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Breve histórico do mito do vampiro com ênfase no sexo

30/01/2010

Encontrei o texto abaixo em um blog/podcast bem interessante o Le Petit Mort que fala basicamente de Horror, Sexo e RPG. De fato não é breve é na verdade brevíssimo, mas quem sabe me inspiro e aprofundo essa tese. Os exemplos são interessantes e contrariam a imagem de vampiro assexuado que muitos gostam de usar em Vampiro a Máscara, ou como disse o Malk na reunião de antediluvianos,  “se você acredita nesta história de que vampiros não tem interesse em sexo  é mais doido que eu”. Ainda bem que a Jeanette desmente essa tese, ela concorda com o vovô Malk.

E felizmente eu nem vi, nem li e nem vou ler Crepúsculo. Prefiro mesmo os “vampiros tarados” de True Blood.

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(ou Uma tese que nunca escreverei, ou ainda Porque odiei “Crepúsculo”)


“Vampiros” estão envolvidos em comportamentos de certa forma sexuais há milênios. Criaturas que tiram sustento de algum tipo de força vital humana aparecem em várias culturas. Ataques sexuais por elfos demoníacos sugadores de sangue na Áustria; espíritos femininos babilônicos atrás de sêmen; demônios orientais que se alimentavam de sangue, sêmen e secreção vaginal; bruxas européias bebedoras de sangue e anteriores ao cristianismo; antigos “ghuls” árabes (nome que aparece em várias mitologias asiáticas e africanas) que na forma de mulheres atraentes enganavam beduínos e canibalizava-os… a coisa varia muito.

O vampiro que nós conhecemos, no entanto, provavelmente não é descendente direto destas fontes – ele começou a surgir na Europa Central por volta do século XVII, quando houve um recrudescimento da mitologia vampírica da região e termos como “vampir”, “vapir”, “uper” e “ubyr”, provavelmente significando “bruxa” ou “demônio” chegam ao inglês moderno. Surtos mortais de alguma doença foram atribuídos ao “vampirismo”, e médicos ingleses, alemães e franceses chamados apara avaliar a situação acabaram por levar o termo ao latim e às suas próprias línguas maternas, ajudados por um monge beneditino francês que publicou um livro sobre aparições, mortos-vivos em geral e vampiros.

Em 1748, Ossenfelder (alemão contemporâneo deste pessoal) publica o poema “Der Vampir”, considerado o primeiro texto literário sobre vampiros. Adivinharam o script? Um vampirão narra em 1ª pessoa os prazeres não-cristãos que proporcionará a uma jovem… Hummm… neste meio tempo, um cientista dá o nome de “vampiro” a morcegos sul-americanos hematófagos, entrelaçando de vez o vampiro ao morcego. Logo depois, outros alemães publicam poemas dedicados ao monstro (até Goethe, com uma versão feminina). Rola sempre uma ênfase no “furor sexual” destes seres, fazendo jus à mitologia da Europa central.

Em 1816, Coleridge leva o monstro para a poesia inglesa (todo gótico tr00 conhece “Christabel” e a vibe lésbica do poema, hehehe),  e em 1818 Polidori publica o famosíssimo “O Vampiro” (e todo Tzimisce já ouviu falar de um certo Ruthven, hahaha), no que teoricamente é a estréia do vampiro na prosa. A partir daí, ele se torna o queridinho dos romances góticos, criando grandes personas literárias como Drácula e Carmilla, aparecendo em textos de gente como Edgar Allan Poe e Baudelaire, e culminando em obras modernas como as de Anne Rice, que praticamente ressuscitou o mito (com trocadilho).

Desde sua gênese literária (e, por que não dizer, em grande parte de suas variações folclóricas), vampiros estão intimamente ligados à sexualidade. Para dizer o mínimo, representam uma metáfora sexual poderosíssima, mostrando a força de símbolos eternos da humanidade como o sangue, o sêmen, o sexo e a violência, junto à exploradíssima dicotomia amor-morte, que vem desde Eros e Thanatos e “contamina” de Sade a Freud.

Tirar o sexo e o pecado do vampiro pra mim é criminoso – por isso não gosto de “Crepúsculo”, onde meu grande perversor é transformado num “príncipe encantado bonzinho”, na figura patética do vampiro que só fará sexo depois de casar. Tsc, tsc, tsc.

>>> Texto originalmente publicado na comunidade do Orkut {NEW} Vampiro A Máscara

 

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Novidades e criatividade nos mods

28/10/2009

Apesar de relegado pela industria dos jogos, ser um fracasso de vendas na época de seu lançamento e sofrer duras críticas por conta de bugs e gráficos, Vampire Bloodlines conta com uma comunidade bastante ativa na internet que procura criar além de patchs para corrigir os famigerados bugs, novos mods e expansões para trazer novo fôlego ao jogo. Nesse artigo vou comentar três mods/expansões que cumprem bem esse papel: VTMB CompMod, VTMB: Camarilla Edition e Clan Quest Mod.

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Windows Seven e Vampire Bloodlines

21/10/2009

Com muitas matérias espalhadas na internet e revistas especializadas elogiando o novo sistema operacional da Microsoft a ser lançado no dia 22 de outubro houve muita expectativa em saber se esse SO de fato cumpria com o prometido e enterraria de vez a má impressão que o lançamento do pesadíssimo Windows Vista causou frente aos usuários, com seu consumo voraz de memória e bugs a granel.

Ao que parece, ao menos de acordo com a versão Beta que testei, o sistema parece realmente estável e rápido, mas ainda é cedo para conclusões. Há bugs como a chatice das configuração de rede, que fica criando uma rede adicional desnecessária que bug a conexão de vez em quando e outras coisinhas, mas nada creio eu, que algumas atualizações não resolvam. Mas uma coisa que despertava a minha curiosidade é, será que Vampire Bloodlines roda no Windws 7?

windows7

A resposta é sim, mas não nativamente. Para fazê-lo rodar é necessário além de ter uma boa configuração de hardware, instalar o patch não oficial mais recente (atualmente o WESP 7.0, mas pode ser qualquer um a partir do 6.5). No meu caso ainda por cima resolvi experimentar a versão 64 bits do Winodws 7. Como nativamente Bloodlines não roda em 64 bits, estava ainda mais apreensiva com esse teste. Felizmente o patch não oficial WESP a partir do 6.5 já vem com uma correção que resolve esse problema e alguns outros, como o de resolução em modo wide screen. Como uso um monitor de 19 polegadas wide, o patch também me ajudou a resolver esse problema.

Assim, logo após instalar Bloodlines instalei o patch Wesp 6.5 e ele rodou sem problemas, sem precisar sequer apelar para o modo de compatibilidade a princípio, que consta na versão Ultimate do Windows 7, que foi a versão que testei, a RTM 7600 Ultimate.

Em alguns casos, quando o jogo é executado, os sons são ouvidos mas a tela fica preta. Eu conseguia resolver isso simplesmente apertando a tecla windows e minimizando o jogo e depois maximizando novamente, mas há essa dica do leitor Augusto para o problema.

Tela preta no Windows 7

Clique no Icone do atalho do  jogo com o direito e escolha a opção Propriedades, depois escolha  a aba Compatibilidade  A seguir marque a caixa “Desativar composição de área de trabalho” . Em alguns casos é necessário também marcar a opção “Executar programa em modo de compatibilidade”.  A escolha Windows XP (SP3) funcionou perfeitamente.

Para alguns problemas de compatibilidade é indicado  também marcar a opção “Desativar dimensionamento da exibição em configurações de DPI alto”. Depois de executar esses procedimentos, clique em aplicar e dê ok fechando a caixa propriedades do atalho. Isso definitivamente acabará com os problemas de execução do jogo no Windows 7.  Se não resolver o problema pode estar relacionado as configurações do computador. Sempre dê uma checada se ele atende aos requisitos, principalmente quanto a placas de vídeo.

Essa possibilidade de rodar no Windows 7 traz mais tempo de vida útil ao jogo, que apesar de muito criticado a época de seu lançamento principalmente pelos bugs, ainda assim conta com uma comunidade muito ativa na internet que sempre proporciona além dos patchs de correção, uma série de skins e mods que acrescentam novidades ao jogo. Uma pena realmente que Vampire The Masquerade Bloodlines esteja fora de catálogo e não seja mais comercializado no Brasil. A única forma de adquirí-lo oficialmente até bem pouco tempo atrás era através da Amazon, mas infelizmente a companhia atualmente se nega a vender jogos para certos países, incluindo o Brasil. Ou seja, para o consumidor brasileiro que quiser conhecer o jogo só restou as vias ilegais, o que é uma pena. Já tive quase 6000 downloads do arquivo em pdf do tutorial que criei para o jogo e recebi várias mensagens de pessoas interessadas em adquirí-lo. Vejo vários lançamentos de jogos antigos em modo best price em bancas de revista e acho realmente uma pena Bloodlines não estar entre esses lançamentos, mercado para isso teria com certeza.

Só por curiosidade, a configuração da máquina em que testei o jogo. É uma boa configuração de hardware é verdade, mas acredito que todo pc capz de rodar o Windows 7 possa dar conta de rodar Bloodlines, desde que tenha uma boa placa de vídeo, memória e espaço suficiente.

Intel Core 2 Quad 2,66 8Mb de cache

4 GBs de memória Ram DDR2

Placa de vídeo Nvidia Geforce 9500 GT – 1 GB DDR2

SO Windows 7 Ultimate 64 bits

Motherboard ASUS P5KPL/1600

 

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The Deb of Night

16/07/2009

Deb of Night

Deb of Night é um talk-show apresentado tarde da noite no KTRK, em Los Angeles. O programa de rádio pode ser assistido ligando um aparelho de rádio. É bem popular,  visto que é sintonizado em todas as rádios do jogo.

Há um rádio no refúgio do personagem e em outros locais no jogo. Quem compreender bem o inglês vai se divertir com as participações especiais dos ouvintes e as participações absurdas do programa, principalmente se for malkaviano. Destaque para o telefonema do que aparenta ser um Tzimisce tentando convencer os ouvintes de que a Gehenna se aproxima.

Existe realmente uma KTRK, só que no Texas e não em Los Angeles.

A radialista Deb se depara com diversas situações engraçadas frente ao seu público insone das madrugadas. Além do já citado Tzimisce, há uma professora que não dorme com medo de proferir frases erradas durante a noite, um sujeito que trabalha em uma usina de força e que tem pensamentos obscenos com Deb, um marinheiro italiano chamado Vigo, um garoto que só fala "Hi! Deb" o tempo inteiro. E um cara chamado Gomez que parece conhecer tudo sobre o que está acontecendo em Los Angeles e no Mundo das Trevas. Claro que ele acredita em vampiros, lobisomens, aparições e etc.

Com essa fauna bastante inusitada, Deb o acompanha pelas madrugadas.

Quem quiser conhecer o conteúdo do programa de rádio pode baixar esse arquivo que traz toda a transmissão por escrito, na integra, em inglês.

 

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Troika Games

16/01/2009

troikaTroika Games foi uma empresa desenvolvedora de jogos de computador, focada principalmente no gênero RPG (role-playing games). Foi fundada em abril de 1998 por Tim Cain, Leonard Boyarsky e Jason Anderson. Os três eram os principais membros da equipe desenvolvedora do jogo Fallout, da Interplay.

 

O jogo, um RPG pós-apocalíptico intensamente aclamado pela crítica, mostrou o talento criativo do trio.

 

Caim foi o produtor do jogo, Boyarsky Diretor de Arte e Anderson Diretor da equipe de criação. Depois do sucesso de Fallout os três não conseguiram firmar um acordo sobre a permanência da equipe na Interplay e assim acabaram deixando a companhia e fundaram a Troika.

 

Segundo Boyarsky, "A Interplay era um ótimo lugar para se trabalhar, e nós sentíamos que ela estava perdendo muito das qualidades que admirávamos, e que eles estavam tomando muitas decisões ruins que acabariam por destruir a empresa. Já eram mais ou menos cinco ou seis anos dessa forma. Se Baldur’s Gate não tivesse conseguido o sucesso que obteve, provavelmente a Interplay teria falido."

 

Troika é uma palavra russa que significa trinca, tríade ou trindade. Quando o trio formado por Tim, Leonard e Jason estava desenvolvendo o jogo Fallout era assim que a equipe era chamada: "The Troika". Curiosamente, além de ser um trio, eles criaram na sequência, três jogos apenas antes de falir. Os jogos produzidos pela Troika durante sua atividade foram: "Arcanum: Of Steamworks & Magick Obscura" (para a Sierra Games, em 2001), "The Temple of Elemental Evil: A Classic Greyhawk Adventure" (baseado em D&D, foi lançado em 2003 pela Infogrames) e "Vampire: The Masquerade – Bloodlines" (baseado em Vampire: The Masquerade, foi lançado em 2004 pela Activision).

 

Bloodlines foi o primeiro jogo a ser licenciado pela Valve para usar a Source Engine, do jogo Half Life2 e os dois jogos foram lançados praticamente juntos. No início de 2005, a Troika já estava em apuros, e acabou por ser forçada a demitir todos os seus funcionários e começar a vender ativos da empresa. A falência da empresa ocorreu em 24 de fevereiro de 2005.

 

Na Troika Tim Cain, Leonard Boyarsky e Jason Anderson compartilhavam o título de CEO. Segundo Anderson, "Cada um de nós tinha a sua especialidade. Tim é um talentoso programador, Leonard um artista talentoso e eu tenho um conjunto de técnicas que me permite fundir programação e arte." O trio descrevia a empresa quase como um pedaço do paraíso na terra. Segundo Boyarsky "Nosso objetivo ao sair da Interplay era criar uma empresa que nos fizesse sentir como nos velhos tempos da Interplay. Tínhamos um ambiente descontraído. Mantínhamos a geladeira e a cozinha estocadas com refrigerantes e salgadinhos, que eram servidos no almoço da semana. Havia também um dia em que fazíamos um churrasco no pátio. As tabelas salariais eram bastante competitivas. A maior parte dos empregados ficavam em gabinetes e não em cubículos. Tinha uma sala com sofás, games, uma grande TV, haviam jogos à noite, etc."

 

arcanum

Depois de algum tempo, finalmente a empresa conseguiu seu primeiro projeto – Arcanum: Of Steamworks & Magick Obscura". O jogo lançado em 2001, teve uma boa recepção, apesar de algumas queixas relativas à pequenos bugs. De início a empresa praticamente só contava com Tim, Jason e Anderson. Através do contrato conseguido com a Sierra para Arcanum eles puderam então, ampliar a empresa para 12 pessoas.

Segundo Boyarski: "A expectativa de que uma equipe de 12 pessoas daria conta de um jogo desenvolvido completamente com uma engine própria foi fantasiosa. Manter a empresa ‘pequena’ foi uma decisão que nos custou muitas noites e fins de semana. A empresa vivia em um estado de pressão permanente. Um estado em que precisávamos bem mais do que as 40 horas semanais de cada empregado, para dar conta do processo e cumprir prazos. O processo de ter uma idéia, trabalhá-la e torná-la aplicável requer uma série de decisões que devem ser tomadas corretamente. Até mesmo as melhores idéias no papel podem dar errado quando são implementadas, e como estávamos com uma pressão enorme quanto a tempo e prazos, muito do que pensamos teve de ser feito de maneira diferente, fugindo às vezes totalmente ao nosso controle. Sentíamos como se estivéssemos sob a mira de uma arma."

 Arcanum foi o jogo mais bem sucedido da Troika e atingiu a venda de 230 mil cópias. É um exemplo de RPG não linear, e ao longo da história os jogadores podem seguir por diversos caminhos diferentes, oferecendo a possibilidade de interpretar o personagem que se construiu, do modo que o jogador achar melhor. O mundo é vasto e tem centenas de missões e coisas para fazer.

Existem mais de 300 criaturas habitando esse mundo dividido entre a Tecnologia e Magia e os inimigos se comportam de acordo com o horário do dia ou da noite ( na época quem que foi lançado, isso era algo realmente revolucionário).

O jogo fez de fato um relativo sucesso tendo conquistado até o 4º lugar na NPD Intelect’s best-seller, contudo o mal desse jogo é algo que perseguiu a Troika em todas as suas criações: os bugs.

O jogo saiu com vários bug e problemas, os quais seriam consertados depois com patchs e bug fixes. A comunidade que faz mods para esse jogo é bastante ativa até hoje, mesmo tanto anos depois do seu lançamento.

Durante os sete anos de existência da Troika eles nunca trabalharam com uma mesma publicadora. Constantemente o trabalho da Troika era elogiado por sua criatividade mas duramente criticada pelo excesso de bugs e problemas de programação.

Segundo Anderson, "Trabalhar com uma equipe pequena foi parte da causa desses problemas, mas parte da culpa também cabe aos editores com os quais trabalhamos. Alguns dos nossos títulos foram praticamente arrancados de nossas mãos prematuramente para ficarem fechados em uma caixa por quatro meses enquanto a editora acabava as traduções. Fora isso, uma cópia da produção final de Arcanum ainda vazou e foi repassada na Usenet durante esses quatro meses de espera".

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Mas infelizmente é assim que as coisas funcionam, principalmente quando se lida com grandes editoras.

Segundo Boyarsky, "originalmente a meta da Troika era trabalhar para apenas uma editora. Funcionar como uma equipe especializada em desenvolvimento de jogos estilo RPG. Nesse foco não precisaríamos ficar correndo atrás de contratos. Inicialmente a Sierra parecia ser essa editora, mas quando eles não deram certeza sobre a possibilidade de uma continuação de Arcanum tivemos que procurar trabalhar em outra coisa. Em seguida, a Sierra teve seus próprios problemas e esse foi o fim do nosso trabalho com a editora."

 

Depois do fim do contrato com a Sierra a Troika conseguiu um contrato para um projeto com a Infogrames/Atari. Tratava-se de "Temple of Elemental Evil" (ToEE), um remake de um antigo jogo para computadores baseado em D&D.

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The Temple of Elemental Evil: a Greyhawk Adventure, um RPG ambientado em Greyhawk, o primeiro cenário de campanha do Dungeons & Dragons criado por Gary Gygax.

O jogo inicia-se pela escolha da dificuldade: Normal ou Ironman. O mais interessante talvez seja o fato de que os diferentes personagens de cada um dos modos não se misturam uns com os outros, o que garante muito mais ação para o tipo de dificuldade selecionado pelo jogador.

 

Após escolher o modo de dificuldade, o jogador seleciona o lado (tendência) que irá representar. São nove as possibilidades, que variam do bom leal ao mau caótico (opostos máximos). Se você não for do tipo radical também poderá escolher tendências neutras, do bem ou do mal, ou até bonzinhos caóticos e maldosos leais. O mais importante é que a tendência escolhida pelo jogador irá definir o ponto de início do jogo, bem como o desenvolvimento de toda a história do game.

 

Escolhido o lado que o jogador irá representar ele passa a selecionar os personagens que irão fazem parte do seu grupo de aventureiros ao longo do jogo. Aqui novas restrições e relações aparecem. Por exemplo: monges não ficam em grupo de tendência caótica, nem paladinos podem ficar em grupos maus ou caóticos. No fim da história, o grupo de personagens é uma micro sociedade formada por membros de características semelhantes no que se refere à sua personalidade.

São sete as raças de personagens que podem ser escolhidos: humanos, anões elfos, gnomos, meio-elfos, meio-orcs e halflings. Os personagens do game são caracterizados por seis diferentes valores de habilidades, os quais acabam por definir as melhores áreas para atuação de cada um. Os valores de habilidade são: força, destreza, constituição (saúde/resistência), inteligência, sabedoria e carisma. Como exemplo de pontuação podemos citar como tendo alto valor de importância a força, por exemplo, para os bárbaros e os guerreiros. Já no caso de magos, a inteligência talvez seja a mais importante, pois determinará o número de feitiços que ele poderá lançar.

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Os gráficos foram considerados de excelente qualidade parta a época e tendo um nível de detalhamento bastante realista em comparação com outros jogos do mesmo estilo desse período. Um dos grandes destaque do jogo foi o realismo do movimento e principalmente os efeitos de a composição de partículas (fumaça, rastros de magias e explosões). Para usufruir ao máximo esses recursos, o jogo exigia uma boa configuração, ao menos para a época.  O som também possuía boa qualidade e o nível de customização dos personagens chegava ao cúmulo de poder se escolher até mesmo a voz.

A trilha sonora do game varia de acordo com o ambiente no qual você se encontra. Ao chegar a uma vila aconchegante e acolhedora a música transmite essa idéia através de melodias relaxantes; quando você está enfrentando duas aranhas gigantes, a sonoridade já se torna bem mais "estridente". As pancadas são o alto da sonoridade do game: não é preciso ver o ataque do inimigo para saber que o seu personagem acaba de levar uma bela pancada de um Orc.

Temple of Elemental Evil

O jogo foi lançado em 2003, praticamente como um projeto solitário de Tim Caim, pois Boyarsky e Anderson já estavam envolvidos no projeto da Activision para "Vampire Bloodlines". "Temple of Elemental Evil" recebeu praticamente as mesmas críticas e elogios que "Arcanum". Entre os elogios estava a fidelidade às regras de D&D versão 3.5 e a criatividade. Contudo, as críticas aos bugs e a instabilidade dos jogos persistiam. A Activision temendo que sua licença pudesse estar em perigo, investiu mais dinheiro na Troika para que a equipe de ToEE podesse trabalhar também em Bloodlines. Assim, a Activision esperava que o jogo pudesse ficar pronto em 2004 como o previsto.

Interessante é que mesmo após muito tempo do lançamento, e mesmo com os inúmeros problemas que apresentou quanto aos bugs, ToEE ainda hoje tem muitos fãs e comunidades que desenvolvem patchs e mods, assim como Arcanum e Bloodlines.

Os problemas de Bloodlines

Desenvolver Bloodlines foi problemático para a empresa. Eles tiveram muita dificuldade com a burocracia que regia o projeto. Qualquer coisa a ser feita acabava esbarrando nessa problemática. Era algo torturante comparado com a relativa liberdade que tiveram com o jogo "Arcanum".

Segundo Anderson, "Todo o design precisava ser muito bem estruturado em VTMB pois tudo era controlado não apenas pela White Wolf, mas pela Activision também. Ainda por cima, estávamos usando um protótipo da Source Engine que ainda não estava completamente aprimorado no que diz respeito a AI, e o código de AI desenvolvido pela Troika parecia não funcionar adequadamente com a Source Engine da Valve. A Troika conseguiu empurrar a data de lançamento para 16 de novembro com um alto custo de horas extras de seus funcionários."

 

O tempo de testagem do jogo levou apenas entre 1 ou 2 meses e não mais que isso. O que segundo Anderson seria uma das causas dos problemas no jogo. Assim como as experiências anteriores, Bloodlines obteve elogios pelo enredo e criatividade, mas sofreu duras críticas pelos bugs e problemas de programação. Comparado em performance com o jogo Half Life 2, Bloodlines era muito mais pesado e menos espetacular visualmente. 

 

Esta é para Anderson, a causa do fim da Troika. Ele considera que a maior parte da culpa seriam dos editores. "Certo ou errado, só precisávamos de mais tempo para testar os jogos e nenhum dos nossos três editores estavam dispostos a dar-nos o tempo necessário. Todo os jogos foram praticamente arrancados de nossas mãos antes de podermos finalizá-los adequadamente. Em todos eles o que tenho a dizer que estávamos sim atrasados e com o orçamento esgotado, mas isso ainda assim não justifica dar ao público um produto inacabado. "

 

Boyarsky oferece um pouco mais de conhecimento sobre o que estava acontecendo de fato dentro da empresa: "Como eu disse antes … Na Troika estávamos quase sempre sob muita pressão  e com decisões importantes a ser feitas a todo momento e sem tempo necessário para se fazer uma avaliação completa dos impactos dessas decisões. "

 

Quando Vampire Bloodlines foi lançado havia ainda muitos problemas técnicos e bugs, entretanto nenhum deles foi considerado suficientemente grave para o atraso do lançamento do jogo. Após o jogo ser liberado à público, entretanto, a Activision fez uma listagem de todos os problemas que foram reportados pelo serviço de atendimento ao consumidor através do site oficial do jogo e também em fóruns na internet. A partir daí a Activision autorizou a Troika Games a gastar uma semana criando um patch para resolver os problemas mais grave encontrados no jogo.

 

A Troika já em fase de falência já havia sido obrigada a demitir quase todos os seus funcionários, com excessão dos três proprietários: Jason Anderson, Leonard Boyarsky e Tim Cain. Apesar disso, vários funcionários continuaram a trabalhar sem remuneração sobre a versão 1.2 do patch, que depois de três semanas, foi liberada em 22 de dezembro de 2004.

 

Depois de duas ondas de demissões, incapaz de conseguir um novo projeto,  a Troika finalmente fecharia suas portas em fevereiro de 2005. Deixou para trás um jogo repleto de bugs. Entretanto, fãs do jogo continuaram a criar e a liberar patches não oficiais para resolver esta situação.

 

Avaliando o que passou Anderson afirma, "As editoras não estão interessadas em desenvolvedoras  que constantemente lançam títulos ‘B’. Infelizmente, embora os nossos jogos tivessem visão e  profundidade não fomos capazes de lançar um jogo que tenha sido exaustivamente testados e livre de bugs. A grande quantidade de erros no nosso produto automaticamente os classificaram como títulos B." Para Boyarski faltou também visão empresarial:  "Nós deveríamos ter encontrado alguém para executar o aspecto comercial da Troika.

 

Assim, Tim, Jason e eu poderíamos ter centrado toda a nossa energia sobre os jogos." Eles afirmam que desde o início tomaram decisões erradas. "Após as lições que aprendemos sobre Arcanum, acho que a melhor maneira prosseguir teria sido  obter um financiamento independente para a maior parte do ciclo de desenvolvimento do jogo e, em seguida, levá-la para os editores, quando fosse concluída mais da metade  do processo para buscar ajuda para  trazer o produto ao mercado." Atualmente os três continuam fortemente ligados à industria dos games.

 

Atualmente há ex-funcionários da Troika espalhados por várias empresas de games. Leonard Boyarsky por exemplo, está desenvolvendo um projeto para a Blizzard sendo membro da equipe do jogo Diablo III. Tim Cain trabalha na Carbine Studios e Jason Anderson retornou para a Interplay.  

 


Fontes:

The Escapist 

Wikipedia: Troika

Wikipedia: Arcanum

Wikipedia: The Temple of Elemental Evil

Troikapedia

Troika’s Website mirror

Troika Chronicles

 

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Sebastian Lacroix

12/01/2009

Um vampiro francês, membro do clã Ventrue, Lacroix é o Príncipe de Los Angeles e líder da Camarilla local. Tendo mais de 180 anos, ele serviu sob as ordens de Napoleão Bonaparte, atualmente é o presidente da Lacroix Foundation, habitando a cobertura de sua Venture Tower, no centro de L.A. Há muito anos ele é caçado pelos membros da Sociedade dos Leopoldos e seu inimigo mais insistente é Grünfeld Bach que tem uma rixa pessoal com LaCroix e fará de tudo para destruí-lo.

O personagem Sebastian LaCroix também existe na série de RPG Vampiro a Máscara (Vampire The Masquerade).  Pouco se sabe dele a não ser que morreu diablerizado, em 2004, em Los Angeles. Ele teria sido militar e de fato lutou nas guerras napoleônicas. Depois de ter escapado da batalha de Waterloo abandonou a carreira militar e dedicou-se aos negócios. Em 1919, foi abraçado por Lucien LaCroix e tornou-se um vampiro influente em Paris, contudo por desavenças políticas acabou deixando a Europa e em 1939 chegou a Los Angeles onde se estabeleceu até de fato ser destruído em uma guerra com os anarquistas em que teria sido diablerizado. A guerra faz parte da Gehenna. O resto é lenda.

Principe LaCroix

O nome não tem nada a ver com costureiro francês. Trata-se de uma homenagem ao poderoso vampiro Lucien LaCroix, do seriado de detetive, Forever Knight, de 1989, exibido pela CBS. Na série o personagem Lacroix (um vampiro antiqüíssimo e poderoso) era vivido por Nigel Bennett.

Ver mais em QUEM É LACROIX

 

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Caim – o motorista de taxi

08/12/2008

Esse é um dos easter-eggs mais curiosos do jogo. Trata-se da figura do taxista, um NPC a princípio sem nenhuma relevância no jogo, além do fato de conduzir o jogador entre os diversos cenários (se seu personagem não for nosferatu só terá essa forma).

Basicamente o taxista de leva a diversos locais do jogo sem fazer nenhuma pergunta e parece realmente não saber de nada. Mas quando chega a parte final você terá uma surpresa.

Além de ser um dos únicos que de fato irá te ajudar (ainda que se identifique como um velho amigo de Jack) o taxista demonstra um conhecimento sobre a sociedade vampírica e sua história muito maiores do que se poderia imaginar. Alguns desconfiam de que ele seja o tal amigo oculto responsável pelos emails com enigmas relacionados ao xadrez.

Há é claro a enigmática cena final em que o taxista aparece a Jack com uma frase que diz muito sobre o próprio jogo da Jyhad e sobre a Gehenna, ilustrando os temores de que os vampiros não passariam de marionetes nas mãos dos antidiluvianos. Para aumentar todo esse suspense, os criadores do jogo ainda fizeram mais uma brincadeirinha. Quem olhar na pasta do jogo verá que a voz do taxista está identificada com o título Caine, o que é mais um indício de que há muito mais escondido na figura enigmática do taxista do que nosso personagem poderia supôr. Fora que não deixa de ser divertido imaginar que depois de tantos milênios a espera de seu retorno, Caim tenha escolhido reaparecer para a Gehenna como um taxista de Los Angeles.

 

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Amigo misterioso

02/11/2008

Durante o jogo seu personagem receberá uma série de emails com mensagens enigmáticas fazendo referência ao xadrez.

Quem será esse amigo misterioso afinal?

Ele parece conhecer todos os seus movimentos e também sabe o que está dentro do sarcófago.

Entre os prováveis suspeitos estão Jack, Max, Becket e o Motorista de Taxi.

Jack é o suspeito mais provável, afinal é ele que está por trás de toda a trama do Sarcófago, e o único que sabe de fato qual o seu conteúdo. Entretanto, muitos afirmam que nessa história o elemento distoante é justamente o conteúdo da mensagem, pois enigmas de xadrez não parece muito com o estilo de Jack.

Quanto a Strauss, os enigmas de xadrez se encaixariam perfeitamente com o estilo dele, entretanto, ele parece não ter tanto conhecimento assim sobre o Sarcófago. Se você trair Straus ele ficará muito irritado e nem sequer o deixará entrar na Capela, mas os emails continuarão a vir. Se fosse ele então que motivo ele teria para ainda ajudá-lo.

Becket até usaria esse estilo, e uma vez que ele sempre foi amigável com você seria um motivo para se desconfiar. Fora que ele também possui conhecimentos sobre o sarcófago graças às investigações que vem fazendo. Entretanto, o que descarta a possibilidade de ser Becket é o fato de você começar a receber os emails mesmo antes de encontrar com ele pela primeira vez. Perto do final do jogo ele adverte a você cara-a-cara que não abra o sarcófago. Se ele disse isso pessoalmente que motivo teria para alertá-lo por emails anônimos.

O motorista de taxi acompanha você praticamente por todo o jogo, mas você só travará conhecimento com ele perto do final do jogo, e ele parece saber muito, mas muito mais do que aparenta.

Essas são apenas indagações. Jogue, analise e tire suas próprias conclusões a respeito.

Lista dos emails do amigo misterioso

1. <THE OPENING>

The game begins. A pawn is moved.

2. <THE FIRST MOVE>

The white king moves to protect his pawn.

3. <A BISHOP>

A bishop is sacrificed for the king.

4. <A GAMBIT>

A gambit has been played. The king leaves himself open.

5. <THE COST>

The cost of an attack is often paid later.

6. <THE QUEEN>

Beware the black queen

7. <THE CAMPAIGN>

The succes of a campaign is weighted by the commitment of your opponent.

8. <THE WHITE BISHOP>

The white bishop falls.

9. <ENDGAME>

Don’t open it.

 

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Jeanette Voerman – Erin Layne

02/11/2008

Durante a campanha promocional do jogo, três modelos foram contratados para serem usados como referência para as imagens oficiais promocionais do jogo, como wallpapers, camisetas, caixas do jogo, etc.

Estes mesmos três modelos foram também utilizados para promover o jogo em determinados eventos, como GenCon 2004, E3 2003 e na festa oficial de lançamento do jogo no Fang Club.

Os três personagens escolhidos para serem representados nos eventos foram Ming Xiao, um Nosferatu e Jeanette Voerman. Nessa ocasião a personagem Jeanette Voerman foi interpretada pela modelo, performer e atriz Erin Layne (leia entrevista com Erin Layne sobre o jogo), que além de gostar do visual e de bandas góticas e darkwave, curiosamente também é fã de RPG. O nosferatu foi representado pelo modelo Felixx também conhecido como VampiricuS.

GALERIA DE FOTOS DA MODELO ERIN LAYNE

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Jogos com a temática vampiros

18/10/2008

Não é de hoje que o tema vampiros povoa o mundo dos games. Desde os tempos do Atari já havia títulos do gênero. Essa é uma lista que traz vários títulos que tratam da temática vampiros trazendo os sugadores de sangue ora como vilões, ora como protagonistas.
Fonte: Mobygames

Título Ano Plataforma Publicador
Dracula 3: The Path of the Dragon 2008 Windows Akella
Dracula: Origin 2008 Windows 93 Games Studio
Vampire World: Port of Death 2007 Windows rondomedia Marketing & Vertriebs GmbH
Lunar Knights 2007 Nintendo DS Konami Digital Entertainment, Inc.
Castlevania: The Dracula X Chronicles 2007 PSP Konami Digital Entertainment, Inc.
Die Schule der kleinen Vampire: Knoblauchalarm 2007 Macintosh, Windows Tivola Publishing GmbH
Vampire Rain 2007 Xbox 360 Microsoft Game Studios
Castlevania: Portrait of Ruin 2006 Nintendo DS Konami Digital Entertainment, Inc.
Castlevania Double Pack 2006 Game Boy Advance Konami Digital Entertainment, Inc.
Vampires Dawn 2: Ancient Blood 2005 Windows
Castlevania: Curse of Darkness 2005 PlayStation 2, Xbox Konami Digital Entertainment, Inc.
Darkwatch 2005 PlayStation 2, Xbox Capcom Entertainment, Inc.
Pathologic 2005 Windows Brigades
Castlevania: Dawn of Sorrow 2005 Nintendo DS Konami Digital Entertainment, Inc.
Shin Bokura no Taiyō Gyakushū no Sabata 2005 Game Boy Advance Konami Corporation
Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2004 Windows Activision Publishing, Inc.
Van Helsing 2004 PlayStation 2, Xbox Vivendi Universal Games, Inc.
Boktai 2: Solar Boy Django 2004 Game Boy Advance Konami Digital Entertainment, Inc.
Underworld: The Eternal War 2004 PlayStation 2 Play It Ltd
Darkstalkers Chronicle: The Chaos Tower 2004 PSP Capcom Entertainment, Inc.
BloodRayne 2 2004 PlayStation 2, Windows, Xbox Majesco Sales, Inc.
Blade: Trinity 2004 BREW, J2ME MFORMA Group Inc.
Dracula 2 Pack 2004 Windows The Adventure Company
Legacy of Kain: Defiance (Special Edition) 2004 Windows Eidos GmbH
Boktai: The Sun is in Your Hand 2003 Game Boy Advance Konami of America, Inc.
Castlevania: Lament of Innocence 2003 PlayStation 2 Konami Digital Entertainment, Inc.
Castlevania: Aria of Sorrow 2003 Game Boy Advance Konami of America, Inc.
Nosferatu: The Wrath of Malachi 2003 Windows iGames Publishing
Legacy of Kain: Defiance 2003 PlayStation 2, Windows, Xbox Eidos, Inc.
Buffy the Vampire Slayer: Wrath of the Darkhul King 2003 Game Boy Advance THQ Inc.
Buffy the Vampire Slayer: Chaos Bleeds 2003 GameCube, PlayStation 2, Xbox Vivendi Universal Games, Inc.
Buffy the Vampire Slayer 2002 Xbox Electronic Arts, Inc.
Konami Collector’s Series: Castlevania & Contra 2002 Windows Konami of America, Inc.
BloodRayne 2002 GameCube, Macintosh, PlayStation 2, Windows, Xbox Aspyr Media, Inc.
Castlevania: Harmony of Dissonance 2002 Game Boy Advance Konami Corporation
Blade II 2002 PlayStation 2, Xbox Activision Publishing, Inc.
Legacy of Kain: Blood Omen 2 2002 GameCube, PlayStation 2, Windows, Xbox Eidos Interactive, Inc.
Yuki’s Vacation 2002 Windows Totally Screwed Software
Castlevania Chronicles 2001 PlayStation Konami of America, Inc.
Blood & Lace: A Gothic Novel 2001 Windows Giunti Publishing Group
Castlevania: Circle of the Moon 2001 Game Boy Advance Konami of America, Inc.
Vampire Night 2001 PlayStation 2 Namco Hometek Inc.
Heróis e Vampiros 2001 Browser Organizações Globo SA
Legacy of Kain: Soul Reaver 2 2001 PlayStation 2, Windows Eidos Interactive, Inc.
From Dusk Till Dawn 2001 Windows DreamCatcher Interactive Inc.
Erevos 2001 Windows Grenadios
Dark Angel: Vampire Apocalypse 2001 PlayStation 2 Metro3D, Inc.
Vampire: The Masquerade – Redemption (Collector’s Edition) 2000 Windows Activision Publishing, Inc.
Blade 2000 Game Boy Color, PlayStation Activision Publishing, Inc.
Vampiric Tower 2000 DOS
Vampire Chronicle For Matching Service 2000 Dreamcast Capcom Co., Ltd.
Dracula: The Last Sanctuary 2000 Macintosh, PlayStation, Windows DreamCatcher Interactive Inc.
Vampire: The Masquerade – Redemption 2000 Macintosh, Windows Activision, Inc.
Buffy the Vampire Slayer 2000 Game Boy Color THQ Inc.
Dracula: The Resurrection 2000 Macintosh, PlayStation, Windows DreamCatcher Interactive Inc.
Vampire Hunter D 1999 PlayStation Jaleco Entertainment, Inc.
Legacy of Kain: Soul Reaver 1999 Dreamcast, PlayStation, Windows Eidos Interactive, Inc.
Nocturne 1999 Windows Gathering of Developers
Castlevania 1999 Nintendo 64 Konami of America, Inc.
Castlevania: Legacy of Darkness 1999 Nintendo 64 Konami Corporation
Darkstalkers 3 1998 PlayStation, Saturn Capcom Entertainment, Inc.
Gothos 1997 Macintosh, Windows Microforum
Castlevania: Symphony of the Night 1997 PlayStation, Saturn, Xbox 360 Konami of America, Inc.
Castlevania Legends 1997 Game Boy Konami of America, Inc.
Imadoki no Vampire: Bloody Bride 1996 PlayStation Atlus Co., Ltd.
Darkstalkers: The Night Warriors 1996 PlayStation, Saturn Capcom Entertainment, Inc.
The Vampire Diaries 1996 Windows American Laser Games, Inc.
Blood Omen: Legacy of Kain 1996 PlayStation, Windows Activision Publishing, Inc.
Drascula: The Vampire Strikes Back 1996 DOS Alcachofa Soft S.L.
Dracula’s Secret 1996 Macintosh, Windows, Windows 3.x Future Endeavors, Inc.
Castlevania: Dracula X 1995 SNES Konami (America), Inc.
Bureau 13 1995 DOS GameTek, Inc.
3×3 Eyes: Kyuusei Koushu 1995 PlayStation, Windows 3.x Nihon Create
Terror TRAX: Track of the Vampire 1995 DOS Grolier Interactive
Nosferatu 1994 SNES SETA U.S.A., Inc.
Castlevania Bloodlines 1994 Genesis Konami (America), Inc.
Akumajo Dracula X: Chi no Rondo 1993 TurboGrafx CD, Wii Konami Co., Ltd.
Chapolim x Drácula: Um Duelo Assustador 1993 Sega Master System Tec Toy Indústria de Brinquedos S.A.
The Awesome Adventures of Victor Vector & Yondo: The Vampire’s Coffin 1993 Macintosh, Windows 3.x Sanctuary Woods, Inc.
Bram Stoker’s Dracula 1993 DOS Psygnosis Limited
Dracula in London 1993 Windows 3.x SDJ Enterprises, Inc.
Bram Stoker’s Dracula 1993 Amiga, Game Boy, Game Gear, Genesis, NES, Sega CD, Sega Master System, SNES Sony Imagesoft
Dracula Unleashed 1993 DOS, Macintosh, Sega CD SEGA Corporation
BloodNet 1993 Amiga, DOS GameTek, Inc.
Veil of Darkness 1993 DOS Strategic Simulations, Inc.
Brides of Dracula 1992 Amiga, Atari ST Gonzo Games
Master of Darkness 1992 Game Gear, Sega Master System SEGA Corporation
Night Trap 1992 3DO, DOS, Sega 32X, Sega CD Digital Pictures, Inc.
Super Castlevania IV 1991 SNES, Wii Konami, Inc.
Castlevania II: Belmont’s Revenge 1991 Game Boy Konami Corporation
Akumajo Special: Boku Dracula-kun! 1990 NES Konami Corporation
The Menagerie 1990 ZX Spectrum Zenobi Software
Kid Dracula 1993 Game Boy Konami Corporation
Transylvania III: Vanquish the Night 1990 DOS Merit Studios, Inc.
Personal Nightmare 1989 Amiga, Atari ST, DOS Horrorsoft
Castlevania: The Adventure 1989 Game Boy Konami Corporation
Castlevania III: Dracula’s Curse 1989 NES Konami, Inc.
Dracula in London 1988 DOS SDJ Enterprises, Inc.
Vampire’s Empire 1988 Amiga, Atari ST, Commodore 64, MSX, ZX Spectrum DigiTek Software
NightHunter 1988 Amiga, Amstrad CPC, Atari ST, DOS, ZX Spectrum Ubi Soft Entertainment Software
Vampire’s Castle Adventure 1988 DOS Konami, Inc.
Castlevania II: Simon’s Quest 1987 NES, Wii Konami Industry Co. Ltd.
Vampire Killer 1986 MSX Codemasters
Phantomas 2 1986 Amstrad CPC, Commodore 64, MSX, ZX Spectrum Codemasters
Ghost House 1986 Sega Master System SEGA of America, Inc.
Castlevania 1986 Amiga, Commodore 64, DOS, Game Boy Advance, NES, Wii Konami, Inc.
Nosferatu the Vampyre 1986 Amstrad CPC, Commodore 64, ZX Spectrum Piranha
The Crimson Crown 1985 Amiga, Apple II, Atari ST, Commodore 64, DOS, Macintosh Polarware
Realm of the Undead 1984 ZX Spectrum Express Programmes Company
Scott Adams’ Graphic Adventure #5: The Count 1982 Atari 8-bit Adventure International
Transylvania 1982 Amiga, Apple II, Atari 8-bit, Atari ST, Commodore 64, DOS, Macintosh Penguin Software, Inc.
Dracula 1982 Intellivision Imagic
The Count 1981 Apple II, Atari 8-bit, Browser, Commodore 64, TI-99/4A, TRS-80, VIC-20 Adventure International

Além de Bloodlines e Redemption existem vários jogos inspirados no tema vampiros. Essa é uma lista cronológica contendo quase todos os títulos já lançados desde os tempos do Atari.
Fonte: Mobygames

 

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