
SCHÜLER, Donaldo – A Racionalidade no Ortónimo Fernando Pessoa. Porto Alegre, Faculdade de Filosofia do Rio Grande do Sul, “Organon” ano XI, n.º 11, 1966, pp. 63-79.
SCLIAR CABRAL, Leonor – O Método Contextual Dinâmico Aplicado a Poemas de Fernando Pessoa. Florianópolis, Universidade Federal de Santa Catarina, 1989
SEABRA, José Augusto – Fernando Pessoa ou o Poetodrama. S. Paulo, Perspectiva, 1974.
SEGOLIN, Fernando – Caeiro e Nietzsche. Da Crítica da Linguagem à Anti-Filosofia e à Anti-Poesia. S. Paulo, Departamento de Artes, Pontifícia Universidade Católica, “DeSignos”, n ° 3, 1976.
SENA, Jorge de – Cartas de Sá-Carneiro a Fernando Pessoa. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 19 Mar. 1960.
SENA, Jorge de – O Poeta é um Fingidor. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 3 Dez. 1960.
SENA, Jorge de – Um Inédito de Fernando Pessoa, acompanhando a publicação do «Triplo Poema» anti-salazarista. S. Paulo, “O Estado de São Paulo”, 20 Ago. 1960
SEVERINO, Alexandrino Eusébio – Fernando Pessoa na África do Sul. Marília, Universidade de São Paulo, 1969, 2 vols.
SILVA, Agostinho da – Um Fernando Pessoa e Antologia de Releitura. Porto Alegre, Instituto Estadual do Livro, “Cadernos do Rio Grande”, 1959.
SIMÕES, João Gaspar – O Ocultismo de Fernando Pessoa. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 14 Nov. 1964.
SIMÕES, João Gaspar… [et al.] – Estudos sobre Fernando Pessoa no Brasil. S. Paulo, “Revista Comunidades de Língua Portuguesa”, 1986.
SOARES, Teixeira – O Mundo de Fernando Pessoa. “Revista Brasileira de Cultura”, n.º 7, Jan.-Mar. 1971, pp. 117-128.
SOIFER, Miguelina – Sonho e Criação na poesia de Fernando Pessoa – I. Curitiba, Universidade Federal do Paraná, “Revista Letras” n.º 14, 1965; II, n.o 16, 1968.
SOIFER, Miguelina – Sonho e Criação na poesia de Fernando Pessoa – II. Curitiba, Univ. Federal do Paraná, “Revista Letras”, n.º 16, 1968.
SOUSA, Eudoro de – Um Poema «Dionisíaco» de Álvaro de Campos. Rio de Janeiro, “Vozes” n.º 7, Set. 1976, pp. 509-516.
SOUSA, João Rui de – Sobre o Significado de “Elegia na Sombra”, o Último Longo Poema de Fernando Pessoa. S. Paulo, “U.S.P.”, 1988, pp. 181-187.
SOVEREIGN, Marié F. – A Orfandade Cósmica de Fernando Pessoa. S. Paulo, “O Estado de S. Paulo”, 30 Set. 1973.
SPINA, Segismundo – O Itinerário de Álvaro de Campos. S. Paulo, “Diálogo”, n.º 4, Jul. 1956.
SPINA, Segismundo – O Itinerário de Álvaro de Campos. S. Paulo, “Da Idade Média e Outras Idades”, 1964.
SUASSUNA, Ariano – Bilac e Fernando Pessoa. Recife, “Estudos Universitdrios” n.º 2, , Abr.-Jun. 1966.
TÂNGER, Manuel – O Orpheu. Rio de Janeiro, “Revista Casa das Beiras – Caderno Literário”, Fev.-Abr. 1969.
TÂNGER, Manuel – Situação Actual da Poesia Portuguesa. Rio de Janeiro, Ed. Gernasa, 1970, pp. 31-57.
VIEIRA, Yara Frateschi – Sob o Ramo da Bétula. Fernando Pessoa e o Erotismo Vitoriano. Campinas, Universidade de Campinas (UNICAMP), 1989, 163 p.
YAMAGUCHY, Tieko – Universo Poético de Alberto Caeiro. São José do Rio Preto (Brasil), Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, 1965.
ZAN, Sérgio Monteiro – A Trajectória dos Deuses no Universo poético de Ricardo Reis. Curitiba, Universidade Federal do Paraná, “Revista Letras” n.º 24, Dez. 1975, pp. 281-299.

Links
Fernando Pessoa – Obra Poética: http://www.lsi.usp.br/art/pessoa/
Jornal da Poesia – Fernando Pessoa – Obra Completa
Instituto Camões