Sua face

Seus olhos são como as nuvens que passam levando a alegria dos dias serenos, …

Silhoueta Maldita

A única coisa que eu consigo sentir agora é medo! Medo do escuro. Medo de ficar …

O anjo estuprador

Na parada
Maria espera o ônibus. São 23:00h da noite. O motorista …

O inepto

Não entendo porque um garoto queira ser goleiro. Antigamente, eu até entenderia. Costumávamos colocar no gol …

A virgem sanguinária

Há tempos ele não ia à missa. Não é que tinha perdido a fé no Senhor Jesus …

Jonath

Jonath repousava em sua poltrona em frente a lareira, enquanto degustava de uma taça de vinho tinto …

Vermelho

Eram duas da madrugada, e ele lia algo sem sentido, suas pernas suadas como sua vista, um calção …

Atonia

A CABEÇA MEXIA freneticamente, para frente e para trás. A boca besuntada de batom sugava com força o falo ereto …

O mito de Celinho

O sabor de saber
Era um pai dedicado, bom amigo e irmão. Celinho era o açougueiro mais famoso de Campo Belo, digo, não famoso por brilho próprio mas por celebrizar os outros. Não havia nada que Celinho não soubesse. “Quando Tancredo morreu”, dizem, “ele foi o primeiro a saber” e, é …

Cinzeiro repleto de corpos sonâmbulos internos

A apologia aos próprios víciosé um brinde à magnitude quase divinarepresentada pelo concreto urbano.

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