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Independentes

14/01/2009

Obviamente existem grupos de vampiros que preferem ficar distantes das intrigas e conflitos do Sabá e da Camarilla e preferem simplesmente não escolher nenhum lado no conflito da Jyhad.

Muitos desses cainitas estão mais preocupados com seus objetivos pessoais ou de seu clã. Tal posicionamento preocupa tanto aos vampiros da Camarilla quanto do Sabá que não sabem exatamente o que esperar de tais membros.

Entre os independentes estão Assamita,  Giovanni, Ravnos, Salubri, Samedi e Seguidores de Set.

Além desses também podem ser considerados como independentes ou não-classificados outras linhagens como  Ahrimanes, Baali, Blood Brothers, Caitiff (os sem clã), Filhas da Cacofonia, Filhos de Lilith, Filhos de Osíris, Gárgulas, Harbinger of Skulls, Kyasid, Nagaraja, Old Clan Tzimisce, Panders, Serpentes da Luz e True Brujah.

A vampira Pisha, encontrada no hospital abandonado de Downatown pertece por exemplo, ao clã Nagaraja, também chamados de "Comedores de Carne".

História dos Nagaraja

Há muito tempo atrás, os magos da Tradição Euthanatos faziam experiências com o sangue vampírico. E de fato alguns deles conseguiram se transformar em vampiros sem serem diretamente abraçados. Suas manipulações com o sangue, combinadas com a natureza mágika inata dentro deles, foi responsáveis pelo aparecimento dos Nagaraja, uma linhagem de canibais, necromantes.

Ao contrário dos outros vampiros, os Nagaraja precisam comer a carne de um humano para se alimentar, e fazer isso é ultrajante para a maioria daqueles que não são da linhagem.

Em contradição a este desgosto, eles são os mestres do inconsciente. Os Nagaraja também são os mestres da Necromancia – arte que aprenderam com os Euthanatos e com Inauhaten, a Múmia.

Eles ocupam seu tempo em ritos Taumatúrgicos estranhos e terríveis, além de experiências Necromânticas. E acreditam serem os responsáveis pela criação dos Samedi, entretanto eles se recusam a levar o crédito por isso.

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Outra oportunidade em que o jogador encontrará Membros Independentes é durante a missão Jantar Italiano (Italian Dinner) em que terá que entrar na mansão dos Giovanni.

História do clã Giovanni

Nenhum outro clã é mais dedicado a manter uma família que o clã Giovanni. Segundo a lenda, o fundador do clã quis aumentar seu poder abraçando uma confraria de necromantes venezianos. Só que esta confraria era na verdade uma família muito unida que nutria um forte interesse em religiões mediterrâneas. Estes eram os Giovanni. A retribuição dos Giovanni ao seu senhor foi presenteá-lo com sua própria morte. Assim como todos os seus outros descendentes, após serem perseguidos por muito tempo devido a tal ato de horror, os Giovanni fizeram um pacto com a camarilla, prometendo manter-se em paz, quietos e longe da política da Camarilla. aparentemente o clã mantém tal voto. 

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Cada integrante deste clã também é um membro da família Giovanni. Segundo uma tradição antiga, os membros abraçados são sempre da mesma família.

Três indivíduos de cada geração são escolhidos durante a infância para serem Abraçados quando estiverem prontos. Como todo Giovanni é parente de sangue, eles são extremamente leais uns aos outros. O clã Giovanni é um dos mais rigidamente controlados, e os membros do clã mantém contato constante entre si. O clã ainda é regido com mão de ferro por seu patriarca, Augustus Giovanni, líder original da Confraria.

Os vampiros dessa clã são mercadores, especuladores e investidores que passam a maior parte de suas noites em arranha-céus, manipulando seus vastos bens. Negociar almas tem feito esse clã acumular uma desproporcional quantidade de poder, enquanto negociar no mundo financeiro os torna cada vez mais ricos.

Outros membros são avessos em confiar nos mercenários Giovanni, que parecem usar a influência que possuem para um fim desconhecido. Parte da insalubre reputação dos Giovanni emana do fato de serem um clã restritivo, que recruta quase todos os membros da incestuosas família mortal. Eles passam o restante de suas noites em criptas e mausoléus executando seus rituais sombrios e mórbidos.

Uma fraqueza notória do clã é o fato de que o Beijo, ao contrário do que ocorre em outros clãs, provoca uma dor insuportável em vez de prazer. É na verdade uma dor tão terrível que a vítima morre em decorrência dela, e não da perda de sangue.

 

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Sabá

14/01/2009

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A seita Sabá ou Sabbat era conhecida no passado como a Mão Negra1. Há rumores de que esta organização estaria envolvida com um Culto de Morte medieval. Além disso é a segunda maior Seita vampírica depois da Camarilla e tem procurado aumentar seu domínio agressivamente.

Pouco dos seus conceitos mudaram desde de sua fundação. É arquiinimiga da Camarilla. Vistos como selvagens irracionais e demônios com sede de sangue, tanto pela Camarilla como pelos membros independentes, o Sabá tem uma fama terrível na sociedade dos amaldiçoados.

A cultura do sabá gira em torno dos princípios da liberdade e lealdade. Consideram os vampiros como seres superiores e que, portanto podem fazer tudo o que querem, sendo os mortais para eles, mera comida e diversão. Bandos do sabá saem espalhando caos e destruição por onde passam.
A organização do Sabá segue uma hierarquia que é uma paródia da igreja católica com Bispos que controlam as atividades do Sabá em cada cidade. Consideram os membros da Camarilla como fantoches dos antediluvianos e pretendem a todo custo evitar ou sobreviver a Gehenna. O Sabá é também conhecido como a espada de Caim.

A Mão Negra comanda através do medo, ódio e violência física. Na América do Norte ela mantém um controle sem disputa em Detroit, Toronto, Montreal, Nova York, Philadelphia, Pittsburgh e Portaland, e está próxima de ganhar a supremacia em Boston e Baltimore. Até recentemente, Miami também estava sob o controle do Sabá, mas eventos recentes causaram um abalo no poder lá estabelecido.

O Sabá está organizado em grupos, chamados de "bandos", cujos membros mantém uma enorme lealdade entre si, caçando e viajando como um grupo. É comum, na Camarilla, usar o termo "bando" de forma pejorativa.

Os Membros do Sabá vem de Linhagens de Sangue diferentes, embora dois Clãs dominem a organização: o Lasombra e o Tzimisces. Os Lasombra e os Tzmisce são os "pastores" e os fundadores do Sabá. Com exceção destes dois, os outros vampiros do Sabá, clamam zombando serem antitribu ou anti-clãs de seus clãs originais.  Diz-se que Lasombra e Tzmisce teriam cometido diablerie e destruido os seus progenitores, assim os outros vampiros do Sabá seguem suas lideranças, esperando um dia fazer o mesmo.

 

Tzmisce

 

Embora seja possível a um vampiro entrar no Sabá, a maioria dos seus membros já foram criados dentro da Seita. A Mão Negra precisa de devoção e apoio extremo às vontades do bando.

 

O Ritual de iniciação ao Sabá é feito para destruir qualquer vestígio de força de vontade e humanidade no novo vampiro. Os iniciantes são mortos de forma lenta e dolorosa, e então lhes é dado o Sangue. Este sangue não vem de um único membro, mas de todos os membros presentes no ritual de iniciação, dentro de um cálice.

 

O Sabá distorce e corrompe muitas convenções criadas por instituições às quais se opõe. Muitos dos rituais e práticas da seita são originários da Igreja Católica, inclusive a prática da Valderie, onde cada vampiro bebe de um cálice com a vitae de todos os vampiros para fortalecer a sua lealdade.

 

Uma vez que o iniciado tenha tomando do Sangue ele é enterrado morto e precisa sair sozinho do seu "túmulo". Todos que não conseguem ficam enterrados eternamente num processo de entrada e saída do torpor de forma que eles acabem enlouquecendo. O ritual de cavar um caminho às cegas para fora da terra fria depois de ter sua cabeça rachada por uma pá, tira a Humanidade do iniciante e deixa sua mente aberta para sofrer uma lavagem cerebral e ser subjugada pelo Sabá. Por isso eles são chamados pejorativamente de "Cabeças-de-pá".

 

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Uma vez livre, o iniciante tem um Laço de Sangue com o bando que o abraçou. Num estranho ritual, que ocorre em duas noites seguidas, é dado mais sangue ao iniciado.

 

A Mão Negra permite busca de poder em todas as formas. Ela é "engajada" no Diablerie e tem uma oposição fanática à vida e suas implicações. O Sabá vê os mortais como nada mais que animais a serem dominados e usados conforme suas necessidades.

 

O Sabá tem uma devoção aos lugares ligados à morte, tais como cemitérios, catacumbas e mausoléus. Os membros do Sabá se veêm como mortos-vivos e agem de acordo. Qualquer um quer se oponha a isso é queimado; é verdade que os membros do Sabá tem uma fascinação especial pelo fogo, mesmo sendo tão vulneráveis a ele como os outros vampíros.

 

Os membros do Sabá vivem em orgia e deixam suas "vidas" serem guiadas pelos seus instintos mais selvagens, dando lugar à besta. Eles acham os outros vampiros desprezíveis já que eles tentam manter tão fortemente seus restos de humanidade. Para o Sabá isto é uma grande blasfêmia.

 

As cidades dominadas pelo Sabá são lugares violentos e explosivos. Assassinatos, estupros e roubos noturnos acontecem o tempo todo.

 

O Sabá envia bandos para cidades dominadas pela Camarilla, para espionar a oposição ou para caçar todos que fugiram da Seita. A política da Camarilla quanto a presença de vampiros do Sabá normalmente é complicada.

 

Diz-se que os membros do Sabá estão empenhados num tipo estranho de diablerie, em que seus membros ritualísticamente massacram seus elders tão fortemente que membros mais agressivos podem acabar tomando seus lugares. De qualquer forma, fala-se tanto entre os membros fora do Sabá que esses rumores ainda são inconfirmados. Os príncipes das grandes cidades do mundo daria muito para conseguir informações verdadeiras sobre os planos e ações do Sabá. Todos eles temem o perigo do aumento da presença desta Seita.

 

No final nada pode ser dito com certeza sobre o Sabá. Na verdade tudo que a Camarilla pensa sobre o Sabá pode ser falso, nada mais que rumores espalhados pelos Antidiluvianos que desejam que as duas seitas combatam uma a outra. Isso pode parecer estranho mais é possível.

 


1 A mão negra é uma seita dentro da seita, um grupo de elite reconhecido em separado do Sabá. A Mão Negra (ou simplesmente a Mão) não é verdadeiramente separada do resto do Sabá. Ainda sim, todos seus membros são leais ao Sabá acima de tudo.

 

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Kuei-Jin

14/01/2009

Os Kuei-Jin, Cataianos ou Vampiros do Oriente, não são realmente vampiros. Eles são uma forma similar de morto-vivo proveniente da Ásia. Os Kuei-Jin geralmente não gostam dos vampiros europeus, e tem uma visão negativa em relação a eles, considerando-os inferiores, mas não necessariamente os vêem sempre como inimigos. Os mortos ressurgidos são como uma espécie de fantasma, que precisam sanar suas dívidas cármicas, a diferença é que seu desejo de viver era tão grande que o Grande Ciclo lhes deu uma oportunidade de voltar a viver, e assim ressurgir em seus próprios corpos mortos. Precisam de sangue para viver assim como os vampiros europeus, chamados por eles de Kain-jin, mas não é o sangue que os mantém vivos e sim o Chi que o sangue contém.

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Alguns deles são capazes de retirar o Chi da respiração da vítima, outros do ambiente (osmose), enquanto alguns refinaram a arte da culinária com a carne humana. Seguidores de um dos Cinco Dharmas, que lhes mantém no curso da redenção dármica, são suscetíveis à luz do sol e ao fogo assim como os vampiros ocidentais.

Os Kuei-jin são vulneráveis até certo ponto à luz solar, mas o grau de vulnerabilidade varia de acordo com a quantidade de energia Yin em seus corpos. Eles não “queimam” com a luz; na verdade, eles apodrecem, uma vez que a energia Yang do sol corrói a mágica sobrenatural que anima os corpos dos Kuei-jin.

Nem todos os Kuei-jin precisam beber sangue para se sustentar. Os mais inferiores, os chih-mei, obtêm seu Chi da carne humana (ou de outros seres conscientes). Vampiros mais refinados são capazes de “beber” a respiração, o espírito ou mesmo a essência bruta. Como efeito secundário, os Kuei-jin, são perfeitamente capazes de comer e beber alimentos normais, embora isso não os nutra. Os Kuei-jin podem até ficar bêbados, embora a quantidade de álcool exigida para esse efeito seja extremamente prodigiosa (considere que um Kuei-jin seja capaz de beber 10 vezes mais álcool que um humano normal.

Os Kuei-jin possuem uma segunda natureza, a natureza do demônio. As duas naturezas (Hun, sua natureza normal e P’o, sua natureza demoníaca) vivem em conflito, o que freqüentemente afasta o vampiro de seu caminho dármico.

Os Kuei-jin não acreditam ser descendentes de Caim, portanto o conceito de gerações é irrelevante para eles. Eles medem seu poder por idade e progresso ao logo do Dharma. Como efeito secundário, não existem “clãs” de Cataianos. Embora geralmente eles se agrupem em seitas, hierarquias, escolas e outras estruturas sociais, tais unidades não são ditadas pelas excentricidades do Sangue.

Os Kuei-jin não criam carniçais. Seu karma é sofrer essa maldição sozinhos, não compartilha-la com outros. Contudo, Kuei-jin que sofrem de desequilíbrios de Yang podem engravidar ou engravidar outros! Essas crianças híbridas são chamadas de Dhampyrs.

Os Kuei-jin precisam regular cuidadosamente sua ingestão de Chi, ou sofrerão de um desequilíbrio de Chi. Um desequilíbrio de Chi Yin pode levar o vampiro a tornar-se mais desumano ou parecido com um cadáver ao longo do tempo; por outro lado, um desequilíbrio de Yang pode levar a uma série de doenças vampíricas fatais e extremamente contagiosas.

Para os Kuei-jin, o torpor é um estado chamado de Pequena Morte. Durante a Pequena Morte, o corpo do vampiro “morre”, mas a alma dual permanece dentro do cadáver. Os Kuei-jin temem a Pequena Morte, pois é um momento angustiante de visões e pesadelos, quando o espírito fica bastante vulnerável a mágicas hostis. Muitos Kuei-jin perdem seu caminho dhármico após passar pela Pequena Morte.

A Morte Final é tão real para os Kuei-jin quanto para os Cainitas. Através dela, a alma retira-se do corpo, que imediatamente cai e transforma-se em cinzas. Na verdade, os Kuei-jin temem a Morte Final como poucas criaturas. Eles acreditam que, para eles, não haverá outra reencarnação. Eles morrerão outra vez sem estar completos, e o Grande Ciclo irá recusa-los de novo, obrigando-os a enfrentar um Esquecimento (Oblivion) semelhante ao da maioria dos espectros monstruosos.

 

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Anarquistas

14/01/2009

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Vampiros que rejeitam e questionam as regras e o poder da Camarilla. Rejeitam a tradição de Caim e a ordem dos anciões.

Ironicamente os anciões relutantemente conferem aos anarquistas algum grau de status devido à sua habilidade em conquistar poder, apesar da oposição.

Os anarquistas também são respeitados por sua paixão e esforço, coisa que poucos anciões, endurecidos pela idade e pela insatisfação são capazes de reunir.

Basicamente no entanto, a maioria dos Membros considera os anarquistas como chacais, revirando o lixo da não-vida para comer o que escorrega das mãos dos anciões.

Na trama, os Anarquistas pretendem que Los Angeles volte a ser um “Estado Livre” como era antes. A  influência da Camarilla é recente no local, e há alguns distritos em que os anarquistas ainda controlam como Hollywood e algumas áreas livres.

Entre os principais representantes dos Anarquistas no jogo estão Jack, Ninez Rodrigues e Isaac, o barão de Hollywood.

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Por mais que reneguem isso, os Anarquistas não são considerados dissociados da Camarilla.

Os  anarquistas  se  opõem  ao  status  quo  do mundo  dos  vampiros.  Desdenham  das  leis  do Príncipe  e,  por  conseqüência,  das  da Camarilla,  ao considerá-las não mais que uma forma de escravidão.
No  entanto,  os  príncipes  não  permitem  que  os  Membros se desgarrem do rebanho tão  facilmente, e empenham todos os seus poderes para conseguir que regressem ao  seio da  família e evitar  futuras  revoltas.

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A  Camarilla  apóia  os  príncipes  com  seus Justicar e Arcontes. Sendo que há casos em que esses agentes  usaram  seus  poderes  contra  os  príncipes, porém,  quando  se  trata  de  uma  ameaça  Anarquista, todas as partes agem em uníssono, colaborando para sufocar  qualquer  tipo  de  rebelião  contra  suas  leis.

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Qualquer deserção é abafada o quanto antes, ainda que estes  poderes  devam  atuar  com  cautela,  se  não quiserem  fazer  com  que  surjam  protestos  ainda maiores.

Para os anarquistas é a guerra. Na maioria das cidades da Camarilla, se trata de uma guerra fria, onde o  intercâmbio  de  golpes  se  produz  em  um  nível ideológico,  alternado  com  um  ou  outro  episódio  de violência física.

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Cada vez mais neófitos caminham em bandos  por  esses  dias,  sem  que  as  fileiras  dos anarquistas deixem de crescer. Os vampiros da nova geração,  acostumados  como  mortais  ao  mundo  da bomba atômica e da televisão sem alma, carecem de qualquer  tipo de  estrutura  sobre  a qual  edificar  suas novas vidas eternas: se a maioria não esperava sequer chegar aos  trinta,  imagina aos  trezentos!

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Camarilla

14/01/2009

camarilla_logo_seitaA maior e mais influente seita de vampiros existente no mundo atual. A Camarilla surgiu no século XIV, para manter a sociedade vampírica unida contra as ameaças da Inquisição, para garantir a proteção a todos os vampiros e evitar que eles fossem descobertos e destruídos pelos mortais.

Por isso a Camarilla dá tanta importância à defesa da Máscara. Sob sua liderança, a tradição cautelosa da Máscara, evoluiu para uma verdadeira regra de sobrevivência dos membros. Seu sistema é rígido e feudal apesar de possuir uma organização altamente eficiente.

A seita funciona como uma piramide. Do topo para base, é a seguinte ordem: o Círculo Interno (Inner Circle), a reunião de apenas alguns Membros, dentre os mais poderosos, que se reúne a cada 13 anos e decide o futuro da seita pelos próximos 13 anos; logo abaixo vem os Justícares, membros com poderes assombrosos, responsáveis pela ordem do seu clã. Os Justícares são escohidos pelo Círculo interno, e geralmente o cargo é "vitalicio" (vale lembrar que vampiros são imortais); logo abaixo dos justicares vem os Príncipes, responsáveis pela ordem na sua cidade. Entre outros poderes, o Príncipe tem o poder da criação, que se basea em quem pode e quem não pode abraçar candidatos a membro, e o poder da destruição. Outra função do Príncipe é fazer cumprir as tradições, entre elas a principal é A Máscara. Aquilo que mantém o conhecimento a cerca da existência dos vampiros em oculto dos mortais.

Após o Príncipe, vem a Primigênie ou conselhos dos Anciões, membros responsáveis pelos vampiros de seus clãs dentro da cidade. A Primigênie também tem a função de manter os membros de seus clãs dentro do controle, e principalmente de estabelecer a "paz" na cidade. Seu poder se resume dentro da cidade. Após os Anciões vem os Ancillae, membros não muito poderosos, mas já com um certo respeito e status dentro da sociedade. Após os ancillae vem os neofitos, a base da pirâmide. Composta por vampiros recentementes criados, os neofitos só estão acima das crianças da noite, que são membros com menos de 5 anos de "vida" vampírica, e que geralmente ficam sob o olhar cauteloso de seus criadores até conseguirem sobreviver sozinhos no Mundo das Trevas.

Essa seita foi criada há muito tempo e está presente na maioria das cidades na qual há vampiros. Existem também outras seitas, como a temida Sabá, principal inimiga da Camarilla.

Através dos anos, a seita tem tentado manter a sua influência sobre outras áreas da vida vampírica e sempre que tenta intrometer-se depois é fortemente repelida.

Os príncipes não toleram influências nos assuntos de suas cidades, enquanto os Matusaléns zombam da temeridade dos mais jovens que pensam poder brincar de Jyhad.

Na prática a influência da Camarilla começa e termina com a proteção da Máscara, para assegurar a coexistência entre Membros e mortais.

Praticamente qualquer vampiro, não importando a linhagem, pode reivindicar sua filiação à Camarilla. Na verdade a Camarilla faz questão de assegurar que todos os vampiros estejam sob o seu poder, não importando a opinião do vampiro em questão.

Que ninguém se iluda, como bem diz Jack, a Camarilla está longe de representar "os mocinhos".

Nada é tão moralmente óbvio, nem tão pouco maniqueísta e simples no Mundo das Trevas.

A Camarilla se diz aberta à filiação de qualquer vampiro independente de sua linhagem, mas na prática não é bem assim. A maioria de seus membros são da linhagem dos sete clãs do fundadores. E apenas estes clãs compõem regularmente o Círculo Interno, que governa a Camarilla.

Depois da Revolta dos Anarquistas, a Camarilla se colocou verdadeiramente contra o Sabá, percebendo ser este o único meio de mantê-los a distância.

Para a Camarilla, os membros do Sabá constituem uma grave ameaça, pois ignoram a Máscara e todas as tradições. Além do Sabá a Camarilla possui vários inimigos.

Nas noites atuais a Camarilla não é mais tão sólida quanto seus defensores dizem que ela é.

 

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